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quinta-feira, 24 de março de 2011

Ficou mais fácil realizar o sonho de estudar fora do país


Dá para parcelar o intercâmbio, facilidade que aumentou a busca por pacotes nas agências

12/03/2011 - 16h32 - Atualizado em 12/03/2011 - 16h32
A Gazeta
foto: Vitor Jubini
Júlia Godoi, 24 anos, fez intercâmbio para Inglaterra. - Editoria: Cidades - Foto: Vitor Jubini
Planejamento ajudou arquiteta Júlia Godoi, 24 anos, a ir a Londres

Priscilla Thompson
ppessini@redegazeta.com.br

O sonho do intercâmbio parcelado em até dois anos. Preços que antes tornavam a viagem cultural a outro país uma realização quase impossível para jovens e adultos, agora estão entrando no orçamento da população e tornando o sonho uma realidade. As agências de intercâmbio estão facilitando a vida de quem deseja aprender um idioma inserido em outra cultura, oferecendo maiores condições de parcelamento e, com isso, aumentando a procura por pacotes.

A baixa do dólar, a expansão da classe média e uma maior disponibilidade financeira da população são alguns dos fatores que explicam essa mudança, diz a diretora de Educação Internacional do Yázigi, Neuza Leal. "Um curso de inglês com duração de duas semanas no Canadá, por exemplo, hoje custa cerca de mil dólares, com acomodação. E a pessoa pode parcelar em quantas vezes quiser", explica.

Viagem programada
O ideal é que a viagem seja programada com antecedência, já que a maioria das agências exigem que o valor do curso esteja quitado até um mês antes da viagem. Quem se programa até dois anos antes, têm todo esse período para quitar a dívida e ainda pode pagar parcelas menores de acordo com a cotação momentânea da moeda.

O orientador da CI intercâmbios, Wesley Medina, conta que existem também opções de parcelamento em até 24 meses. "Mas, nessa condição, o parcelamento não é sem juros. Vale mais a pena para quem opta por um curso de longa duração, que geralmente tem um custo maior", orienta.

E as opções de intercâmbio são muitas: vão desde um curso de idiomas com curta duração até um estágio profissional com duração de até um ano ou os voltados para a terceira idade. "De jovens a adultos, há opções para todos", diz Neuza.


Experiências que ensinam um outro jeito de viver

Aprender uma outra língua é diferente de "vivê-la". É por isso que, para o psicólogo Fábio Nogueira, a experiência do intercâmbio é única, e não só para adolescentes como também para adultos. Ele, que já foi intercambista por duas vezes e trabalhou orientando esses alunos, afirma que a viagem tem, ainda, outras inúmeras vantagens. "Você tem acesso a uma outra cultura pelo olhar de quem vive nela, e não pelo seu olhar. Isso acaba fazendo com que você se dê conta de si mesmo, dos seu comportamento e da sua realidade. É como se um peixe saísse da água e só assim percebesse que é um peixe", explica. Aprender outros valores e a respeitar as diferenças são aprendizados igualmente importantes, segundo ele. "São coisas das quais vocês se dá conta apenas quando vivencia", diz.


Planejamento ajudou arquiteta a ir a Londres

Há cerca de um ano, a estudante de arquitetura Júlia Godoi Sarcinelli, 24 anos, decidiu que iria fazer um curso de inglês em Londres, na Inglaterra. Os planos, que já eram antigos, facilitaram a conquista do sonho. "Tomei a decisão dois meses antes, mas já vinha pensando nisso fazia algum tempo. Fui juntando dinheiro e, por fim, pedi uma ajuda pro meu pai. Acabou dando tudo certo", conta. Ela passou nove semanas estudando inglês e afirma que o aprendizado foi além do que esperava. "Eu tinha vontade de fazer um intercâmbio para aperfeiçoar o inglês e viajar, mas acabei aprendendo também muita coisa sobre a arquitetura moderna de Londres. Vi de perto coisas que eu estudava. Achei isso fantástico", diz. Ela também destaca a vivência com a família que a hospedou e os amigos que fez pelo mundo inteiro. "Aprendi muito com eles, porque eram as pessoas que eu via o tempo inteiro, que tinham muito a me ensinar. Foi tudo muito bom", lembra.


Crescimento

50% de aumento


É o aumento médio da procura por intercâmbios nas agências, nos últimos anos. A estimativa é da diretora de Educação Internacional do Yázigi, Neuza Leal


Conheça os principais tipos de intercâmbio e as formas de pagamento


Intercâmbio High School

O que é: Voltado para alunos do ensino médio que desejam cursar um ou dois períodos escolares em outro país

Duração: De um a dois semestres

Pré-requisitos: Ter pelo menos 15 anos, conhecimentos da língua do país de destino e ser bom aluno

Hospedagem: O aluno fica hospedado na casa de uma família ou, em alguns casos, em internato da própria escola


Intercâmbio de idiomas

O que é: Cursos para quem deseja aprender outra língua e outra cultura. Também é chamado de intercâmbio cultural. São mais baratos por serem mais focados e, em geral, terem duração menor

Opções: Atualmente são oferecidos cursos nos mais diversos países e para idiomas que vão do inglês ao francês, russo e mandarim

Duração: Mínima de duas semanas e máxima de um ano

Pré-requisitos: Em geral, o interessado deve ter mais de 16

Hospedagem: Casa de família ou em residência estudantil

Escolha: O aluno pode escolher a duração e a carga horária do curso, a época da viagem, o destino e a acomodação


Intercâmbio profissional

O que é. Oferece oportunidades de empregos no exterior por um determinado período. Em geral, são acompanhados de um curso de idiomas

Duração: Mínimo de dois meses e máximo de um ano

Pré-requisitos: Ter conhecimento da língua. Alguns têm limite mínimo de idade

Hospedagem: Em casa de família

Escolha: O aluno pode escolher o tipo de trabalho (casas de família, cuidadores de crianças, ou em restaurantes e hotéis) e dedicar parte do tempo a um curso de idiomas. Em alguns casos, ganha um mês de férias ao final da temporada


Intercâmbio universitário

O que é: Voltado para estudantes universitários, acima do 4º período ou recém-formados, possibilitam, por exemplo, a prática de estágio no exterior

Duração: Em geral, de quatro a seis meses

Pré-requisitos: Estar acima do 4º período e conhecimentos do idioma


FORMAS DE PAGAMENTO

Curso: O curso (com hospedagem inclusa) geralmente é pago na moeda do país ou em dólar. O aluno pode começar a pagar quando desejar, desde que quite o valor até um mês antes da viagem

Boleto bancário: Não é preciso pagar uma parcela a cada mês. O aluno pode acompanhar a cotação da moeda para pagar um percentual a mais em um período apenas

Cartão: Algumas empresas oferecem o pagamento no cartão de crédito, que pode terminar após a viagem. As condições dependem da operadora do cartão

Passagens: O valor das passagens aéreas não é incluído no valor do curso. Esse pagamento é feito à parte, a não ser que a empresa de intercâmbio facilite a transação. O parcelamento depende da companhia aérea.


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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Pós-graduação em Sexologia na FAESA



Objetivos
  • Formar profissionais éticos, capazes de explorar, analisar, compreender e interagir as múltiplas dimensões que caracterizam as pessoas, os grupos, a sociedade e a cultura no que tangem à sexualidade humana.
  • Orientar profissionais a atuar em sua área profissional usando os conhecimentos da Sexologia para compreender e intervir em relação a fenômenos e processos relativos à sexualidade humana de acordo com as múltiplas dimensões que caracterizam as pessoas, os grupos, a sociedade e a cultura.


Público-alvo

Psicólogos, Médicos, Enfermeiros, Pedagogos, Educadores, Teólogos, Filósofos, Sociólogos, Antropólogos, e demais profissionais das áreas que fazem interface com os campos de conhecimento da saúde, da educação e das ciências humanas que busquem desenvolver competências para intervenção em contextos que envolvam a sexualidade humana.


Disciplinas

Introdução ao estudo da Sexualidade
História da Sexualidade e da Sexologia
Perspectiva Sócio-Antropológica da Sexualidade
Desenvolvimento Sexual Humano
Farmacologia em Sexologia
Diagnóstico e Técnicas de Entrevista em Sexologia
Tópicos Avançados em Sexologia
Metodologia científica
Ética em Sexologia
Anatomia e Fisiologia Sexual Masculina
Anatomia e Fisiologia Sexual Feminina
Teorias e Sistemas Psicológicos
Psicofisiologia da Sexualidade
Respostas, Disfunções e Inadequações Sexuais
Metodologia da Pesquisa
Didática (optativa)


Corpo Docente

Milton Costa (Especialista)
M.Sc. Carlos Boechat
Atílio Colnago (Especialista)
M.Sc. Fábio Nogueira
Dra. Kirlla Dorneles
M.Sc. Daiana Stursa
Dra. Cláudia Patrocínio Canal
M.Sc.Eliana Cintra 
Dr. Luis Henrique
M.Sc. João Eudes Pinheiro
M.Sc. Diermerson Saqueto
M.Sc. Andréia Nascimento
Eduardo Marsiglia (Especialista)
José Augusto Almeida (Especialista)
Lorena Meneguelli (Especialista)
Dr. Alessandro Fasolo Cezario
Rogério Rodrigues (Especialista)

Coordenação
M.Sc. Carlos Boechat
M.Sc. Fábio Nogueira

Clique aqui para fazer sua inscrição.

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

VOCÊ PODE: o poder do "praticar, praticar, praticar"

Tenho lido algumas reportagens sobre como podemos moldar nossas habilidades através da prática, fato esse que vivencio em meu cotidiano como psicólogo clínico e professor. Manter o hábito de se fazer algo é a melhor forma de ser bom no que se faz. A experiência vai moldando nossas habilidades, nossas emoções e tudo parece possível. Mesmo que você não seja tão bom em algo, por questões extra como disposições genéticas ou genéricas (ambientais, sociais, entre outras), com certeza você perceberá a superação no desafio ao qual se propôs.

A repetição, leia-se prática sistematizada e progressiva, pode te levar a quase qualquer proficiência. Praticar, tentar e acreditar que é possível é a chave mestra. Dedicar tempo aos seus projetos vai fazer toda a diferença: você pode até ser bom em algo, mas se não praticar e se esforçar, nunca será tão bom quanto poderia ser. Aí entra algo chamado interesse. Quando você descobre que realmente ama algo, que tem paixão por uma causa, isso sim vai fazer toda a diferença.

Alinhamento de missão e valores - tema de muitas de minhas aulas. O maior exemplo que posso dar: eu realmente preciso acreditar no que estou fazendo. Como posso ajudar alguém em minha prática clínica se não acreditasse que é possível aquela pessoa ali na minha frente mudar sua vida e readiquirir qualidade de vida. Como posso ser professor se não ver meus alunos ao final do semestre com mais conhecimento e habilidades desenvolvidas através de nossa interação em sala de aula.

Tudo começa conosco, aqui dentro de nossos corações. Tudo começa em nós, em nosso esforço, em nossa mais sagrada crença de que é possível. Sejamos críticos sim e esclarecidos que certas coisas não irão acontecer do dia para a noite, que talvez não vejamos certos cenários em nossa vida, mas sejamos esperançosos de que é possível, respeitando condições como tempo, recursos e pessoas envolvidas.

VOCÊ PODE!

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pensando sobre a carreira: a resposta está dentro de você

por Adriano Silva

Meu amigo e minha amiga ingênuos. Um leitor do blog me enviou a seguinte questão: “Sou advogado e recebi uma proposta para tratar numa imobiliária, como corretor de imóveis. Você acha uma boa eu migrar para essa nova carreira? Na sua opinião, como anda o mercado de imóveis atualmente?”

Como sempre faço nesses casos, pedi licença ao leitor para dividir a sua pergunta e a minha resposta com todo mundo. Porque é mais rico. Outros leitores podem ajudar a responder a pergunta que me foi feita. E essas respostas, com sorte inclusive a minha, podem servir também à vida de outros incautos que passam aqui pelo blog de vez em quando. Acho que a recente experiência que tivemos respondendo coletivamente à moça que estava considerando acabar com a própria vida comprova isso.

Vamos lá. Eu acho que a troca de carreira, um momento sempre crucial, ansioso, ciclotímico, depende de alguns pontos:

1. Você está feliz? Se está, fique onde está, fazendo que faz hoje. Faça mais e faça melhor o que já vem fazendo. E seja feliz. Isso não tem preço. Nada compra isso. Nem mesmo um salário maior. Sentir-se bem, acordar feliz toda segunda feira para ir trabalhar, curtir os projetos e as pessoas e o seu dia a dia profissional é uma coisa difícil de obter e de manter. Então se você está numa boa, trate de ficar ainda mais numa boa, numa ainda melhor.

2. Você está infeliz? Se está, trate de mudar a sua vida. Diante de uma rotina morrinha, chata, torturante, só há uma alternativa: mudá-la. Trate de se mexer, de alterar o rumo das coisas, de sair da modorra profissional (e pessoal), de colocar o pezinho fora da zona de (des)conforto e tomar uma atitude em direção à felicidade. É uma obrigação que você tem consigo mesmo.

3. Sair do trem atual não significa embarcar automaticamente no trem que está parado do outro lado da plataforma… É isso mesmo: livrar-se do trabalho que você faz hoje, e que o tiraniza, não quer dizer necessariamente aceitar a proposta que lhe foi feita. São duas coisas diferentes. São duas decisões que devem ser tomadas em separado. Uma não deve depender da outra, nem influenciá-la.

Gostaria ainda de sublinhar um ponto que considero fundamental. E que está nas entrelinhas de tudo que eu escrevi aí em cima: na hora de mexer na sua carreira, desde a primeira escolha profissional da vida, até a hora de se aposentar, passando por todas as decisões e revisões que sua trajetória profissional demandar e comportar, olhe para dentro e não para fora. Procure as respostas em você e não no mercado. Descubra o que você quer fazer, o que você deseja para si, o que vai lhe fazer feliz. E não o ramo que está mais quente ou mais frio no momento, nem a empresa que vai lhe pagar circunstancialmente o maior ou o menor salário.

Ao contrário do que dizia o slogan daquela série de TV, a verdade não está lá fora – ela está aí dentro. Boa sorte. Seja muito feliz. Estamos vivos para isso mesmo e não para qualquer outra coisa.


Fonte: Exame


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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Novas experiências deixam você mais criativo

Já tive essas "experiências", falo 5 idiomas(português, inglês, francês, alemão, espanhol), um sou nativo, outro sou fluente, os demais sou iniciante, e posso dizer que faz a diferença. Ainda tem uma brecha para árabe, mas vou pensar mais no assunto...

Fiz intercâmbio duas vezes, trabalhei com suporte a intercambistas, morei em outro Estado (Minas Gerais) e vivo procurando novos lugares para conhecer e outras culturas para degustar.

Bem que eu eu disse um tempo atrás aqui no ProjetoALPHA que aprender um idioma é mais do que aprender a língua, é aprender uma cultura.

Espero que meus alunos leiam este post. Segue matéria abaixo.


Estudos mostram que conhecer outras culturas proporciona uma melhor visão de mundo

Viagens turísticas, intercâmbios, passeios em outros países ou mesmo regiões diferentes são ótimos para o enriquecimento de cultura, língua e conhecimento. Conhecer novos lugares, novos hábitos, comidas típicas, artes, costumes e tradições fazem com que o cidadão tenha outra visão de mundo.

Além de toda esta experiência, um fator que foi pesquisado há pouco tempo é com relação à criatividade. Estudos recentes mostram que comparando estudantes que já viveram em outro país com os que nunca saíram da sua terra de origem, é possível encontrar várias diferenças.

Aqueles que “sentiram na pele” a convivência com outros povos mostraram-se com maiores índices de criatividade em vários testes. Os especialistas afirmam que a aprendizagem multicultural é um processo crítico de adaptação, agindo como catalisador da criatividade. Eles ainda a relacionam com a chamada “mente aberta”.

“O estudo é muito interessante, pois mostra que quando conhecemos culturas diferentes, recebemos mais estímulos que acabam por favorecer a criatividade. A adaptação aos novos estilos de vida e culturas também agregam valores que podem ser utilizados de forma criativas no meio em que se vive”, analisa a psicóloga e tutora do Portal Educação, Denise Marcon.

Autores como William W. Maddux, Haio Adam e Adam D. Galinsky abordaram em algumas obras sobre as mudanças estruturais no cérebro que ocorrem durante as experiências de aprendizagem intensiva. Segundo eles, ainda é preciso focar os estudos para ver se ocorrem alterações neurológicas no processo criativo intensivo durante as experiências culturais no exterior.

Fonte: Portal Educação

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Curso de Hipnose em Vitória: formação na abordagem ericksoniana

O Instituto Milton H. Erickson do Espírito Santo oferecerá neste segundo semestre o curso Fundamental de formação em Psicoterapia e Hipnose Ericksoniana com início em Agosto de 2010.


As datas das aulas serão:
13 e 14 de Agosto
10 e 11 de Setembro
22 e 23 de Outubro

19 e 20 de Novembro

Formas de pagamento:

5X (1+4) de R$ 265,00 (com material didático incluso)
Estudantes terão desconto.

Para que possamos providenciar os materiais necessários, o prazo de inscrições é 9 de Agosto (segunda-feira).


Mais informacoes pelo email miltonerickson.es@gmail.com, ou pelos telefones 33231617 e 92727783.



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domingo, 4 de julho de 2010

Tirando um tempo para você

Desde a antiguidade e o advento da agricultura, sabemos que a terra deve descansar e que fazer um rodízio de cultura para não desgastar a terra faz parte do planejamento de um bom agricultor. Acontece o mesmo com nossa cabeça quando pensamos no aprendizado e no crescimento pessoal.

As últimas duas semanas foram algo diferente no meu cotidiano. Não havia planejado ou pensado sobre isso até o momento que me deparei com a página do Blogger com a data do último post incomodando meu ego. Como podia eu passar tanto tempo sem escrever algo para o ProjetoALPHA?

Logo me lembrei de que escrevi para os outros dois blogs (meuolharsobreomundo e long play experience). Ficar longe deste blog aqui e do Twitter me disponibilizou tempo suficiente para ler um livro sobre rock, ouvir música diferente, manter uma rotina de leitura do Alcorão que comprei mês passado, e escrever poesia, o que não brotava de minha mente há um bom tempo. Até assisti um filme marroquino com legendas em francês no TV5!...

E defronte ao painel do Blogger me incitando a escrever algo estalou em minha mente: caramba! eu não escrevia porque estava processando informações. Para que houve um output, eu precisava de mais input e de um tempo para digerir as experiências.

Tão simples e óbvio, bem debaixo do meu nariz e não tinha percebido antes.

O mundo moderno está numa velocidade num antes vista, possibilidades de acesso a informações mil. Talvez, o mundo agora seja mais plano e menor para algumas pessoas. Porém, nossa cultura nos enfrenta com a culpa de produzir mais e mais e acabamos criando uma ilusão de que devemos acompanhar tudo e todos.

Isso me faz lembrar de uma palestra que assisti no mês passado num seminário da FGV para ex-alunos. A consultora da Catho bem falou algo com o qual me deparo com alunos e pacientes: criamos projetos e esquecemos do tempo-meta e de tudo mais que já realizamos no dia a dia.

Será que é preciso mesmo aprender 3 idiomas em 5 anos? Você tem que comprar um carro que faz de zero a 100 KM em 4 segundos? Quantas calças jeans você comprou esse ano? Viajou para quantos lugares nas últimas férias?

Muitas perguntas, muitas cobranças. E você se lembrou de você? Se lembrou do que lhe é mais precioso e importante?

O futuro começa agora, mas não adianta vivê-lo antes dele acontecer e se tornar presente. Prepare-se! Isso inclui descansar e agregar coisas diferentes na sua experiência de vida.

VIVA!


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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Multi-tarefas: multi-conquistas, multi-cansaços, multi-derrotas? ou... Sobre assoviar, chupar cana e tentar conquistar o mundo




É um fato cultural notório e bem estabelecido que devamos procurar sermos o primeiro lugar, que sejamos o melhor nisso, naquilo e em tudo que fazemos. Dias atrás tive a oportunidade de ler uma matéria de Isto É que uma aluna me mostrou.

Como estava super ocupado com mil e uma tarefas, só pude ler durante o feriado na semana passada. Tempo de descansar e eu "trabalhando".

Temos nos acostumados com o excesso de atividades e com atividades simultâneas. Não sei se você tem uma pergunta rondando suas ideias como acontece comigo: como está a qualidade dessas atividades e de sua experiência com elas?

Penso que de nada adianta "fazer" um monte de coisas e nada fazer ao final. Semana passada assisti uma palestra para ex-alunos da Fundação Getúlio Vargas e a palestrante apontou uma questão interessante no projeto de carreira dela. Ela tinha colocado como objetivo ter fluência em duas línguas em 5 anos.

Quando ouvi aquilo até gelei... Aprender línguas é muito além do idioma em si, envolve vários outros fatores de modelagem de comportamento e aspectos culturais.

Pode ser que vez ou outra façamos mais de uma atividade, mas isso é apenas uma adaptação ao momento e é restrito.

Quando penso em multitarefas, lembro do pessoal falando ao celular enquanto dirige o carro e até mesmo daqueles que desafiam a morte ao mandar SMS no trânsito.

Tenho minhas dúvidas sobre esse modismo de agilidade e destreza em atividades simultâneas. Minha sensação é de que as pessoas fazem muito e no final não fizeram nada.

Muitos acabam se sentindo culpados e nem sabem dizer porquê.


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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Você está se fazendo as perguntas certas?

Para finalizar a semana, gostaria de conversar com vocês um pouco sobre onde vocês querem chegar na vida. Parece um assunto esquisito para este horário em plena sexta-feira. Principalmente em nossa cultura brasileira de happy hour e dia internacional da cerveja e afins.





É uma tendência as pessoas perguntarem o que fazemos, digo sobre nosso trabalho, qual a nossa profissão e coisas do tipo.

Pessoalmente acho complicado responder tais perguntas e creio que outras pessoas também tenham essa dificuldade. Fiquei muito feliz quando li o post do Steven DeMaio sobre suas diversas atividades e como é difícil dar nomes aos bois em certos momentos.

Eu e DeMaio compartilhamos de uma característica em comum: temos mais de uma atividade profissional. Eu trabalho numa clínica psiquiátrica em meio horário, outro meio horário dando aulas no UNESC de diversas disciplinas, atendo no consultório e ainda reservo um tempo para escrever nos 3 blogs.

Sim, tudo isso faz parte de minha vida, assim como fotografia, ouvir minhas músicas favoritas, ler muitos livros, assistir filmes, viajar, correr todos os dias para cuidar da minha saúde, sair com os amigos e, claro!, dormir.

O dia tem 24 horas e precisamos fazer o achamos correto e gostar de nossas atividades. Se elas forem um fardo, o dia parece que não acaba nunca. E isso fica mais evidente quando falamos de carreira e trabalho.

Li alguns dias atrás um post do Andrew J. Hoffman no blog da HBR sobre a diferença entre vocação e emprego. Gostei muito da sua clareza e sinceridade: algumas perguntas precisam ser respondidas quando pensamos em nosso projeto de vida e na carreira.

Se você pensou em algo do tipo qual é a profissão que ganha mais e trabalha menos?, pensou errado.

Quais são seus sonhos?

Pense nisso!




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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Geisy, Uniban e a nova classe média






O episódio envolvendo a jovem Geisy, estudante da Uniban, escorraçada, humilhada, vítima de uma patrulha moral que há algum tempo não se via atuando de forma tão clara colocou algumas questões que ainda não foram debatidas.

Jovens com vestidos curtos, calças apertadas e blusas com decote não é nenhuma novidade no Brasil, e certamente que não é também em centros universitários. Aliás, é justamente nestes campis onde coisas ainda não aprovadas na sociedade em geral, como fumar maconha, e algum tempo atrás dormir e transar com o namorado e mais um amigo, acontecem.

Mas por que agora e justamente numa Faculdade tal coisa aconteceu, a humilhação da jovem Geisy? Em primeiro lugar é preciso entender que o público universitário, especialmente em instituições particulares, não é mais o mesmo de alguns anos antes. Em segundo, o discurso que vigora nestas instituições e o sentido que elas ganharam dos anos 2000 para cá.
Desde os anos 2000 que cada vez mais o discurso das faculdades deixou de ser voltado para os alunos e passou a ser dirigido para o cliente e suas demandas. As faculdades, as que deram certo do ponto de vista financeiro como a Uniban e Anhanguera, por exemplo, passaram a ser empresas com roupa de escola, muito mais do que escola com vocação de empresa.

Estas mudanças, que não são pequenas, trouxeram para dentro das faculdades outra ética, a ética do consumo. A faculdade é neste sentido apenas o entreposto entre o colegial e o diploma universitário. Isso por que a formação universitária está mais ligada ao ajeitamento de mão de obra para um mercado ávido de novas energias – não interessando exatamente a hiperqualificação – e que será o lugar onde esta mão de obra se formará de fato. Dados do MEC mostram que 80% de todos os formados em quase todas as áreas não trabalham na carreira em que se formaram. Este dado diz tudo.

Isso tudo ocorre como conseqüência da emergência de uma nova classe média vinda à existência a partir das políticas sociais e econômicas geradas no governo Lula. De um lado, formação universitária para atender a clientela mais interessada em diploma do que qualificação, de outro, uma política social e econômica geradora de oportunidades exigente de gente nova mais ou menos preparada para ascender os motores destes novos tempos.

Ora, o público formador das faculdades particulares é hoje em sua maioria esta nova classe média ascendente e ávida por oportunidades. Chegando a faculdade sem nunca terem lido um único livro, saem delas da mesma forma. Isso por que a idéia é simplesmente se apossar de um símbolo típico da velha classe média, escolaridade universitária, assim como já se apossam de outros como uma geladeira duplex, uma televisão de 42 polegadas, achocolatados, iogurtes e carro.

As faculdades, é o caso da Uniban, apenas oferecem aquilo que encontra enorme demanda – diploma. O que vimos acontecer com a Geisy é fruto de uma moral popular quase religiosa transportada das vilas, bairros, favelas e outros lugares ainda permeados por uma ética comunitária e de grupo para uma instituição universitária. Não é a Uniban que não transforma os alunos que lá estudam em pessoas abertas, arejadas e conectadas com a modernidade e as idéias iluminadas. Mas os alunos que fazem a Uniban e querem dela apenas aquilo que foram lá buscar, diploma. Os sentimentos, comportamentos, visão de mundo dos clientes da Uniban continuam os mesmos que possuíam antes de lá estudarem. A Uniban nunca se pretendeu ser uma Universidade em seu sentido literal, ela é o que ela é, uma empresa motivada por lucratividade e mais espaço no mercado, assim sendo, apenas vende o produto de alta demanda no mercado em seu entorno.

A Geisy foi vítima não do fracasso da Uniban – a Uniban é um sucesso empresarial -, mas de uma moral conservadora e reacionária que pode estar latente nesta nova classe média. Aliás, reacionarismo e conservadorismo é uma marca clássica da velha classe média brasileira.



***


Quando li este texto, não pude deixar de pensar em minha própria experiência como professor. Foi como se uma onda de realidade soltasse uma baforada em minha cara e eu ficasse embriagado pelo choque que minhas reflexões me proporcionaram.

Encontrar pessoas variadas num ambiente universitário é algo raro nesses dias. Eu, que sou novo, mais novo inclusive que alguns alunos, convivi e vivi num ambiente diferente do que encontro hoje quando vou ao trabalho. Alunos pedindo cada vez mais conteúdo simplificado e fácil de ser decorado para fazer provas. O aprendizado, a crítica e a reflexão simplesmente evaporaram. Venceu a alienação.

Fico preocupado com o país do futuro. Nosso país sempre foi o país do futuro. Como será o país onde meus filhos crescerão?

E o presente? O futuro começa agora...


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terça-feira, 11 de maio de 2010

O futuro do trabalho

As coisas andam mudando no mundo do trabalho e precisamos nos adaptar o quanto antes. Aqueles que perderem a onda de mudanças correm o risco de ficarem para trás, perderem oportunidades de trabalho e amargar até a exclusão social.


View more presentations from Jeff Brenman.

Esse é um tópico que discuti em diversas aulas com o pessoal das disciplinas de Sociologia e Aspectos Comportamentais. Infelizmente é uma verdade: precisamos ficar atentos e nos mexer.


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Por um novo paradigma social, econômico e polítco





Sabemos que carros movidos à hidrogênio estão longe de chegar ao mercado, que precisamos repensar a forma como lidamos com o meio ambiente e sermos mais éticos.


Mude seu comportamento!
Mude sua vida!
Mude o futuro agora!

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Como enfrentar perguntas capciosas, inusitadas ou “difíceis”?

por Robert Wong

Veja como conduzir o raciocínio para questões como: Quais são os seus pontos fracos? Onde você precisa melhorar e quais suas lacunas técnicas?

Antes de tudo, lembre-se de que ninguém é perfeito! Portanto, admitir seus pontos fracos mostra que você é humano e pode até contar a seu favor, caso você saiba como responder a certas perguntas delicadas do tipo: “Quais são os seus pontos fracos?” “Onde você precisa melhorar e quais suas lacunas técnicas?” ou “Você realmente tem competência para esta tarefa?”.

Eis algumas estratégias para responder a tais perguntas:

1 - Transforme um ponto fraco num potencial ponto forte

“Às vezes por querer atingir a excelência, deixo de cumprir prazos estipulados.”
“Não admito erros nos outros e muito menos em mim; portanto, às vezes sou considerado muito exigente.”

2 - Apresente uma falha ou falta no seu currículo e que está sendo ou foi corrigida

“Como meu inglês falado não é muito fluente, matriculei-me num curso de línguas nos Estados Unidos.”
“Senti que precisava aprofundar meus conhecimentos de planejamento fiscal e fiz um curso por correspondência nesta área.”

3- Evite a palavra negativa “não”

“Você fala chinês?” Ao invés da resposta óbvia: “Não, não falo chinês”, seria melhor: “Caso seja necessário para a função, estou disposto a aprender esta língua”.

“Você estaria aberto a considerar uma transferência para (nome de uma cidade ou país que não seja da sua preferência)?” Muitas pessoas talvez respondessem prontamente que “Não!”, mas a resposta melhor seria: “Dependendo das condições oferecidas, posso analisar esta possibilidade.” Você mesmo não daria uma chance para estas pessoas?

Robert Wong (Autor dos livros “O Sucesso Está no Equilíbrio” e “Super Dicas para Conquistar um Ótimo Emprego” e um dos palestrantes mais inspiradores e requisitados do mercado)

22/04/2010

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Você contrataria um funcionário sem função específica?

Matéria que comentei nas últimas aulas de Aspectos Comportamentais e Sociologia no UNESC.

google

Benedict Gomes, tanzaniano que cresceu na Índia e estudou nos Estados Unidos, tem o emprego que provavelmente todos gostariam de ter. Ele é contratado do Google para fazer o que quiser. Isso mesmo. Como um dos oito “distinguished engineers” (engenheiros especiais) da empresa no mundo, não tem função específica. Pode se dedicar a qualquer projeto que julgar interessante.

O engenheiro formado pela Universidade de Buckley, na Califórnia, esteve hoje (16/4) na conferência do Google com a imprensa, que acontece desde ontem em Buenos Aires. Em sua apresentação, explicou como as buscas na internet têm evoluído nos últimos anos. Aprimorar esse mecanismo tem sido a prioridade de Gomes desde quando começou no Google, dez anos atrás. “Eu amo buscas e acredito que exercemos melhor a nossa função quando fazemos o que gostamos, com paixão. A paixão é minha maior motivação”, disse ele.

Quando e se esse amor acabar, Gomes pode buscar outra área que o encante dentro da empresa, como o Gmail, Youtube, etc. Mas isso parece não estar nos planos do executivo. “Tenho uma equipe, diversos projetos. Não pretendo mudar de área tão cedo”, disse.

O Google é uma gigante multinacional, mas funcionários motivados são fundamentais para qualquer empresa, independente do tamanho. E você, contrataria um funcionário que pudesse fazer o que quisesse, mas com paixão?


Fonte: Papo de Empreendedor

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Olha só o mercado de trabalho mudando...


Vaga para programa de trainee da Vale pede inglês fluente e português desejável.


Você está pronto(a) para um mundo globalizado?


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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Palestra para futuros empreendedores

Segue notícia do FINDES sobre palestra realizada no campus II do UNESC.



O presidente da Findes, Lucas Izoton, ministrou palestra na noite do último dia 14, no Centro Universitário do ES, a Unesc, em Portal de Jacaraípe, na Serra. Izoton atendeu a um convite para participar do projeto “Dialogando com as Lideranças”, em que os alunos têm contato direto com personalidades apontadas como lideranças políticas ou empresariais para o Espírito Santo e também para a Serra.

Lucas Izoton apresentou dados referentes à indústria capixaba e ao município da Serra, destacando o atual bom momento do Estado, que lidera o crescimento nacional. Dinâmico, o presidente da Findes foi além e partiu para a interação com os presentes, buscando contar um pouco sobre sua história pessoal de empreendedor e abrindo espaço para perguntas e debate.


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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Amizade e escolha profissional: um estudo com alunos de escolas particulares e públicas

É com prazer amigos e leitores que compartilho com vocês artigo que escrevi com Prof. Agnaldo Garcia (UFES) e publicado na Revista PPP.

Segue resumo e link de PDF para baixar.

Abs a todos!


Amizade e Escolha Profissional: um Estudo com Alunos de Escolas Particulares e Públicas

Este artigo apresenta uma pesquisa realizada com 36 estudantes de Ensino Médio de três escolas particulares e três escolas públicas com o objetivo de investigar a participação dos amigos na escolha profissional dos estudantes e as implicações da escolha nos relacionamentos familiares e de amizade. Os pais e os professores foram percebidos como uma influência mais direta ou vertical, enquanto os amigos participaram de modo mais horizontal, por meio de conversas e troca de informações. Os adultos tenderam a influenciar os objetivos, ou seja, a carreira ou curso escolhido e os amigos a cooperar entre si, trocando informações e críticas.

Palavras-chave: escolha profissional; amizade; adolescência; relacionamento interpessoal.

Clique aqui para baixar PDF do artigo.

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Façam suas perguntas sobre Psicologia e Carreira!!!

Abri uma conta no FORMSPRING para os caros leitores fazerem suas perguntas sobre Psicologia e Carreira.

Clique aqui e faça sua pergunta.

Caso queira, também pode usar a ferramenta na barra da direita.

PARTICIPE!


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