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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Minha réplica para a capa "Do you speak Google?" da Veja desta semana




Bom, não costumo discutir sobre artigos de revista por aqui nem escrever sobre tecnologia, mas acho que a capa de Veja desta semana merece um post.

A Veja dedicou uma longa reportagem e um artigo de análise sobre o Google Tradutor (serviço de tradução online) na edição desta semana.

Com certeza o serviço é bom. Palavra de ex-teacher/tradutor/intérprete, intercambista por duas vezes e meia, ex-preparador/suporte para intercambistas e sua famílias e falante de cinco idiomas. Inclusive já usei o tradutor no meu Google Chrome e não tenho o que reclamar apesar de algumas traduções meio toscas. A reportagem é exata: ao menos sabemos do que se trata a página ou o texto traduzido.

O que não gostei foi a ideia de substituir o aprendizado da língua pela tradução computadorizada. Creio que a questão não seja apenas falar o idioma, mas entender e se fazer entendido. Mesmo que o tradutor seja impecável, resta a conotação da mensagem. E isso meus amigos, só para quem aprende a língua e a cultura de um povo.

Aprender um idioma é uma experiência única, amplia nossos horizontes, quebras as barreiras do etnocentrismo e nos permite entender o próximo a partir de seu ponto de vista.

Essas ferramentas vão ajudar e muito nossas vidas, mas tenho o receio de criar certa involução social, no sentido de que falaremos mais a nossa própria língua em detrimento de aprender outras. Assim, teremos um mundo globalizado extremamente fundamentalista no localismo; algo como um fenômeno GLOCAL.

Para termos uma globalização real, é necessário que aprendamos com outras culturas. O momento atual é ainda de plastificação cultural com os enlatados estadunidenses e afins. Porém, a internet quando bem utilizada possibilita que falantes de dialetos e línguas quase mortas possam entrar em contato e manter a cultura viva.

As nuvens da web são o habitat mais adequado para mantermos as produções culturais de um povo a todo vapor; afinal, a web 2.0 é um lugar razoavelmente democrático.


Abra sua cabeça!
Faça a diferença!
Faça diferente!
Aprenda com a vida!
Aprenda com a gente*!

* leia-se pessoas...

PS: Atualização do tipo BREAKING NEWS!!!

Acabo de receber via twitter mensagem da @Time sobre o Google Translate para telefones Android logo depois de ter postado.

Leia reportagem aqui.

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terça-feira, 26 de maio de 2009

A revista VEJA abriu todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet


Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço http://veja.abril.com.br/acervodigital/.
A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos.
A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.

O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse. O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.
Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas.


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quinta-feira, 10 de abril de 2008

Curtas

Algumas mudanças ocorridas nesse início de século podem mudar a configuração geopolítica. Passo a passo o processo de globalização traz novidades antes não esperadas por muitas pessoas.
Uma delas é o número de bilionários se deslocar dos EUA para outros países. Hoje, Moscou é residência de 74 magnatas segundo a Forbes. Manhatan parece não ser mais a capital mundial?

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0915/mundo/m0155884.html


Assim como a classe C no Brasil, capa de Veja desta semana, o mundo mulçumano tem se tornado mercado promissor. Várias empresas tem aberto filiais em países do Oriente Médio e no sul da Ásia, bem como universidades campi em metrópoles árabes.

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0915/mundo/m0155889.html


A indiana Tata Motors fabricante do famoso carro de US$ 2.500 comprou a Jaguar e negocia com Eike Batista a abertura de sua primeira planta no Brasil.
http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0155419.html
http://portalexame.abril.com.br/ae/negocio/m0156561.html


Chaves confirmou ontem a nacionalização da Sidor, empresa com 16,6% de participação da Usiminas, dentre outras empresas.
http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0156680.html


A Yahoo! tem sofrido assédio agressivo da Microsoft para aquisição da empresa que disponibiliza a seus usuários uma gama de ferramentas e serviços variados online. Na tentativa de agregar conhecimento e capital intelectual que seja diferencial para seu planejamento de defesa frente ao avanço do Google.

http://portalexame.abril.com.br/tecnologia/m0156662.html
http://edition.cnn.com/2008/BUSINESS/04/10/yahoo.microsoft.ap/index.html


David Neeleman, fundador da inovadora JetBlue e fundador da nova companhia de aviação brasileira (ainda sem nome), pretende deixar a JetBlue para se dedicar de corpo e alma ao mercado brasileiro. Entre os parceiros de Neeleman nesse empreitada estão nada mais nada menos do que George Soros, Armínio Fraga e bilionário Julio Bozano. Quem quer encarar essa fera? Acho melhor a Gol e a TAM começarem a fazer seu dever de casa.
http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0156715.html


Last but not least: Coca-cola usa a rivalidade Brasil-Argentina para fazer campanha publicitária. Quem é melhor Maradona ou Biro-Biro???
http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0156641.html

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