quinta-feira, 6 de maio de 2010
Minha réplica para a capa "Do you speak Google?" da Veja desta semana
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Olha só o mercado de trabalho mudando...

Vaga para programa de trainee da Vale pede inglês fluente e português desejável.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Você sabe quais são os países com maior potencial de inovação?
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Estou no Twitter...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A crise econômica muda os relacionamentos
domingo, 2 de agosto de 2009
Crise econômica e retenção de talentos
quarta-feira, 29 de julho de 2009
União Européia quer forçar a MIcrosoft a permitir aos usuários escolher o browser
sexta-feira, 17 de julho de 2009
O real ficou mais forte. Isso é bom para o Brasil?
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Bibliotecas digitais> World Digital Library e Europeana
quarta-feira, 18 de março de 2009
Quer entender melhor a crise econômica?
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
A barbárie contra-ataca
Na década de 90, a diretora de teatro francesa, fundadora do Théâtre du Soleil, Ariane Mnouchkine, montou um espetáculo sobre Sarajevo, cidade símbolo da barbárie e da carnificina pós-moderna, e fez na ocasião uma greve de fome em solidariedade às milhares de vítimas bósnias. A proposta de sua companhia é redimensionar o papel e o lugar do teatro e sua capacidade de representar a época atual. Por isso, suas montagens abordam quase sempre as grandes questões políticas e humanas, dando relevo à pesquisa de novas formas dramáticas e à confluência das artes do Oriente e do Ocidente.
Hoje vemos estarrecidos nos noticiários os bombardeios perpetrados pelos israelenses em sua sanha assassina pelo extermínio do povo palestino, escolhendo a data mais importante do calendário cristão, o nascimento de Jesus justamente naquela região. Seria possível imaginar um espetáculo teatral capaz de abordar esse outro espaço-símbolo da barbárie pós-moderna em nossos dias, vista por quase todos os grandes líderes mundiais com complacência e até mesmo descaso?
Por vezes me pergunto: quem é mais assassino? Aquele que amarra explosivos ao corpo e vai para os ares junto com eles, ou aquele que de um avião, de um tanque ou de um navio, lança uma bomba teleguiada a quilômetros de distância?
Assistimos impotentes a um ataque insano perpetrado pelos israelenses, com o aval e apoio tecnológico dos norte-americanos, aos territórios palestinos na Faixa de Gaza, em pleno Natal. Usando como pretexto o lançamento de alguns foguetes pelo Hamas, assassinaram centenas de cidadãos, puseram abaixo inúmeras edificações e lançaram bombas em dezenas de alvos civis. Os feridos e mutilados nos bombardeios não passam de pequenos efeitos colaterais, comuns neste tipo de operação, segundo declarações oficiais dos verdugos. E não pretendem parar por aí.
Por uma dessas tragédias irônicas da história humana o Holocausto acompanha de perto o povo judeu: numa época foi vítima, agora transforma-se num carrasco implacável. Freud certa vez escreveu que o torturado quando assume o papel inverso torna-se ainda mais frio e cruel.
O descaso pela vida do muçulmano propagado e inculcado pela mídia norte-americana nos corações e mentes ocidentais, significa um retrocesso no processo civilizatório e um golpe fatal na aproximação necessária entre culturas distintas num mundo que tende cada vez mais a se globalizar e a interagir.
Susan Sontag, que encenou "Esperando Godot" na Sarajevo sitiada, afirmou na ocasião: "Muitas outras guerras como essa vão ocorrer. Guerras que parecem guerras civis, mas não são. Essa guerra foi mais uma agressão contra a humanidade".
Não se trata portanto de sermos a favor ou contra o judeu, a favor ou contra o muçulmano, a favor ou contra o norte-americano.... Trata-se de sermos a favor da vida, do respeito mútuo e da dignidade humana.
O momento atual exige cada vez mais de todos os indivíduos sensatos e íntegros posições mais firmes contra a ganância desmedida e o extermínio de povos e culturas... antes que seja tarde demais...
Fonte: gazetaonline
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Por um 2009 sem crise...
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Aprendendo sobre a crise com o vendedor de cachorro quente da esquina
Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava. As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses e o negócio prosperava... Seu cachorro quente era o melhor de toda região! Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa. Notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele: - Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar. Depois de ouvir as considerações do filho estudado, o pai pensou: -'Bem, se meu filho estudou Economia, lê jornais, vê televisão, então só pode estar com a razão.' Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior ) e começou a comprar salsicha mais barata (que era, também, a pior ). Para economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda na estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta... Tomadas todas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia, quebrou. O pai, triste, falou então para o filho: -Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. E comentou com os amigos, orgulhoso: -Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar Economia. Ele me avisou da crise...









