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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Algumas verdades são simples| #1: vivemos para ser feliz!

Andei pensando muito nos últimos tempos como algumas coisas são simples e não nos damos conta da sua disponibilidade logo ali diante de nós. Minha prática clínica me desafia com biografias as mais diversas, pessoas de lugares e círculos sócio-culturais diferentes buscando a mesma coisa: FELICIDADE.

Um lugar comum tão incomum é essa tal felicidade. E várias pessoas pensando sobre isso. Como eu faço para ser feliz?


Pergunta boa de se fazer, mas que alguns demoram para responder. Já ouvi pessoas me dizerem que não existe resposta para tal pergunta.

Enfim, muito já se escreveu sobre o assunto, as prateleiras das livrarias e bancas rua afora estão abarrotadas de livros e mais livros de auto-ajuda com receitas mil para sermos felizes. E por que ainda assim as pessoas estão tristes?

Creio que esse não seja o lugar para análise filosóficas, sociológicas ou teológicas. Sou muito prático e vou direto ao ponto.



Neste final de semana visitei o site do Happiness Project, referente ao livro de Gretchen Rubin. Não li o livro, mas tenho a impressão que possa ser de valia para algumas pessoas sua leitura. Só o fato de alguém levar a público seu esforço para mudar sua vida, já vale a pena.

Antes de comprar o livro, dê uma olhada no site para conhecer um pouco mais sobre a autora e o livro.

Peço para tomar o cuidado de não tomar qualquer coisa como uma receita infalível para seus problemas. A vida não é bem assim e a situação de cada um de nós deve ser considerada em suas especificidades. Lembre-se que sempre vai se tratar de uma opinião, e que, como toda perspectiva da realidade, é limitada em si mesma e não pode ser reproduzida.

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sábado, 19 de junho de 2010

Da sintaxe à semântica: minha despedida mal entendida à José Saramago

Ontem escrevi a seguinte mensagem no meu Orkut, abre aspas tchau, Saramago fecha aspas com exclamação, e logo começou uma discrepância entre meus amigos sobre o que teria eu dito com aquelas palavras lançadas assim ao vento cibernético em meus às nuvens do Google e da web, e fiquei marcado como opositor ou crítico do escritor lusófono ao não prever o impacto da sintaxe em relação à semântica de minhas palavras não entonadas, grafadas somente no meu restrito entender.

Mesmo com três de suas obras lidas por estes meus olhos que a terra não há de comer - preferiria ser cremado a concretizar os sonhos dos vermes e das raízes das gramas ao misturar o pouco de humano que resta ao corpo à mãe Terra e transmutar aquilo que fora gente em pó novamente e retomar o ciclo que surgiu no início dos tempos e que processará toda a Natureza até o seu fim sem ponto, sem vírgula e sem testemunhas para versar a linda biografia universal do existir - fui incompreendido por não antever a possibilidade de minha direta e objetiva declaração.

Não sei se por rudeza e falta de lirismo de minha parte, já que me considero algo como um estruturalista concretista quadrado, isso num sentido mais geométrico que direitista, visto minha afinidade com os entendimentos políticos do falecido autor e de outros tantos autores de minha crônica preferência, ou por egoísmo, ou simples chiste de uma composição formulada às pressas e desprovida de qualquer conotação afetiva maior.

Quando recebi a réplica contrariada de minha sentença, a primeira reflexão que se produziu se apegou na lógica mínima da incoerência de uma frase com referências a outros mundos, paraísos e qualquer além que estivesse além do Ribatejo, de onde surgiu tal grandioso autor. Falar de um adeus ou de um até breve seria nefasto e incongruente para falar de menos ou ao menos me revelaria verdadeiro provocador com ato dirigido neste caminho de pensamento.

Um ponto somente me entristece ao ver a imagem de Saramago tratado como figura pop: piadas no Twitter, comentários de Sandy e milhares de reportagens.

De que valem comentários apócrifos se o que vale no fim é a vida vivida e não a morte que nos toma sem rodeios nem prosa nem verso nossa breve e tênue humanidade.

O que desespera minha alma é me lembrar de Saramago todas as vezes que corrijo provas e me deparo com tanta (falta de) homenagens àquele que bem soube subverter o linguajar grafado em prol de uma textura mais próxima da promíscua oralidade.



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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Percebendo o óbvio


Dias atrás tive a oportunidade de ler um livro que minha màe ganhou há tempos num congresso. Eu ficava intrigado como o livro era pequeno, com poucas páginas. Mas, seu título me fisgou: Óbvio Adams - A história de um empresário de sucesso.

Poxa... se você vai ler sobre um empresário de sucesso, seja case sobre seus negócios ou uma biografia, você acaba esperando um livro daqueles grandes e pra lá de 200 páginas. Imaginem ainda minha cara quando descobri que se tratava de uma obra de ficção.

Entretanto, posso garantir que valeu cada página lida. E, ao final, ficou óbvio porque o livro era tão pequeno. O óbvio é óbvio, não precisa de muita explicação. Basta sermos objetivos, claros e perspicazes.

Vou compartilhar com vocês coisas simples que essa leitura pode nos ensinar.

1) Depois de achadas todas as respostas parecem óbvias
Observo isso quase todos os dias em sala de aula com meus alunos. Poucas são as pessoas que entendem o desenvolvimento de um conceito ou de uma ideia e como algo que hoje nos parece tão simples, um dia foi alvo de questionamentos, discussão e muito trabalho para ser solucionado.

Uma vez resolvido o problema, tudo fica mais fácil. Assim, sempre pergunto para meus pacientes como será sua vida depois que conquistarem o que me pedem nas consultas. Fazemos exercícios para imaginar e construir esse futuro no qual tudo está resolvido e a vida segue com melhor qualidade.

É incrível como saber onde queremos chegar faz a diferença e sentir-se lá no futuro, bem, com tudo resolvido e desfrutando de uma nova vida é uma ponte que nos ajuda a atravessar rios caudalosos.

2) O óbvio está em harmonia com a natureza humana
Se você quiser explicar algo, eu digo para meus orientandos de monografia no UNESC, faça de forma que alguém que não entende do assunto se interesse por ele e compreenda sua explicação.

Talvez, vocês já passaram por situações complicadas com perguntas cabulosas de crianças sobre tudo quanto é fenômeno natural ou social. Se você consegue dizer a verdade para uma criança, sem rodeios, com clareza e objetividade, de forma que ela entenda e aprenda, você está sendo óbvio.

Treine em casa. Se você tentar explicar muito é porque sua ideia é muito complexa. Foque no óbvio!

3) O óbvio não gasta papel
Bem, vamos retomar a questão da clareza, da objetividade e da simplicidade.

Eu aprendi algo muito importante com meu professor de matemática financeira no curso de MBA da Fundação Getúlio Vargas. Ele um dia disse em sala de aula: se você escrever algo e passar de três linhas, o seu leitor já perdeu o foco.

Ideia brilhante! Recomendo isso para meus alunos quando vão fazer trabalhos e provas. Qualquer frase com mais de três linhas pode até ter um impacto prosáico e/ou poético, mas desvia a atenção do que é mais importante na ideia.

Se sua ideia for óbvia, você precisará explicar pouco sobre ela.

4) O óbvio brilha no olhar das pessoas
Se sua for boa e óbvia, vai perceber que as pessoas a entenderam pelo feed back de seu semblante.

Isso é algo muito perceptível em sala de aula. Quando o pessoal não está entendendo o assunto, eles ficam com cara de "Madagascar".


5) O óbvio tem hora certa
Sua ideia pode ser brilhante e dar tudo errado...
Lembre-se que existe o tempo certo para tudo nesta vida. Planeje e esteja preparado, guarde sua ideia e analise o ambiente no qual você está inserido.

Creia! Eu mesmo já montei diversos projetos super interessantes que afundaram porque as pessoas não estavam preparadas para recebê-los.

Primeiro prepare o campo. Depois, semeie. Regue. A colheita virá no tempo certo.


Bom, melhor para por aqui antes de ficar muito complicado, né?

Abraço a todos e até a próxima!




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segunda-feira, 17 de maio de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ler, Registar e Libertar: Trote Literário UNESC

O livro caindo n'alma
É germe - que faz a palma
É chuva - que faz o mar.
Castro Alves


A leitura engrandece a alma
Voltaire


Prezado estudante,
Já se foi o tempo em que o ingresso no Ensino Superior era marcado por trotes violentos e humilhantes. Precisamos (re)significar esta prática com generosidade, afetividade e cidadania. Gostaria de contar com sua parceria no “Trote Literário UNESC”. Pretendemos realizar esta ação ao longo da próxima semana (08 a 12/03). Queremos provocar os moradores do município de Serra com uma ação de guerrilha literária. Incentive seus colegas de sala, vizinhos e amigos a realizarem uma doação diferente, no modelo bookcrossing. Onde a pessoa deixa um livro em local publico e por meio de uma mensagem convida a pessoa que encontrou o livro a repetir o gesto, deixando o livro em outro ponto da cidade, gerando assim uma rede de leitores.


O bom de um livro é que se leia.
Umberto Eco


Por muito tempo foi sinal de erudição ter uma biblioteca repleta de livros na estante, mesmo que estes livros nunca tivessem sido lidos. Hoje que vivemos em uma sociedade da informação mediada por tecnologias que armazenam bibliotecas inteiras num pen-drive. Já não faz sentido acumular livros como troféus, as estantes não mais devem ser convertidas em cemitérios de palavras mortas. Os livros precisam ganhar vida nas mãos de um leitor.


Agora, livro meu, vai, vai para onde o acaso te leve.
Paul Verlaine


“Este livro foi doado ao mundo por meio do projeto “Ler, Registar e Libertar”. Estou doando para você este livro, espero que faça uma boa leitura. Gostaria que após a leitura você fizesse o mesmo que eu fiz. Deixe o livro em algum lugar publico para que outro leitor possa ter o mesmo prazer.

Leia, registre e liberte seus livros também”.


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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Puxe a cadeira e relaxe...

Na comunidade literária Sala de Leitura, você terá acesso a obras literárias, agenda de eventos, notícias e muito mais.


Cadastre-se e participe!


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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Mais uma rede social: Skoob

O Skoob tem como objetivo compartilhar entre seus usuários o que você está lendo, o que já leu e o que ainda vai ler. Seus amigos fazem o mesmo e assim, todos compartilham suas opiniões e críticas.


O primeiro passo é se cadastrar no skoob, tornando-se um "skoober", depois adicione seus livros à sua estante. A partir daí as coisas começam a ficar mais divertidas, existem várias ferramentas no site para você interagir com outros skoobers.


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sexta-feira, 24 de julho de 2009

O que não descobrimos no Google?...

Hoje me dediquei a interessante tarefa de descobrir o que o Google sabe sobre minha pessoa e divulga por aí.

Fiquei surpreso quando descobri que um capítulo de livro que escrevi está online.
Se quiserem ler, cliquem aqui.

Abs a todos e boa leitura!


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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Lançamento do livro de crônicas Todo Sentimento no Don Camaleone



Para quem quiser conferir um pouquinho do que terá no livro, novidades sobre o lançamento, etc, é só acessar o blog Todo Sentimento: http://todosentimento.zip.net/.


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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Lançamento de livro sobre hipnose de Maurício Neubern


O professor Maurício Neubern lança no próximo dia 19 seu novo livro.
Parabéns, Maurício!

PS: Quero um exemplar autografado... =)


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sábado, 11 de abril de 2009

Sobre a origem da poesia


Arnaldo Antunes
"12 Poemas para dançarmos" (12 poems to be danced: 2000)

A origem da poesia se confunde com a origem da própria linguagem.

Talvez fizesse mais sentido perguntar quando a linguagem verbal deixou de ser poesia. Ou: qual a origem do discurso não-poético, já que, restituindo laços mais íntimos entre os signos e as coisas por eles designadas, a poesia aponta para um uso muito primário da linguagem, que parece anterior ao perfil de sua ocorrência nas conversas, nos jornais, nas aulas, conferências, discussões, discursos, ensaios ou telefonemas.

Como se ela restituísse, através de um uso específico da língua, a integridade entre nome e coisa — que o tempo e as culturas do homem civilizado trataram de separar no decorrer da história.

A manifestação do que chamamos de poesia hoje nos sugere mínimos flashbacks de uma possível infância da linguagem, antes que a representação rompesse seu cordão umbilical, gerando essas duas metades — significante e significado.

Houve esse tempo? Quando não havia poesia porque a poesia estava em tudo o que se dizia? Quando o nome da coisa era algo que fazia parte dela, assim como sua cor, seu tamanho, seu peso? Quando os laços entre os sentidos ainda não se haviam desfeito, então música, poesia, pensamento, dança, imagem, cheiro, sabor, consistência se conjugavam em experiências integrais, associadas a utilidades práticas, mágicas, curativas, religiosas, sexuais, guerreiras?

Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico, projetado sobre um passado pré-babélico, tribal, primitivo. Ao mesmo tempo, cada novo poema do futuro que o presente alcança cria, com sua ocorrência, um pouco desse passado.

Lembro-me de ter lido, certa vez, um comentário de Décio Pignatari, em que ele chamava a atenção para o fato de, tanto em chinês como em tupi, não existir o verbo ser, enquanto verbo de ligação. Assim, o ser das coisas ditas se manifestaria nelas próprias (substantivos), não numa partícula verbal externa a elas, o que faria delas línguas poéticas por natureza, mais propensas à composição analógica.

Mais perto do senso comum, podemos atentar para como colocam os índios americanos falando, na maioria dos filmes de cowboy — Eles dizem "maçã vermelha", "água boa", "cavalo veloz"; em vez de "a maçã é vermelha", "essa água é boa", "aquele cavalo é veloz". Essa forma mais sintética, telegráfica, aproxima os nomes da própria existência — como se a fala não estivesse se referindo àquelas coisas, e sim apresentando-as (ao mesmo tempo em que se apresenta).

No seu estado de língua, no dicionário, as palavras intermediam nossa relação com as coisas, impedindo nosso contato direto com elas. A linguagem poética inverte essa relação pois vindo a se tornar, ela em si, coisa, oferece uma via de acesso sensível mais direto entre nós e o mundo.

Segundo Mikhail Bakhtin, (em "Marxismo e Filosofia da Linguagem") "o estudo das línguas dos povos primitivos e a paleontologia contemporânea das significações levam-nos a uma conclusão acerca da chamada 'complexidade' do pensamento primitivo. O homem pré-histórico usava uma mesma e única palavra para designar manifestações muito diversas, que, do nosso ponto de vista, não apresentam nenhum elo entre si. Além disso, uma mesma e única palavra podia designar conceitos diametralmente opostos: o alto e o baixo, a terra e o céu, o bem e o mal, etc". Tais usos são inteiramente estranhos à linguagem referencial, mas bastante comuns à poesia, que elabora seus paradoxos, duplos sentidos, analogias e ambiguidades para gerar novas significações nos signos de sempre.

Já perdemos a inocência de uma linguagem plena assim. As palavras se desapegaram das coisas, assim como os olhos se desapegaram dos ouvidos, ou como a criação se desapegou da vida. Mas temos esses pequenos oásis — os poemas — contaminando o deserto da referencialidade.

Incluído no libreto do espetáculo “12 Poemas para dançarmos”, dirigido por Gisela Moreau, São Paulo



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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

FLIFLORESTA

Manaus será a sede do Festival Literário Internacional da Floresta – Flifloresta 2008, que ocorrerá de 17 a 22 de novembro. O evento é uma realização do Instituto Nacional Valer de Cultura (INVC), Serviço Social do Comércio (Sesc-AM), Câmara Amazonense do Livro e Leitura (Call), Universidade do Estado do AMzonas (UEA), Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Sect), Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado do Amazonas (Fapeam), Rede Amazônica de Televisão, Prefeitura Municipal de Manaus e parceiros. Está sob a coordenação de um grupo de intelectuais e profissionais liberais unidos pelo compromisso com a promoção do livro, com o estímulo à leitura e com a valorização dos escritores amazonenses.

O Festival tem como meta desenvolver um canal de comunicação qualificado de escritores da Amazônia com autores de todos os continentes. O resultado dessa iniciativa será o intercâmbio constante entre os artistas da palavra da Amazônia, do Brasil e de outros países.
O Flifloresta também realizará discussões e debates sobre: o meio ambiente amazônico no contexto das mudanças climáticas e patrimônio cultural das suas populações, e sobre a importância da leitura e a formação de novos leitores.

O evento tem o objetivo de promover a leitura e o contato dos leitores com escritores da Amazônia, de outras regiões do país, da América Latina e demais partes do mundo. O propósito do Flifloresta é ser um ponto de debate e reflexão com base na perspectiva da literatura, dos grandes temas do nosso tempo, com ênfase na luta em defesa da Amazônia e do meio ambiente do planeta. A experiência da discussão e do intercâmbio cultural na Amazônia diminuirá as distâncias entre os autores da região e do Brasil.
Fora do Parque dos Bilhares, onde se realizará a celebração ao livro, o Flifloresta desenvolverá atividades em universidades e escolas públicas e particulares. No caso das escolas, o Ensino Fundamental terá prioridade. O público infanto-juvenil terá uma programação especial: o Florestinha.
Com o objetivo de aproximar os alunos do livro, haverá uma programação particular, por meio de um evento paralelo intitulado Florestinha, dedicado ao público infanto-juvenil.

Para ver a programação do evento, clique aqui.


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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Literatura virtual

Os livros impressos parecem ter ainda pela frente longa vida. Alguns apetrechos foram desenvolvidos para ler obras em formato digital; entretanto, o contato das páginas com as pontas dos dedos é, até o momento, irreproduzível.

Mas isso é coisa do século passado, dizem alguns...
Ok! Se quiserem conferir ficção produzida na internet, visitem:

We tell stories
Foreigners
O livro de todos
A million peguins

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Você já leu um disco?


A Mojo Books tem uma novidade para você. Ela é uma editora 100% digital - a primeira do Brasil - e se propõe a ousada tarefa de publicar livros que contem sobre músicas.

Como é que é?!?!

Isso mesmo, a Mojo se fez a pergunta: se música fosse literatura, que história contaria?

Seu catálogo conta com 68 títulos até o momento deste post, abrangendo artista como Depeche Mode, Michael Jackson, U2, David Bowie, Cartola, Pitty, Caetano Veloso, Kraftwerk, entre outros.

Bem, é uma alternativa para leitura e, sem dúvida, um incentivo para nos perguntarmos o que está por trás da música que ouvimos ou que narrativas nossa imaginação pode criar a partir delas.

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segunda-feira, 14 de julho de 2008

A lição final

A Lição Final é o livro sobre a palestra dada pelo professor Randy Pausch na Carnegie Mellon University. Neste hot site você pode comprar o livro e assistir ao video da palestra.

Clique aqui para fazer uma visita.

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quinta-feira, 17 de abril de 2008

Racionais ou pura ilusão



Diversas teorias econômicas tentam prever o comportamento das pessoas, porém todas falham por entederem que sempre faríamos uma escolha racionalmente. Mesmo quando tratamos de bens materiais, outros fatores, como aspectos psicológicos e biológicos, atuam no processor decisorial. Assim, avaliamos as opções disponíveis, calculamos os custos da investida, o retorno do investimento e as conseqüências de tal tomada de decisão (ou da reprovação de tal escolha ou do direcionamento para outras possibilidades).

Escolher é preciso e faz parte da vida. Todo dia quando acordamos, decidimos se saimos da cama para ir trabalhar ou estudar. Decidimos o que comemos, o que vestimos, nossos amigos... O novo ramo da Economia Comportamental inclusiv e já é digno de nota através do meu colega Daniel Kahnema, psicólogo ganhador do prêmio Nobel de economia em 2002.

Eu não sei se vocês vão comprar o livro Previsivelmente Irracional — Como as Situações do Dia-a-Dia Influenciam as Nossas Decisões de Dan Ariely. Eu vou. Quem estiver curioso sobre as idéias de Ariely, é só ler a matéria da Exame.

Para aqueles que acreditam nos números, sugiro que confiram o inusitado site Cálculo Exato. Lá você pode fazer diversos tipos de cálculos financeiros, conversões de unidades e moedas e avaliar a quantas andam as suas dívidas. Vale a pena conferir!

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