terça-feira, 19 de outubro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Projeto de Ética: vários projetos de responsabilidade sócio-ambiental rolando e movimentando a Serra
Os alunos dos 4o período de Administração e 7o período de Ciências Contábeis do Centro Universitário do Espírito Santo (UNESC) estão realizando sob minha orientação diversos projetos sociais.
Clique aqui e saiba o que o pessoal está fazendo para criar algo de impacto social e que leve a população a refletir e se mobilizar.
Aguardamos sua vista...
... e contamos com sua participação! Sphere: Related Content
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Quando as mudanças de comportamento dos funcionários começam a aparecer
É incrível como as pessoas mudam num curto período de tempo. Um funcionário, quando entra na empresa, é sempre solícito, simpático, não tem problema de horário – de começo e fim de expediente, o intervalo do almoço – e todas as regras são respeitadas. Um lindo conto de fadas.
O tempo passa – no nosso caso apenas cinco meses de existência da Nonna -, e às vezes em um mês – ou até uma semana – vemos essas mudanças surgirem. Só uma semana para aquele funcionário que parecia tão “bonzinho” se transformar.
De repente começam os problemas. É o filho que fica doente, a moça que cuidava da criança não cuida mais, é o ônibus que demora muito, a distância começa a ser um empecilho, aquele ônibus da noite sempre passa mais cedo que o normal e já “não tenho como ir embora”… São algumas das coisas que começamos a ouvir. Tudo isso vira obstáculo, mesmo que na entrevista de emprego o candidato tenha dito que “não apresentava problema algum”.
É impressionante como até o humor muda. Agora nem cantar o funcionário canta mais. Quando começamos a pegar um pouco mais no pé, porque muitas vezes é necessário, ele parece outra pessoa.
Ironias à parte, tenho percebido em alguns casos que só a entrevista e o currículo não são suficientes para avaliar um colaborador. Numa empresa pequena também não temos muito recursos para um processo de seleção mais apurado. É no dia a dia que precisamos estar próximos, acompanhar os passos e desenvolver uma liderança atenta à gestão de pessoas, desde a entrada na empresa ao seu desenvolvimento, buscando utilizar o máximo da capacidade de cada funcionário sem que eles percam a motivação. Isso é um grande desafio para qualquer empresa.
Agora vou ser sincero. Tenho tido experiências sofríveis com colaboradores que deixaram a empresa. Na hora da rescisão aparece cada reivindicação… Mas isso é um assunto para o próximo post.
Fonte: O PRIMEIRO DA MINHA EMPRESA - PEGN
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
VI Seminário de Gerenciamento de Projetos de Espírito Santo (22 e 23 de Setembro)
- Profissionais que atuam com gerenciamento de projetos nas áreas de Engenharia, Tecnologia da Informação, Saúde, Segurança, Medicina, Recursos Humanos, Ambiental, Educação, Saneamento, Políticas Públicas, Pesquisa, Terceiro Setor entre outras;
- Profissionais que atuam como Diretores, Gerentes ou Supervisores de empresas;
- Consultores e Profissionais Independentes;
- Estudantes e Profissionais de outras áreas com interesses em conhecer mais de perto o Gerenciamento de Projetos.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
PALESTRA GRATUITA NO IFES: A arte de conseguir resultados através das pessoas
Os interessados deverão enviar um e-mail para cursos@coopttec.coop.br e em seguida será enviada uma ficha de inscrição.
A palestra é gratuita e aberta ao público. Sphere: Related Content
terça-feira, 27 de julho de 2010
Latas coloridas e campanha institucional: a Ambev em novos tempos?
domingo, 23 de maio de 2010
SEMINÁRIO INTERNACIONAL: Prof. Dr. OMAR AKTOUF
Sphere: Related Content
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Percebendo o óbvio
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Líder, Liderança e Resiliência
quarta-feira, 12 de maio de 2010
6o Seminário de Gestão Organizacional Contemporânea & 1o Congresso de Tecnologias de Gestão e Subjetividades
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Acompanhamento de trabalhos acadêmicos
Desenvolver um trabalho acadêmico costuma ser difícil para muitos universitários. A preocupação com formatação, metodologia e prazo de entrega é tão grande, que a relevância acadêmica e profissional que o trabalho poderia proporcionar fica com frequência em segundo plano, assim como a satisfação pessoal que pode advir desse tipo de realização. Público alvo Estudantes universitários e pós-universitários de todas as regiões do Brasil e países de Língua Portuguesa, que desejem produzir trabalhos de acordo com a metodologia acadêmico-científica nas áreas de Psicologia, Pedagogia, Administração, Economia, Ciências Sociais, Serviço Social, Direito, Filosofia, História, e áreas afins. Professora Fernanda Insfrán é Doutora em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atua na área clínica (Abordagem Centrada na Pessoa), escolar e de pesquisa acadêmica. Foi professora da Universidade Santa Úrsula (curso de Psicologia), Universidade Cândido Mendes (curso de Administração e MBA em Gestão de Pessoas) e Fundação Getúlio Vargas (curso de Administração). Orientou dezenas de monografias de conclusão de curso nestas universidades e atualmente coordena um grupo de pesquisa na UFRJ sobre Representações sociais e relações no ambiente educativo. Mais informações sobre o curso online aqui.
terça-feira, 16 de março de 2010
O ser humano como centro das atenções
Confira por que o RH é tão importante quanto as velhas vedetes organizacionais: Financeiro, Produção, Engenharia, Marketing e Vendas “No final das contas, nós apostamos nas pessoas, não nas estratégias” As características que definem o ambiente dos negócios sofreram mudanças profundas nesta primeira década do século XXI. No novo ambiente econômico, a principal fonte de produção vem migrando do capital físico para o capital intelectual, o que faz da gestão de pessoas um fator crítico para a criação de valor nas organizações. Passada a era da reengenharia, da reestruturação organizacional e dos investimentos em projetos de qualidade total, o mundo corporativo vive hoje em plena era do conhecimento e informação. Para sobreviver neste ambiente o principal desafio dos executivos e gestores de negócio é a incessante busca por vantagens competitivas pelo aprendizado contínuo. Na opinião do brilhante observador social americano Alvin Toffler, “na onda da informação o poder deriva do conhecimento”. Contudo, seria impossível agregar conhecimento, mais importante fonte de poder em nossa época, para a organização sem gerenciar o capital humano. O conhecimento das organizações depende fundamentalmente das pessoas, o que é bastante coerente com o discurso que tenho ouvido de muitos colegas afirmando que “as pessoas são o grande diferencial competitivo das organizações”. Quando uma companhia consegue enxergar e gerenciar os conhecimentos, as habilidades e as atitudes de seus funcionários, ela obtém também o insumo fundamental para manter o crescimento de seu negócio baseado em vantagens competitivas. Isso é o que chamamos de gestão estratégica de Recursos Humanos. Felizmente, esse conceito começa a ganhar cada vez mais importância em nosso país. Já existe um contingente expressivo de empresas que se estruturaram, ou já procuraram fazer isso, para atingir esse nível de gestão de pessoas. Neste ambiente, o RH se tornou uma peça fundamental para que a organização consiga superar seus desafios. A gestão de Recursos Humanos na organização toma uma conotação estratégica neste contexto. O RH deixa de ser um mero centro de custos, uma área de postura reativa, para se tornar uma fonte de lucros à medida que disponibiliza instrumentos para identificar as competências necessárias para o sucesso do negócio. Esses instrumentos devem ajudar a obter um maior grau de precisão nos processos seletivos, a desenvolver os colaboradores de forma mais eficaz e até mesmo a mudar a cultura da organização para a valorização do talento. Como já afirmou Jack Welch, palestrante da ExpoManagement 2009, “um líder de alto nível precisa de um sistema de integridade, na qual a avaliação das pessoas é feita com o mesmo nível de precisão com que é feito o balanço da empresa”. Daniel de Carvalho Luz (Diretor de Recursos Humanos para América do Sul da Johnson Controls – Power Solutions e professor dos cursos de pós-graduação da FAAP) HSM Online
Larry Bossidy, CEO aposentado da Honeywell
As empresas perceberam que para se tornar competitivas nesse mercado globalizado não basta ter os melhores recursos tecnológicos. A tecnologia de ponta e as boas práticas de gestão, apesar de serem realmente importantes, não são suficientes para a obtenção de diferenciais no mercado.
22/02/2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Mudando o foco do problema para a solução
TEDxSP 2009 - Fábio Barbosa from TEDxSP on Vimeo.
sexta-feira, 5 de março de 2010
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Como ser um gestor líder
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Quando um aparente problema pode ser uma solução
terça-feira, 30 de junho de 2009
Novas soluções para gestão> BSA disponibiliza produto para gestão comercial nas nuvens
por Paula Rothman, INFO online
SÃO PAULO - A BSA oferece no mercado brasileiro uma solução de gestão de vendas para o mercado financeiro hospedada na web, a CredForce.
A solução oferece a bancos e promotoras de crédito ferramentas como relatórios de informações cruzadas, detalhamento de rentabilidade e controle de contratos e comissões especificados por unidades, grupos ou vendedores.
“Todas as ferramentas que estão no mercado fazem a parte operacional. O ponto principal do CredForce é que, além disso, ele faz a gestão comercial. Já tem um CRM acoplado nele”, diz João Paulo Azevedo, VP de marketing da BSA Brasil.
O CredForce pode ser acessado via aparelhos móveis, permitindo que o vendedor saiba já durante a visita se, por exemplo, o cliente já está ou não inscrito no INSS.
“Essas empresas têm uma parte grande da equipe na rua que, normalmente, preenchem uma proposta no papel, depois levam para a sede e digitalizam. Permitindo o acesso via smartphones, já é possível capturar alguns dados na hora e definir melhor a oferta”, diz Azevedo.
A BSA aposta em no produto específico para um setor que se mostra promissor. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o setor financeiro gastou 15% a mais em TI em 2008 que no ano anterior, chegando a investimentos de 16,2 bilhões de reais.
Fonte: INFO online







