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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Pós-graduação em Sexologia na FAESA



Objetivos
  • Formar profissionais éticos, capazes de explorar, analisar, compreender e interagir as múltiplas dimensões que caracterizam as pessoas, os grupos, a sociedade e a cultura no que tangem à sexualidade humana.
  • Orientar profissionais a atuar em sua área profissional usando os conhecimentos da Sexologia para compreender e intervir em relação a fenômenos e processos relativos à sexualidade humana de acordo com as múltiplas dimensões que caracterizam as pessoas, os grupos, a sociedade e a cultura.


Público-alvo

Psicólogos, Médicos, Enfermeiros, Pedagogos, Educadores, Teólogos, Filósofos, Sociólogos, Antropólogos, e demais profissionais das áreas que fazem interface com os campos de conhecimento da saúde, da educação e das ciências humanas que busquem desenvolver competências para intervenção em contextos que envolvam a sexualidade humana.


Disciplinas

Introdução ao estudo da Sexualidade
História da Sexualidade e da Sexologia
Perspectiva Sócio-Antropológica da Sexualidade
Desenvolvimento Sexual Humano
Farmacologia em Sexologia
Diagnóstico e Técnicas de Entrevista em Sexologia
Tópicos Avançados em Sexologia
Metodologia científica
Ética em Sexologia
Anatomia e Fisiologia Sexual Masculina
Anatomia e Fisiologia Sexual Feminina
Teorias e Sistemas Psicológicos
Psicofisiologia da Sexualidade
Respostas, Disfunções e Inadequações Sexuais
Metodologia da Pesquisa
Didática (optativa)


Corpo Docente

Milton Costa (Especialista)
M.Sc. Carlos Boechat
Atílio Colnago (Especialista)
M.Sc. Fábio Nogueira
Dra. Kirlla Dorneles
M.Sc. Daiana Stursa
Dra. Cláudia Patrocínio Canal
M.Sc.Eliana Cintra 
Dr. Luis Henrique
M.Sc. João Eudes Pinheiro
M.Sc. Diermerson Saqueto
M.Sc. Andréia Nascimento
Eduardo Marsiglia (Especialista)
José Augusto Almeida (Especialista)
Lorena Meneguelli (Especialista)
Dr. Alessandro Fasolo Cezario
Rogério Rodrigues (Especialista)

Coordenação
M.Sc. Carlos Boechat
M.Sc. Fábio Nogueira

Clique aqui para fazer sua inscrição.

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sábado, 4 de dezembro de 2010

Aprendendo a pensar - por Stephen Kanitz

Segue abaixo uma reflexão do Kanitz bem legal. Acho que vou mudar mais um pouco minhas aulas...


***


A maioria das aulas que tive foi expositiva. Um professor, normalmente mal pago e por isso mal-humorado, falava horas a fio, andando para lá e para cá. Parecia mais preocupado em lembrar a ordem exata de suas idéias do que em observar se estávamos entendendo o assunto ou não.

Ensinavam as capitais do mundo, o nome dos ossos, dos elementos químicos, como calcular o ângulo de um triângulo e muitas outras informações que nunca usei na vida. Nossa obrigação era anotar o que o professor dizia e na prova final tínhamos de repetir o que havia sido dito.

A prova final de uma escola brasileira perguntava recentemente se o país ao norte do Uzbequistão era o Cazaquistão ou o Tadjiquistão. Perguntava também o número de prótons do ferro. E ai de quem não soubesse todos os afluentes do Amazonas. Aprendi poucas coisas que uso até hoje. Teriam sido mais úteis aulas de culinária, nutrição e primeiros socorros do que latim, trigonometria e teoria dos conjuntos.

Curiosamente não ensinamos nossos jovens a pensar. Gastamos horas e horas ensinando como os outros pensam ou como os outros solucionaram os problemas de sua época, mas não ensinamos nossos filhos a resolver os próprios problemas.

Ensinamos como Keynes, Kaldor e Kalecki, economistas já falecidos, acharam soluções para um mundo sem computador nem internet. De tanto ensinar como os outros pensavam, quando aparece um problema novo no Brasil buscamos respostas antigas criadas no exterior. Nossos economistas implantaram no Brasil uma teoria americana de "inflation targeting", como se os americanos fossem os grandes especialistas em inflação, e não nós, com os quarenta anos de experiência que temos. Deu no que está aí.

De tanto estudar o que intelectuais estrangeiros pensam, não aprendemos a pensar. Pior, não acreditamos nos poucos brasileiros que pensam e pesquisam a realidade brasileira nem os ouvimos. Especialmente se eles ainda estiverem vivos. É sandice acreditar que intelectuais já mortos, que pensaram e resolveram os problemas de sua época, solucionarão problemas de hoje, que nem sequer imaginaram. Raramente ensinamos os nossos filhos a resolver problemas, a não ser algumas questões de matemática, que normalmente devem ser respondidas exatamente da forma e na seqüência que o professor quer.

Matemática, estatística, exposição de idéias e português obviamente são conhecimentos necessários, mas eu classificaria essas matérias como ferramentas para a solução de problemas, ferramentas que ajudam a pensar. Ou seja, elas são um meio, e não o objetivo do ensino. Considerar que o aluno está formado, simplesmente por ele ter sido capaz de repetir os feitos intelectuais das velhas gerações, é fugir da realidade.

Num mundo em que se fala de "mudanças constantes", em que "nada será o mesmo", em que o volume de informações "dobra a cada dezoito meses", fica óbvio que ensinar fatos e teorias do passado se torna inútil e até contraproducente. No dia em que os alunos se formarem, mais de dois terços do que aprenderam estarão obsoletos. Sempre teremos problemas novos pela frente. Como iremos enfrentá-los depois de formados? Isso ninguém ensina.

Existem dezenas de cursos revolucionários que ensinam a pensar, mas que poucas escolas estão utilizando. São cursos que analisam problemas, incentivam a observação de dados originais e a discussão de alternativas, mas são poucas as escolas ou os professores no Brasil treinados nesse método do estudo de caso.

Talvez por isso o Brasil não resolva seus inúmeros problemas. Talvez por isso estejamos acumulando problema após problema sem conseguir achar uma solução.

Na próxima vez em que seu professor começar a andar de um lado para o outro, pense no que você está perdendo. Poderia estar aprendendo a pensar.

Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br).

Artigo Publicado na Revista Veja, Editora Abril, edição 1763, ano 35, nº 31, 7 de agosto de 2002, página 20.



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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Algumas verdades são simples| #1: vivemos para ser feliz!

Andei pensando muito nos últimos tempos como algumas coisas são simples e não nos damos conta da sua disponibilidade logo ali diante de nós. Minha prática clínica me desafia com biografias as mais diversas, pessoas de lugares e círculos sócio-culturais diferentes buscando a mesma coisa: FELICIDADE.

Um lugar comum tão incomum é essa tal felicidade. E várias pessoas pensando sobre isso. Como eu faço para ser feliz?


Pergunta boa de se fazer, mas que alguns demoram para responder. Já ouvi pessoas me dizerem que não existe resposta para tal pergunta.

Enfim, muito já se escreveu sobre o assunto, as prateleiras das livrarias e bancas rua afora estão abarrotadas de livros e mais livros de auto-ajuda com receitas mil para sermos felizes. E por que ainda assim as pessoas estão tristes?

Creio que esse não seja o lugar para análise filosóficas, sociológicas ou teológicas. Sou muito prático e vou direto ao ponto.



Neste final de semana visitei o site do Happiness Project, referente ao livro de Gretchen Rubin. Não li o livro, mas tenho a impressão que possa ser de valia para algumas pessoas sua leitura. Só o fato de alguém levar a público seu esforço para mudar sua vida, já vale a pena.

Antes de comprar o livro, dê uma olhada no site para conhecer um pouco mais sobre a autora e o livro.

Peço para tomar o cuidado de não tomar qualquer coisa como uma receita infalível para seus problemas. A vida não é bem assim e a situação de cada um de nós deve ser considerada em suas especificidades. Lembre-se que sempre vai se tratar de uma opinião, e que, como toda perspectiva da realidade, é limitada em si mesma e não pode ser reproduzida.

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

NOTÍCIAS PARA PESQUISADORES: Sage libera arquivos por 45 dias!



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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Contos e caminhos iniciáticos

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Como montar um vídeo em casa





Seu professor pediu para você montar um vídeo e você está pensando em deixar a sua vida de lado, fugir de casa e nunca mais voltar pra aula?

Calma... seu problemas acabaram! (veja o vídeo aí de cima! ou leia aqui algumas dicas sobre como usar o Windows Movie Maker)


Pois é... com as mudanças tecnológicas cada vez em ciclos mais curtos, precisamos nos manter informados e atualizados. Um bom professor sempre usa recursos diferentes em sala e tenta manter a atenção dos alunos de forma que eles possam aprender de forma efetiva e duradoura.

É claro que isso também vale para os trabalhos pedidos pelo professor. Eu você acha que ele só quer que você cumpra uma tarefa qualquer para você passar e ele nunca mais sua cara de preguiçoso?

Os trabalhos podem ser uma ótima oportunidade de aprendizado e também de compartilhar com outras pessoas o que você aprendeu. Use a criatividade e monte um vídeo. Assim, você pode fazer um trabalho bem bacana, tirar uma onda com a galera, aprender um tanto e ainda descolar aquela nota salvadora.

Boa sorte! Bom trabalho!

Ah!... e divirta-se!

Até o próximo post.


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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Parece fácil, mas quando mudamos de lugar começamos a entender o problema...





Prometeram que seria apenas no cinema. Será?

Aguardem!

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

VI Seminário de Gerenciamento de Projetos de Espírito Santo (22 e 23 de Setembro)

O PMI oferece uma variedade de oportunidades para manter os profissionais de projetos no topo da profissão, oferecendo um ponto de partida para os iniciantes, promovendo experiências de desenvolvimento profissional para construção da carreira do gerente de projetos e fornecendo ferramentas avançadas para o desenvolvimento da liderança de equipes.

Ao realizar mais uma edição do Seminário de Gerenciamento de Projetos do Espírito Santo, o PMI-ES promove um espaço para discussão sobre o gerenciamento de projetos, a partir da abordagem de seus aspectos teóricos e práticos, buscando a colaboração com as organizações que aplicam esses conhecimentos, a fim de minimizar a lacuna entre a oferta e a demanda por gerentes de projetos capacitados.

A proposta consiste em reunir os praticantes do gerenciamento de projetos da nossa região, em uma conferência com fins educacionais e de relacionamento.

A falta de gerenciamento de projeto tem causado grandes perdas. Apenas a educação pode ajudar o mundo a ter os profissionais de projetos que precisamos.


Público alvo
  • Profissionais que atuam com gerenciamento de projetos nas áreas de Engenharia, Tecnologia da Informação, Saúde, Segurança, Medicina, Recursos Humanos, Ambiental, Educação, Saneamento, Políticas Públicas, Pesquisa, Terceiro Setor entre outras;
  • Profissionais que atuam como Diretores, Gerentes ou Supervisores de empresas;
  • Consultores e Profissionais Independentes;
  • Estudantes e Profissionais de outras áreas com interesses em conhecer mais de perto o Gerenciamento de Projetos.


Clique no link para ver a programação.

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Palestra 0800 na UFES com Ana Bock


A professora, Ana Bock (da PUC São Paulo) estará realizando uma palestra gratuita na UFES, Auditório Externo do CEMUNI VI, no dia 06/08 (6a. feira) às 14 horas. O tema da palestra é: Psicologia e compromisso social.

Obs.: Não é necessário fazer inscrição, entretanto, não serão fornecidos certificados.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pensando sobre a carreira: a resposta está dentro de você

por Adriano Silva

Meu amigo e minha amiga ingênuos. Um leitor do blog me enviou a seguinte questão: “Sou advogado e recebi uma proposta para tratar numa imobiliária, como corretor de imóveis. Você acha uma boa eu migrar para essa nova carreira? Na sua opinião, como anda o mercado de imóveis atualmente?”

Como sempre faço nesses casos, pedi licença ao leitor para dividir a sua pergunta e a minha resposta com todo mundo. Porque é mais rico. Outros leitores podem ajudar a responder a pergunta que me foi feita. E essas respostas, com sorte inclusive a minha, podem servir também à vida de outros incautos que passam aqui pelo blog de vez em quando. Acho que a recente experiência que tivemos respondendo coletivamente à moça que estava considerando acabar com a própria vida comprova isso.

Vamos lá. Eu acho que a troca de carreira, um momento sempre crucial, ansioso, ciclotímico, depende de alguns pontos:

1. Você está feliz? Se está, fique onde está, fazendo que faz hoje. Faça mais e faça melhor o que já vem fazendo. E seja feliz. Isso não tem preço. Nada compra isso. Nem mesmo um salário maior. Sentir-se bem, acordar feliz toda segunda feira para ir trabalhar, curtir os projetos e as pessoas e o seu dia a dia profissional é uma coisa difícil de obter e de manter. Então se você está numa boa, trate de ficar ainda mais numa boa, numa ainda melhor.

2. Você está infeliz? Se está, trate de mudar a sua vida. Diante de uma rotina morrinha, chata, torturante, só há uma alternativa: mudá-la. Trate de se mexer, de alterar o rumo das coisas, de sair da modorra profissional (e pessoal), de colocar o pezinho fora da zona de (des)conforto e tomar uma atitude em direção à felicidade. É uma obrigação que você tem consigo mesmo.

3. Sair do trem atual não significa embarcar automaticamente no trem que está parado do outro lado da plataforma… É isso mesmo: livrar-se do trabalho que você faz hoje, e que o tiraniza, não quer dizer necessariamente aceitar a proposta que lhe foi feita. São duas coisas diferentes. São duas decisões que devem ser tomadas em separado. Uma não deve depender da outra, nem influenciá-la.

Gostaria ainda de sublinhar um ponto que considero fundamental. E que está nas entrelinhas de tudo que eu escrevi aí em cima: na hora de mexer na sua carreira, desde a primeira escolha profissional da vida, até a hora de se aposentar, passando por todas as decisões e revisões que sua trajetória profissional demandar e comportar, olhe para dentro e não para fora. Procure as respostas em você e não no mercado. Descubra o que você quer fazer, o que você deseja para si, o que vai lhe fazer feliz. E não o ramo que está mais quente ou mais frio no momento, nem a empresa que vai lhe pagar circunstancialmente o maior ou o menor salário.

Ao contrário do que dizia o slogan daquela série de TV, a verdade não está lá fora – ela está aí dentro. Boa sorte. Seja muito feliz. Estamos vivos para isso mesmo e não para qualquer outra coisa.


Fonte: Exame


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quinta-feira, 29 de julho de 2010

PALESTRA GRATUITA NO IFES: A arte de conseguir resultados através das pessoas


No dia 24 de agosto, às 19h00, no IFES da Avenida Vitória, acontecerá a palestra “A arte de conseguir resultados através das pessoas”.

Os interessados deverão enviar um e-mail para cursos@coopttec.coop.br e em seguida será enviada uma ficha de inscrição.

A palestra é gratuita e aberta ao público.

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Tá de férias? Ainda dá tempo!

Minhas férias acabaram e aproveitei o tempo para conhecer um pouco mais lugares que gosto muito, visitar museus e exposições.



Recomendo tirar um dia para ir ao centro de Vitória, conhecer as igrejas e a história da cidade. Vale conferir também a exposição do Einstein no Palácio Anchieta e as gravuras de Beatriz Milhazes no MAES.


Depois dê uma esticada até o Museu Vale em Vila Velha para ver a exposição Amazônia, a arte. Aproveite para tomar um caf'é, curtir a baia de Vitória e o movimento no porto. E por falar em Vale, faça trilhas e conheça o parque industrial de Tubarão. Agende seu horário através do e-mail parque.botanico@vale.com (mais informações aqui).


Se puder tirar um tempinho a mais, sugiro subir a BR 262 e visitar a sede de Domingos Martins em Campinho e Pedra Azul. Lá em cima na serra capixaba, ande de cavalo no Fjordland e coma um sanduíche de fillet acompanhado de suco de couve com limão.


Na volta pare em Campinho para almoçar e visite a Casa da Cultura. Lá procure pelo simpático Joel, diretor do museu. Ele vai te contar muitos "causos" interessantes da região e te ensinar sobre a História do Espírito Santo.


Para aqueles abertos a conhecer a diversidade desse lindo Estado, recomendo conhecer o mosteiro zen busdista em Ibiraçu. Quando voltar, suba até João Neiva, faça uma quebra por Aracruz, vá até Santa Cruz e coma uma moqueca no Irajá. Se ainda tiver disposição, pare em Nova Almeida e compre picolé de Itú no Domingos.

Lembre-se de revisar o carro e fazer reservas para os passeios!
Divirta-se!

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Bazar na Bauhaus

Acabei de receber a mensagem abaixo.

Para os apreciadores de móveis com estilo, vale a pena uma visita.



Estamos nos mudando no final desse mês da casa na Rua do Canal e estamos fazendo um bazar para vender parte das nossas coisas: mesas de demolição, sofás da marca IMI e Artefacto, poltronas, estatuetas das gordinhas, objetos de decoração, livros, CD’s, louça, copos e taças, cadeiras e carteiras para cursos, etc...

Quem estiver interessado em vir dar uma olhada, é só aparecer durante essa semana, no período da tarde, entre 15 e 18h.

E quem quiser marcar um outro horário, só entrar em contato.

Um abraço

Fabiola Paulsen

Bauhaus Cultura e Arte

Tel: (27) 3227-6507

Av. Saturnino Rangel Mauro, 488, Jardim da Penha (Rua do Canal)



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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Já pensou em montar sua própria casa?



Isso mesmo! Montar...

Quando crianças, muitos de nós brincaram com blocos de montar e Legos.

A Ecomat desenvolveu blocos de plástico reciclado para ser usado na construção de casas. Imagine você montando sua própria casa e rápido, sem necessidade de argamassa?

Deixe a criança despertar dentro de você!

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Curso de hipnose em Vitória


O Instituto Milton H. Erickson do Espírito Santo abriu inscrições para o nível fundamental do curso de formação em Hipnose Ericksoniana. O nível fundamental é composto pelos seguintes módulos:
  1. Conceitos, teorias e treinamento inicial.
  2. A linguagem hipnótica e o modelo ericksoniano.
  3. As técnicas naturalistas de indução hipnótica.
  4. As intervenções e a utilização da hipnose.

A data de início será confirmada após a formação da turma.

Valores: 5X de 268,00 (Entrada + 4 parcelas) ou 4X de 335,00

Este modulo será aberto a todos as pessoas que possuam graduação ou estejam terminando a graduação.

Mais informações: (27) 3323-1617
miltonerickson.es@gmail.com

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Zeitgeist: ampliando nossos paradigmas de forma crítica





Não estamos aqui para dizer ou desdizer qualquer coisa.
Acreditem no que quiserem, todos temos nossos valores, nossas crenças e isso faz parte da própria construção social.

Mas gostaria de chamar a atenção para um ponto importante. Nossos valores e crenças precisam ser construções baseadas na reflexão e na adesão e não no convencimento ou na alienação.

Pense sobre como você pensa o mundo, sua vida e seus relacionamento.

Zeitgeist é o termo da Filosofia que se refere ao paradigma de uma sociedade em determinado período de tempo. Esse filme critica toda a base de sustentação da cultura judaico-cristã ocidental tentando se ater a fatos e comparações históricas.

Você pode assistir no player aí de cima com no link abaixo com legendas em Português.



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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Percebendo o óbvio


Dias atrás tive a oportunidade de ler um livro que minha màe ganhou há tempos num congresso. Eu ficava intrigado como o livro era pequeno, com poucas páginas. Mas, seu título me fisgou: Óbvio Adams - A história de um empresário de sucesso.

Poxa... se você vai ler sobre um empresário de sucesso, seja case sobre seus negócios ou uma biografia, você acaba esperando um livro daqueles grandes e pra lá de 200 páginas. Imaginem ainda minha cara quando descobri que se tratava de uma obra de ficção.

Entretanto, posso garantir que valeu cada página lida. E, ao final, ficou óbvio porque o livro era tão pequeno. O óbvio é óbvio, não precisa de muita explicação. Basta sermos objetivos, claros e perspicazes.

Vou compartilhar com vocês coisas simples que essa leitura pode nos ensinar.

1) Depois de achadas todas as respostas parecem óbvias
Observo isso quase todos os dias em sala de aula com meus alunos. Poucas são as pessoas que entendem o desenvolvimento de um conceito ou de uma ideia e como algo que hoje nos parece tão simples, um dia foi alvo de questionamentos, discussão e muito trabalho para ser solucionado.

Uma vez resolvido o problema, tudo fica mais fácil. Assim, sempre pergunto para meus pacientes como será sua vida depois que conquistarem o que me pedem nas consultas. Fazemos exercícios para imaginar e construir esse futuro no qual tudo está resolvido e a vida segue com melhor qualidade.

É incrível como saber onde queremos chegar faz a diferença e sentir-se lá no futuro, bem, com tudo resolvido e desfrutando de uma nova vida é uma ponte que nos ajuda a atravessar rios caudalosos.

2) O óbvio está em harmonia com a natureza humana
Se você quiser explicar algo, eu digo para meus orientandos de monografia no UNESC, faça de forma que alguém que não entende do assunto se interesse por ele e compreenda sua explicação.

Talvez, vocês já passaram por situações complicadas com perguntas cabulosas de crianças sobre tudo quanto é fenômeno natural ou social. Se você consegue dizer a verdade para uma criança, sem rodeios, com clareza e objetividade, de forma que ela entenda e aprenda, você está sendo óbvio.

Treine em casa. Se você tentar explicar muito é porque sua ideia é muito complexa. Foque no óbvio!

3) O óbvio não gasta papel
Bem, vamos retomar a questão da clareza, da objetividade e da simplicidade.

Eu aprendi algo muito importante com meu professor de matemática financeira no curso de MBA da Fundação Getúlio Vargas. Ele um dia disse em sala de aula: se você escrever algo e passar de três linhas, o seu leitor já perdeu o foco.

Ideia brilhante! Recomendo isso para meus alunos quando vão fazer trabalhos e provas. Qualquer frase com mais de três linhas pode até ter um impacto prosáico e/ou poético, mas desvia a atenção do que é mais importante na ideia.

Se sua ideia for óbvia, você precisará explicar pouco sobre ela.

4) O óbvio brilha no olhar das pessoas
Se sua for boa e óbvia, vai perceber que as pessoas a entenderam pelo feed back de seu semblante.

Isso é algo muito perceptível em sala de aula. Quando o pessoal não está entendendo o assunto, eles ficam com cara de "Madagascar".


5) O óbvio tem hora certa
Sua ideia pode ser brilhante e dar tudo errado...
Lembre-se que existe o tempo certo para tudo nesta vida. Planeje e esteja preparado, guarde sua ideia e analise o ambiente no qual você está inserido.

Creia! Eu mesmo já montei diversos projetos super interessantes que afundaram porque as pessoas não estavam preparadas para recebê-los.

Primeiro prepare o campo. Depois, semeie. Regue. A colheita virá no tempo certo.


Bom, melhor para por aqui antes de ficar muito complicado, né?

Abraço a todos e até a próxima!




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terça-feira, 13 de abril de 2010

A DELL FAZ PROMOÇÃO MAS NÃO ENTREGA

Hoje meus caros leitores escrevo para deixar aqui registrada minha indignação diante de uma empresa que sustenta todo seu esforço de comunicação no mote da qualidade de seus serviços e produtos.

Comprei um netbook Mini10 da Dell em 5 de março e achei estranho a não entrega do produto após 1 mês corrido. Entrei no site com o número do pedido e não constava em minha conta qualquer compra. Achei estranha a informação e liguei para o suporte pós-venda.

Fui informado que infelizmente por problemas de logística, meu produto somente seria entregue na primeira semana de maio. Pensei eu, putz porque o fulano, meu amigo já recebeu o dele e o meu ainda não chegou e por que isso de meu pedido não aparecer na minha conta no site da DELL.

Hoje, liguei novamente para conferir o status do pedido e me confirmaram a data da primeira semana de maio. Cinco minutos depois me ligam novamente da DELL dizendo que o pedido tinha sido reagendado para o final de maio. A pessoa que ligou não poderia me dar informações e disse que eu deveria ligar para o suporte.

Liguei novamente para o suporte e me transferiram duas vezes até o setor de compras.

Os caras falam de qualidade e tal e ficam me enrolando. Provavelmente houve algum problema no processamento do pedido e depois que lembraram de mim quando liguei, fiquei pro final da fila.

A minha pergunta é: para que fazer promoção, me mandar 3 a 4 e-mails por dia falando sobre produtos, mandar folders para minha casa e escritório e não me entregar um produto pelo qual inclusive já paguei na última boleta do cartão de crédito.

Sinceramente, isso é uma VERGONHA! Empresas como a DELL, que se dizem infalíveis e não fizeram o mínimo de reconhecer o erro e me entregar o produto.

E ainda recebo a seguinte mensagem sobre o estorno da compra:

deVandreia_Vanzin@dell.com
para FABIONOGUEIRAPEREIRA@gmail.com
data13 de abril de 2010 15:14
assuntocancelamento pedido dell 310576004
enviado pordell.com

Boa tarde,

Conforme sua solicitação, seu pedido de ordem 310576004 foi cancelado.

O estorno será realizado em até 20 dias úteis.

Vandréia Vanzin

Representante de Suporte a Vendas

Dell | Brasil Consumer

Atendimento telefônico 0800 970 3366


... e nenhum pedido de desculpas pelo erro, pelo estresse, e por me deixar sem um produto que preciso para trabalhar.

Se soubesse, e podem conferir na minha ligação que foi "gravada para minha segurança", eu teria simplesmente ido até a loja da esquina e comprado o produto do concorrente.

Pedi o cancelamento da compra e o estorno do cartão de crédito, o que fizeram prontamente.
Mas, infelizmente, nenhum pedido de desculpas ou demonstração de pesar pela situação.

Como eles fizeram o cancelamento da compra e o estorno só acontecerá em até 20 dias, sendo que já paguei a primeira parcela da compra e provavelmente pagarei a segunda na próxima fatura, tudo que me resta é apelar para os sites de reclamação na internet, eu blog, twitter, facebook e afins para comunicar a todos minha insatisfação com uma empresa que diz ter a qualidade como ponto forte e ter me atendido tão mal.

Sugiro os sites de reclamação:


Fica aqui também o link das minhas reclamações contra a DELL:



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