Mostrando postagens com marcador Projeto de Vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Projeto de Vida. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Algumas verdades são simples| #1: vivemos para ser feliz!

Andei pensando muito nos últimos tempos como algumas coisas são simples e não nos damos conta da sua disponibilidade logo ali diante de nós. Minha prática clínica me desafia com biografias as mais diversas, pessoas de lugares e círculos sócio-culturais diferentes buscando a mesma coisa: FELICIDADE.

Um lugar comum tão incomum é essa tal felicidade. E várias pessoas pensando sobre isso. Como eu faço para ser feliz?


Pergunta boa de se fazer, mas que alguns demoram para responder. Já ouvi pessoas me dizerem que não existe resposta para tal pergunta.

Enfim, muito já se escreveu sobre o assunto, as prateleiras das livrarias e bancas rua afora estão abarrotadas de livros e mais livros de auto-ajuda com receitas mil para sermos felizes. E por que ainda assim as pessoas estão tristes?

Creio que esse não seja o lugar para análise filosóficas, sociológicas ou teológicas. Sou muito prático e vou direto ao ponto.



Neste final de semana visitei o site do Happiness Project, referente ao livro de Gretchen Rubin. Não li o livro, mas tenho a impressão que possa ser de valia para algumas pessoas sua leitura. Só o fato de alguém levar a público seu esforço para mudar sua vida, já vale a pena.

Antes de comprar o livro, dê uma olhada no site para conhecer um pouco mais sobre a autora e o livro.

Peço para tomar o cuidado de não tomar qualquer coisa como uma receita infalível para seus problemas. A vida não é bem assim e a situação de cada um de nós deve ser considerada em suas especificidades. Lembre-se que sempre vai se tratar de uma opinião, e que, como toda perspectiva da realidade, é limitada em si mesma e não pode ser reproduzida.

Sphere: Related Content

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vai chorar as pitangas ou vai vencer a guerra?

Às vezes, achamos que temos problemas na vida, ou que eles são insuperáveis.

Eu acredito que SEMPRE existe uma saída.

Fala muito com meus pacientes e alunos que precisamos fazer uma escolha quando enfrentamos um problema: sentar no meio-fio da esquina e chorar até secar nossas lágrimas ou levantar, resolver as coisas e ser feliz.

Assista ao vídeo...





Qual atitude você decidiu para você? Sentar e ficar chorando ou resolver as coisas e ser feliz?

Se está difícil resolver sozinho(a) ou o apoio da família e dos amigos não é suficiente, recomendo que procure um profissional para lhe ajudar a refletir sobre o problema e ter condições para se sentir forte o suficiente para tomar uma atitude.

HOJE VOCÊ PODE MUDAR SEU FUTURO!

Sphere: Related Content

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Isso é bom ou ruim? ou Mais pode ser menos...

A pergunta aí de cima vem me rondando há algum tempo, e, quando penso que já estou tranquilo quanto a ela, surge em minha mente um estalo que me traz de volta ao questionamento.

Fazemos parte de uma geração que produz informação de forma assustadora. Sim, a palavra é assustadora. E por mais que a Google tente organizar o quase infinitos bytes de informação que vagueiam pelas nuvens da internet, nos deparamos com coisas sem pé nem cabeça.

Agora a pouco li uma matéria de Veja sobre vídeos que são poucos vistos no YouTube e a tal pergunta voltou a rondar minhas inquietações filosófico-existenciais. Não quero soar apocalíptico, mas, sinceramente, certas coisas que aparecem na internet são o fim do mundo mesmo.





A digitalização de nossas vidas nos impede de um fenômeno natural que favorece em muito nossa saúde individual e coletiva: o esquecimento. Armazenamos informações desnecessárias e nos ocupamos com atividades e informações que em nada nos ajudam na tarefa de evoluir ao longo da vida, de nos tornarmos pessoas melhores em prol de um mundo melhor.

Ok... talvez você queira apenas curtir a vida e fazer o que lhe dê na telha. Sem problemas. Mas me diga uma coisa. Como você vai aproveitar a vida de fato, ao máximo, com o excesso de lixo que criamos todos os dias. E não estou falando do lixo físico, mas do lixo digital, informacional.

Ocupamos nosso dia a dia com informações que nada nos acrescentam. Percebo isso ao acompanhar diversas fontes no Twitter. Geralmente, recebo um tanto de tweets de matérias sobre nada, algo como uma tentativa de fazer notícia a qualquer custo sobre qualquer coisa.

Evito ser demasiadamente econômico, haja visto meus blogs, meu canal no YouTube e os projetos com meus alunos (ProjetoALPHA, meuolharsobreomundo, long play experience, Ética na Prática, ProfTube). [Hoje mesmo pensei se devo (ou quando devo) parar de gastar meu tempo com posts e começar a curtir minha vida] Porém, devemos refletir se a forma como temos construído nossas vidas é um caminho a ser seguido de fato.



Vídeo produzido por alunos meus do UNESC


Lembre-se: mais pode ser menos...
Faça o pouco ser mais e valer mais!



Sphere: Related Content

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Como mudar sua história de vida: algumas dicas de Tony Robbins

Dei de cara com este vídeo super bacana do Tony Robbins semana passada e pensei em compartilhar com vocês. Robbins é super competente na utilização de Programação Neurolinguística e tem um programa no canal estadunidense NBC chamado Breakthrough.




Neste vídeo ele fala sobre o caso de Juaquin Hawkins - jogador de basquete da NBA que teve um AVC.



Sphere: Related Content

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

VOCÊ PODE: o poder do "praticar, praticar, praticar"

Tenho lido algumas reportagens sobre como podemos moldar nossas habilidades através da prática, fato esse que vivencio em meu cotidiano como psicólogo clínico e professor. Manter o hábito de se fazer algo é a melhor forma de ser bom no que se faz. A experiência vai moldando nossas habilidades, nossas emoções e tudo parece possível. Mesmo que você não seja tão bom em algo, por questões extra como disposições genéticas ou genéricas (ambientais, sociais, entre outras), com certeza você perceberá a superação no desafio ao qual se propôs.

A repetição, leia-se prática sistematizada e progressiva, pode te levar a quase qualquer proficiência. Praticar, tentar e acreditar que é possível é a chave mestra. Dedicar tempo aos seus projetos vai fazer toda a diferença: você pode até ser bom em algo, mas se não praticar e se esforçar, nunca será tão bom quanto poderia ser. Aí entra algo chamado interesse. Quando você descobre que realmente ama algo, que tem paixão por uma causa, isso sim vai fazer toda a diferença.

Alinhamento de missão e valores - tema de muitas de minhas aulas. O maior exemplo que posso dar: eu realmente preciso acreditar no que estou fazendo. Como posso ajudar alguém em minha prática clínica se não acreditasse que é possível aquela pessoa ali na minha frente mudar sua vida e readiquirir qualidade de vida. Como posso ser professor se não ver meus alunos ao final do semestre com mais conhecimento e habilidades desenvolvidas através de nossa interação em sala de aula.

Tudo começa conosco, aqui dentro de nossos corações. Tudo começa em nós, em nosso esforço, em nossa mais sagrada crença de que é possível. Sejamos críticos sim e esclarecidos que certas coisas não irão acontecer do dia para a noite, que talvez não vejamos certos cenários em nossa vida, mas sejamos esperançosos de que é possível, respeitando condições como tempo, recursos e pessoas envolvidas.

VOCÊ PODE!

Sphere: Related Content

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pensando sobre a carreira: a resposta está dentro de você

por Adriano Silva

Meu amigo e minha amiga ingênuos. Um leitor do blog me enviou a seguinte questão: “Sou advogado e recebi uma proposta para tratar numa imobiliária, como corretor de imóveis. Você acha uma boa eu migrar para essa nova carreira? Na sua opinião, como anda o mercado de imóveis atualmente?”

Como sempre faço nesses casos, pedi licença ao leitor para dividir a sua pergunta e a minha resposta com todo mundo. Porque é mais rico. Outros leitores podem ajudar a responder a pergunta que me foi feita. E essas respostas, com sorte inclusive a minha, podem servir também à vida de outros incautos que passam aqui pelo blog de vez em quando. Acho que a recente experiência que tivemos respondendo coletivamente à moça que estava considerando acabar com a própria vida comprova isso.

Vamos lá. Eu acho que a troca de carreira, um momento sempre crucial, ansioso, ciclotímico, depende de alguns pontos:

1. Você está feliz? Se está, fique onde está, fazendo que faz hoje. Faça mais e faça melhor o que já vem fazendo. E seja feliz. Isso não tem preço. Nada compra isso. Nem mesmo um salário maior. Sentir-se bem, acordar feliz toda segunda feira para ir trabalhar, curtir os projetos e as pessoas e o seu dia a dia profissional é uma coisa difícil de obter e de manter. Então se você está numa boa, trate de ficar ainda mais numa boa, numa ainda melhor.

2. Você está infeliz? Se está, trate de mudar a sua vida. Diante de uma rotina morrinha, chata, torturante, só há uma alternativa: mudá-la. Trate de se mexer, de alterar o rumo das coisas, de sair da modorra profissional (e pessoal), de colocar o pezinho fora da zona de (des)conforto e tomar uma atitude em direção à felicidade. É uma obrigação que você tem consigo mesmo.

3. Sair do trem atual não significa embarcar automaticamente no trem que está parado do outro lado da plataforma… É isso mesmo: livrar-se do trabalho que você faz hoje, e que o tiraniza, não quer dizer necessariamente aceitar a proposta que lhe foi feita. São duas coisas diferentes. São duas decisões que devem ser tomadas em separado. Uma não deve depender da outra, nem influenciá-la.

Gostaria ainda de sublinhar um ponto que considero fundamental. E que está nas entrelinhas de tudo que eu escrevi aí em cima: na hora de mexer na sua carreira, desde a primeira escolha profissional da vida, até a hora de se aposentar, passando por todas as decisões e revisões que sua trajetória profissional demandar e comportar, olhe para dentro e não para fora. Procure as respostas em você e não no mercado. Descubra o que você quer fazer, o que você deseja para si, o que vai lhe fazer feliz. E não o ramo que está mais quente ou mais frio no momento, nem a empresa que vai lhe pagar circunstancialmente o maior ou o menor salário.

Ao contrário do que dizia o slogan daquela série de TV, a verdade não está lá fora – ela está aí dentro. Boa sorte. Seja muito feliz. Estamos vivos para isso mesmo e não para qualquer outra coisa.


Fonte: Exame


Sphere: Related Content

domingo, 4 de julho de 2010

Tirando um tempo para você

Desde a antiguidade e o advento da agricultura, sabemos que a terra deve descansar e que fazer um rodízio de cultura para não desgastar a terra faz parte do planejamento de um bom agricultor. Acontece o mesmo com nossa cabeça quando pensamos no aprendizado e no crescimento pessoal.

As últimas duas semanas foram algo diferente no meu cotidiano. Não havia planejado ou pensado sobre isso até o momento que me deparei com a página do Blogger com a data do último post incomodando meu ego. Como podia eu passar tanto tempo sem escrever algo para o ProjetoALPHA?

Logo me lembrei de que escrevi para os outros dois blogs (meuolharsobreomundo e long play experience). Ficar longe deste blog aqui e do Twitter me disponibilizou tempo suficiente para ler um livro sobre rock, ouvir música diferente, manter uma rotina de leitura do Alcorão que comprei mês passado, e escrever poesia, o que não brotava de minha mente há um bom tempo. Até assisti um filme marroquino com legendas em francês no TV5!...

E defronte ao painel do Blogger me incitando a escrever algo estalou em minha mente: caramba! eu não escrevia porque estava processando informações. Para que houve um output, eu precisava de mais input e de um tempo para digerir as experiências.

Tão simples e óbvio, bem debaixo do meu nariz e não tinha percebido antes.

O mundo moderno está numa velocidade num antes vista, possibilidades de acesso a informações mil. Talvez, o mundo agora seja mais plano e menor para algumas pessoas. Porém, nossa cultura nos enfrenta com a culpa de produzir mais e mais e acabamos criando uma ilusão de que devemos acompanhar tudo e todos.

Isso me faz lembrar de uma palestra que assisti no mês passado num seminário da FGV para ex-alunos. A consultora da Catho bem falou algo com o qual me deparo com alunos e pacientes: criamos projetos e esquecemos do tempo-meta e de tudo mais que já realizamos no dia a dia.

Será que é preciso mesmo aprender 3 idiomas em 5 anos? Você tem que comprar um carro que faz de zero a 100 KM em 4 segundos? Quantas calças jeans você comprou esse ano? Viajou para quantos lugares nas últimas férias?

Muitas perguntas, muitas cobranças. E você se lembrou de você? Se lembrou do que lhe é mais precioso e importante?

O futuro começa agora, mas não adianta vivê-lo antes dele acontecer e se tornar presente. Prepare-se! Isso inclui descansar e agregar coisas diferentes na sua experiência de vida.

VIVA!


Sphere: Related Content

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Multi-tarefas: multi-conquistas, multi-cansaços, multi-derrotas? ou... Sobre assoviar, chupar cana e tentar conquistar o mundo




É um fato cultural notório e bem estabelecido que devamos procurar sermos o primeiro lugar, que sejamos o melhor nisso, naquilo e em tudo que fazemos. Dias atrás tive a oportunidade de ler uma matéria de Isto É que uma aluna me mostrou.

Como estava super ocupado com mil e uma tarefas, só pude ler durante o feriado na semana passada. Tempo de descansar e eu "trabalhando".

Temos nos acostumados com o excesso de atividades e com atividades simultâneas. Não sei se você tem uma pergunta rondando suas ideias como acontece comigo: como está a qualidade dessas atividades e de sua experiência com elas?

Penso que de nada adianta "fazer" um monte de coisas e nada fazer ao final. Semana passada assisti uma palestra para ex-alunos da Fundação Getúlio Vargas e a palestrante apontou uma questão interessante no projeto de carreira dela. Ela tinha colocado como objetivo ter fluência em duas línguas em 5 anos.

Quando ouvi aquilo até gelei... Aprender línguas é muito além do idioma em si, envolve vários outros fatores de modelagem de comportamento e aspectos culturais.

Pode ser que vez ou outra façamos mais de uma atividade, mas isso é apenas uma adaptação ao momento e é restrito.

Quando penso em multitarefas, lembro do pessoal falando ao celular enquanto dirige o carro e até mesmo daqueles que desafiam a morte ao mandar SMS no trânsito.

Tenho minhas dúvidas sobre esse modismo de agilidade e destreza em atividades simultâneas. Minha sensação é de que as pessoas fazem muito e no final não fizeram nada.

Muitos acabam se sentindo culpados e nem sabem dizer porquê.


Sphere: Related Content

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Você está se fazendo as perguntas certas?

Para finalizar a semana, gostaria de conversar com vocês um pouco sobre onde vocês querem chegar na vida. Parece um assunto esquisito para este horário em plena sexta-feira. Principalmente em nossa cultura brasileira de happy hour e dia internacional da cerveja e afins.





É uma tendência as pessoas perguntarem o que fazemos, digo sobre nosso trabalho, qual a nossa profissão e coisas do tipo.

Pessoalmente acho complicado responder tais perguntas e creio que outras pessoas também tenham essa dificuldade. Fiquei muito feliz quando li o post do Steven DeMaio sobre suas diversas atividades e como é difícil dar nomes aos bois em certos momentos.

Eu e DeMaio compartilhamos de uma característica em comum: temos mais de uma atividade profissional. Eu trabalho numa clínica psiquiátrica em meio horário, outro meio horário dando aulas no UNESC de diversas disciplinas, atendo no consultório e ainda reservo um tempo para escrever nos 3 blogs.

Sim, tudo isso faz parte de minha vida, assim como fotografia, ouvir minhas músicas favoritas, ler muitos livros, assistir filmes, viajar, correr todos os dias para cuidar da minha saúde, sair com os amigos e, claro!, dormir.

O dia tem 24 horas e precisamos fazer o achamos correto e gostar de nossas atividades. Se elas forem um fardo, o dia parece que não acaba nunca. E isso fica mais evidente quando falamos de carreira e trabalho.

Li alguns dias atrás um post do Andrew J. Hoffman no blog da HBR sobre a diferença entre vocação e emprego. Gostei muito da sua clareza e sinceridade: algumas perguntas precisam ser respondidas quando pensamos em nosso projeto de vida e na carreira.

Se você pensou em algo do tipo qual é a profissão que ganha mais e trabalha menos?, pensou errado.

Quais são seus sonhos?

Pense nisso!




Sphere: Related Content

terça-feira, 11 de maio de 2010

O futuro do trabalho

As coisas andam mudando no mundo do trabalho e precisamos nos adaptar o quanto antes. Aqueles que perderem a onda de mudanças correm o risco de ficarem para trás, perderem oportunidades de trabalho e amargar até a exclusão social.


View more presentations from Jeff Brenman.

Esse é um tópico que discuti em diversas aulas com o pessoal das disciplinas de Sociologia e Aspectos Comportamentais. Infelizmente é uma verdade: precisamos ficar atentos e nos mexer.


Sphere: Related Content

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O trabalho pode mudar sua vida




Neste video, Eliete nos conta como os cursos do Centro de Referência de Assistência Social mudou sua vida ao mostra-la novamente como é bom trabalhar. Isso teve um impacto não só para ela, mas para toda a família.

Se você quiser saber sobre outros cursos ministrados nos CRAS de Vitória, clique aqui.


Sphere: Related Content

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Minha réplica para a capa "Do you speak Google?" da Veja desta semana




Bom, não costumo discutir sobre artigos de revista por aqui nem escrever sobre tecnologia, mas acho que a capa de Veja desta semana merece um post.

A Veja dedicou uma longa reportagem e um artigo de análise sobre o Google Tradutor (serviço de tradução online) na edição desta semana.

Com certeza o serviço é bom. Palavra de ex-teacher/tradutor/intérprete, intercambista por duas vezes e meia, ex-preparador/suporte para intercambistas e sua famílias e falante de cinco idiomas. Inclusive já usei o tradutor no meu Google Chrome e não tenho o que reclamar apesar de algumas traduções meio toscas. A reportagem é exata: ao menos sabemos do que se trata a página ou o texto traduzido.

O que não gostei foi a ideia de substituir o aprendizado da língua pela tradução computadorizada. Creio que a questão não seja apenas falar o idioma, mas entender e se fazer entendido. Mesmo que o tradutor seja impecável, resta a conotação da mensagem. E isso meus amigos, só para quem aprende a língua e a cultura de um povo.

Aprender um idioma é uma experiência única, amplia nossos horizontes, quebras as barreiras do etnocentrismo e nos permite entender o próximo a partir de seu ponto de vista.

Essas ferramentas vão ajudar e muito nossas vidas, mas tenho o receio de criar certa involução social, no sentido de que falaremos mais a nossa própria língua em detrimento de aprender outras. Assim, teremos um mundo globalizado extremamente fundamentalista no localismo; algo como um fenômeno GLOCAL.

Para termos uma globalização real, é necessário que aprendamos com outras culturas. O momento atual é ainda de plastificação cultural com os enlatados estadunidenses e afins. Porém, a internet quando bem utilizada possibilita que falantes de dialetos e línguas quase mortas possam entrar em contato e manter a cultura viva.

As nuvens da web são o habitat mais adequado para mantermos as produções culturais de um povo a todo vapor; afinal, a web 2.0 é um lugar razoavelmente democrático.


Abra sua cabeça!
Faça a diferença!
Faça diferente!
Aprenda com a vida!
Aprenda com a gente*!

* leia-se pessoas...

PS: Atualização do tipo BREAKING NEWS!!!

Acabo de receber via twitter mensagem da @Time sobre o Google Translate para telefones Android logo depois de ter postado.

Leia reportagem aqui.

Sphere: Related Content

terça-feira, 4 de maio de 2010

Novo projeto gráfico de PROJETOALPHA

Eh, caros amigos!...

2 anos e mais de 500 posts se passaram.
Merecíamos uma mudança de figurino urgente.

Agora, com um visual mais limpo e com informações mais objetivas, nosso blog continuará publicando sobre os assuntos relevantes nos campos da Psicologia, Marketing, Planejamento de Carreira e Cultura.

Vez ou outra também contaremos com posts sobre minha prática profissional, como psicólogo e professor.

Participe! Deixe uma mensagem ou comentário.


Mais uma vez gostaria de agradecer pelo apoio e incentivo. Afinal, são vocês que mantêm o pique para o blog ficar no ar.
Abraço a todos!


Sphere: Related Content

Palestra gratuita com Vincent de Gaulejac em Floripa

Sphere: Related Content

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vendo as coisas por uma nova perspectiva






Dizem que o hábito faz a pessoa. Por um lado isso é verdade da mais verdadeira, por outro um perigo que mora debaixo de nossas camas, pronto para puxar nosso pé.

O hábito é um mecanismo que foi desenvolvido ao longo da evolução de nossa espécie e tem como função poupar energia para ser gasta com algo que realmente precisemos. Esse é um conceito sociológico apresentado por Berger e Luckmann e que acaba por resultar em nossa construção da realidade.

Cada um de nós possui uma realidade individual e única. Mas, então, como fazemos para viver em sociedade? Bem, poderíamos dizer a grosso modo que vivemos na interseção da realidades dos integrantes da sociedade. Vivemos nesse lugar comum a todos nós, nesse ecótono social, que é a realidade compartilhada.

E é aí que entra a necessidade de expandirmos nossos horizontes, como bem retrata o vídeo acima. O hábito é interessante por permitir a economia de energia; porém, corremos o risco de termos em nossa caixa de ferramentas poucos instrumentos para apreciar e nos adaptarmos ao mundo. Diz outro velho ditado que para quem tem um martelo na mão, tudo é prego. Mas nem tudo neste mundo é prego.

Conhecer o mundo, adquirir cultura geral, aprender com viagens, livros e pessoas novas abrem portas para um experiência existencial magnífica. Eu sou falante fluente no Português (não por nascer no Brasil, mas por fazer uso corrente e aprofundado desse idioma), falo Inglês com sotaque mas com desenvoltura (thanks dad for those exchange programs; thanks to my dear students back then when I used to teach English), arranho no Alemão (nur ein bisschen... so ich essen kann wenn ich nach Deutschland fliegen können) e no Espanhol (en la escuela la maestra lo me enseño).

Agora tenho uma nova meta: aprender francês. Sim, aquela língua cheia de biquinhos e de pose meio esnobe. Assim pensava eu até janeiro. Minhas aulas começaram em fevereiro e estou adorando minhas aulas. Aprender novas línguas e a cultura dos povos falantes desses idiomas é fascinante.

Tenho feito alongamento cerebral. Estou alargando meus hábitos, ouvindo música diferente, aumentando o número de ferramentas disponíveis para explorar o mundo e minha vida de uma forma saudável.

Hoje sei contar de vários jeitos... Progressivamente: um, dois, três, etc. Meio que de trás para frente: einundzwanzig, dreiundachtzig, und so weiter. E somando quantidades até formar a quantia desejada: soixante-dix, quatre-vingt, quatre-vingt-seize, etc.

Se eu for para os EUA e o Canadá (quem me dera ter dinheiro para isso no momento...), poderia muito bem me virar para achar um banheiro - daquele de shopping e aeroporto. Você está pensando em um bathroom, certo? Pois é... esse bathroom tem chuveiro, então não serve. Que tal um restroom. E se eu estiver em Miami?... Donde está el baño?... Em Vancouver? Procure por um washroom.

Hábitos são excelentes! Por isso lhe digo para você aumentar o número de hábitos. Quando o momento surgir, você vai poupar energia para resolver a situação.

Ampliar nossa caixa de ferramentas (nossos hábitos) nos possibilita ver as coisas ao nosso redor com outros olhos e, assim, analisamos os problemas na sua complexidade, considerando diversos níveis de correlação entre as variáveis presentes. Vixi!... Acho que o professor se sobressaiu nessa última, hein. Bem, se conhecemos outras perspectivas do mundo, podemos entender melhor o que está acontecendo.

Isso também é muito útil na clínica psicológica. Existe uma técnica chamada reenquadramento, e uso dela com frequência com meus pacientes. Pegamos o problema apresentado pelo paciente e colocamos ele a partir de outra perspectiva, quebrando um padrão de pensamento, quebrando um hábito e o encaminhando para uma análise diferente da situação.

Reenquadrar a situação, ou percebe-la por um novo ângulo, é como aprender a pensar fora da realidade individual e acrescentar a realidade individual potencial de outras pessoas à nossa caixa de ferramentas. É o que acontece quando você mora por um longo tempo em um lugar com outra cultura, tipo quando faz um intercâmbio, ou aprende uma língua, um instrumento ou pratica um esporte novo.

Além disso, podemos também aprender com nossos erros. Porque o ruim não é falhar ou errar; o ruim é errar e não aprender.





Você tem a capacidade de construir sua vida. Nós somos os personagens das estórias que contamos. Qual é a sua? Você é o escritor, o diretor e o personagem principal. Faça alguma coisa a respeito disso, porque a responsabilidade pela sua felicidade é sua.

Claro que não sou inocente e vou desconsiderar as condições nas quais iniciamos nossas vidas. Entretanto, podemos criar uma nova vida. Aqueles que melhor se adaptam sobressaem e sobrevivem, já dizia Darwin.

Não é o momento de discutirmos ética, moral ou afins. Esse momento é o momento no qual te convido a fazer uma limonada, uma salada de pepinos ou abacaxis grelhados com provolone. Seja qual for a situação, sempre temos a possibilidade (senão a determinação) de escolher.


Escolha uma nova vida.
Abra sua mente e seja mais feliz!
Faça disso um projeto pessoal.


Sphere: Related Content

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Gestão de Pessoas: Aspectos Comportamentais> 32 perguntas do seminário 1

Cada grupo deveria ler um texto e produzir discussão com a turma. O seminário deu super certo, twittei ele ao vivo e a discussão dos alunos viajou a internet.

Eles usaram como fonte de inspiração 3 textos (1, 2, 3) e um post aqui do blog.

Abaixo seguem as perguntas que meus brilhantes aprendizes produziram:
  1. A satisfação está diretamente ligada ao salário ou ao fato de realmente estar sendo útil e sentir que seus conhecimentos estão não só sendo bem empregados e reconhecidos, como também o fato de novos conhecimentos serem adquiridos?
  2. Até que ponto o clima organizacional pode ser determinante para que o indivíduo se sinta motivado a desempenhar o seu melhor? E desta forma ter naquele emprego a visão de um trabalho que supere suas expectativas?
  3. Os desafios enfrentados por você na empresa de alguma forma o motiva a buscar aprendizado para um melhor desempenho? Independente de incentivos de seu gestor e dessa forma adquirindo algo que ninguém lhe tira, que é o conhecimento?
  4. De que forma podemos identificar se a empresa que está realizando o recrutamento se encaixa no seu perfil?
  5. O que é preciso analisar antes de entrar em uma empresa?
  6. Sabemos que as empresas buscam em seus recrutamentos profissionais com o perfil da empresa, contudo, o profissional a ser recrutado precisa conhecer a empresa. Qual a importância disso para o profissional?
  7. Por que é preciso tomar cuidado com os boatos que rolam sobre a empresa?
  8. O que você entende por "uma empresa é recrutada por um profissional"?
  9. Como escolher uma empresa para trabalhar?
  10. Como podemos fazer para mudar a nossa situação em uma empresa em que não há empatia com nosso perfil?
  11. Pessoas são diferentes, têm necessidades diferentes, ambições diferentes. Assim sendo, como criar condições para satisfazer toda uma equipe?
  12. É possível encontrar o emprego dos sonhos? Como tornar isso possível?
  13. Qual é a definição de emprego dos sonhos?
  14. Por que vários candidatos não fazem uma avaliação criteriosa das empresas da qual estão participando de um processo seletivo?
  15. As maiores empresas são as melhores para trabalhar?
  16. Como posso descobrir quais são as políticas da empresa e as formas de trabalho?
  17. Você acredita em emprego dos sonhos? Dê uma definição como exemplo.
  18. Cite pelo menos 3 passos para se conquistar um emprego dos sonhos.
  19. Você está satisfeito com sua vida profissional?
  20. Pode o executivo extrair oportunidades através das crises? Como?
  21. Qual(is) o(s) ponto(s) primordial(is) para um executivo fazer uma avaliação criteriosa dos fatos num momento de crise?
  22. Como uma decisão tomada num momento de extremo estresse durante uma crise pode afetar o negócio?
  23. O que o administrador deve fazer para ajudar a evitar o estresse em seus colaboradores?
  24. Nos vemos diante de tanta informação veiculado nas diversas mídias (tv, jornais, revistas e internet) sobre a prevenção do estresse, mas percebemos que mais pessoas sofrem desse mal. O que está acontecendo?
  25. Quais as atitudes que você toma para prevenir o estresse?
  26. Quais os efeitos negativos que o ser humano pode sofrer caso não saiba gerenciar o seu estresse profissional?
  27. Na sua opinião, qual a melhor forma de fugir dos efeitos negativos do estresse profissional?
  28. O estresse é algo comum no seu cotidiano: você vive isso no trabalho ou já presenciou outras pessoas sofrendo de estresse?
  29. Como você reagiria sofresse de estresse no trabalho?
  30. A competitividade no mercado de trabalho contribui para o surgimento do estresse profissional. Explique como as organizações podem auxiliar seus colaboradores a minimizar o estresse?
  31. Você acredita que um problema se torna "menor" quando compartilhado? Argumente.
  32. Existe uma atividade profissional que não cause estresse?


Bom trabalho galera!


Sphere: Related Content
Creative Commons License