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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Como mudar sua história de vida: algumas dicas de Tony Robbins

Dei de cara com este vídeo super bacana do Tony Robbins semana passada e pensei em compartilhar com vocês. Robbins é super competente na utilização de Programação Neurolinguística e tem um programa no canal estadunidense NBC chamado Breakthrough.




Neste vídeo ele fala sobre o caso de Juaquin Hawkins - jogador de basquete da NBA que teve um AVC.



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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

VOCÊ PODE: o poder do "praticar, praticar, praticar"

Tenho lido algumas reportagens sobre como podemos moldar nossas habilidades através da prática, fato esse que vivencio em meu cotidiano como psicólogo clínico e professor. Manter o hábito de se fazer algo é a melhor forma de ser bom no que se faz. A experiência vai moldando nossas habilidades, nossas emoções e tudo parece possível. Mesmo que você não seja tão bom em algo, por questões extra como disposições genéticas ou genéricas (ambientais, sociais, entre outras), com certeza você perceberá a superação no desafio ao qual se propôs.

A repetição, leia-se prática sistematizada e progressiva, pode te levar a quase qualquer proficiência. Praticar, tentar e acreditar que é possível é a chave mestra. Dedicar tempo aos seus projetos vai fazer toda a diferença: você pode até ser bom em algo, mas se não praticar e se esforçar, nunca será tão bom quanto poderia ser. Aí entra algo chamado interesse. Quando você descobre que realmente ama algo, que tem paixão por uma causa, isso sim vai fazer toda a diferença.

Alinhamento de missão e valores - tema de muitas de minhas aulas. O maior exemplo que posso dar: eu realmente preciso acreditar no que estou fazendo. Como posso ajudar alguém em minha prática clínica se não acreditasse que é possível aquela pessoa ali na minha frente mudar sua vida e readiquirir qualidade de vida. Como posso ser professor se não ver meus alunos ao final do semestre com mais conhecimento e habilidades desenvolvidas através de nossa interação em sala de aula.

Tudo começa conosco, aqui dentro de nossos corações. Tudo começa em nós, em nosso esforço, em nossa mais sagrada crença de que é possível. Sejamos críticos sim e esclarecidos que certas coisas não irão acontecer do dia para a noite, que talvez não vejamos certos cenários em nossa vida, mas sejamos esperançosos de que é possível, respeitando condições como tempo, recursos e pessoas envolvidas.

VOCÊ PODE!

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pensando sobre a carreira: a resposta está dentro de você

por Adriano Silva

Meu amigo e minha amiga ingênuos. Um leitor do blog me enviou a seguinte questão: “Sou advogado e recebi uma proposta para tratar numa imobiliária, como corretor de imóveis. Você acha uma boa eu migrar para essa nova carreira? Na sua opinião, como anda o mercado de imóveis atualmente?”

Como sempre faço nesses casos, pedi licença ao leitor para dividir a sua pergunta e a minha resposta com todo mundo. Porque é mais rico. Outros leitores podem ajudar a responder a pergunta que me foi feita. E essas respostas, com sorte inclusive a minha, podem servir também à vida de outros incautos que passam aqui pelo blog de vez em quando. Acho que a recente experiência que tivemos respondendo coletivamente à moça que estava considerando acabar com a própria vida comprova isso.

Vamos lá. Eu acho que a troca de carreira, um momento sempre crucial, ansioso, ciclotímico, depende de alguns pontos:

1. Você está feliz? Se está, fique onde está, fazendo que faz hoje. Faça mais e faça melhor o que já vem fazendo. E seja feliz. Isso não tem preço. Nada compra isso. Nem mesmo um salário maior. Sentir-se bem, acordar feliz toda segunda feira para ir trabalhar, curtir os projetos e as pessoas e o seu dia a dia profissional é uma coisa difícil de obter e de manter. Então se você está numa boa, trate de ficar ainda mais numa boa, numa ainda melhor.

2. Você está infeliz? Se está, trate de mudar a sua vida. Diante de uma rotina morrinha, chata, torturante, só há uma alternativa: mudá-la. Trate de se mexer, de alterar o rumo das coisas, de sair da modorra profissional (e pessoal), de colocar o pezinho fora da zona de (des)conforto e tomar uma atitude em direção à felicidade. É uma obrigação que você tem consigo mesmo.

3. Sair do trem atual não significa embarcar automaticamente no trem que está parado do outro lado da plataforma… É isso mesmo: livrar-se do trabalho que você faz hoje, e que o tiraniza, não quer dizer necessariamente aceitar a proposta que lhe foi feita. São duas coisas diferentes. São duas decisões que devem ser tomadas em separado. Uma não deve depender da outra, nem influenciá-la.

Gostaria ainda de sublinhar um ponto que considero fundamental. E que está nas entrelinhas de tudo que eu escrevi aí em cima: na hora de mexer na sua carreira, desde a primeira escolha profissional da vida, até a hora de se aposentar, passando por todas as decisões e revisões que sua trajetória profissional demandar e comportar, olhe para dentro e não para fora. Procure as respostas em você e não no mercado. Descubra o que você quer fazer, o que você deseja para si, o que vai lhe fazer feliz. E não o ramo que está mais quente ou mais frio no momento, nem a empresa que vai lhe pagar circunstancialmente o maior ou o menor salário.

Ao contrário do que dizia o slogan daquela série de TV, a verdade não está lá fora – ela está aí dentro. Boa sorte. Seja muito feliz. Estamos vivos para isso mesmo e não para qualquer outra coisa.


Fonte: Exame


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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Curso de Hipnose em Vitória: formação na abordagem ericksoniana

O Instituto Milton H. Erickson do Espírito Santo oferecerá neste segundo semestre o curso Fundamental de formação em Psicoterapia e Hipnose Ericksoniana com início em Agosto de 2010.


As datas das aulas serão:
13 e 14 de Agosto
10 e 11 de Setembro
22 e 23 de Outubro

19 e 20 de Novembro

Formas de pagamento:

5X (1+4) de R$ 265,00 (com material didático incluso)
Estudantes terão desconto.

Para que possamos providenciar os materiais necessários, o prazo de inscrições é 9 de Agosto (segunda-feira).


Mais informacoes pelo email miltonerickson.es@gmail.com, ou pelos telefones 33231617 e 92727783.



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domingo, 4 de julho de 2010

Tirando um tempo para você

Desde a antiguidade e o advento da agricultura, sabemos que a terra deve descansar e que fazer um rodízio de cultura para não desgastar a terra faz parte do planejamento de um bom agricultor. Acontece o mesmo com nossa cabeça quando pensamos no aprendizado e no crescimento pessoal.

As últimas duas semanas foram algo diferente no meu cotidiano. Não havia planejado ou pensado sobre isso até o momento que me deparei com a página do Blogger com a data do último post incomodando meu ego. Como podia eu passar tanto tempo sem escrever algo para o ProjetoALPHA?

Logo me lembrei de que escrevi para os outros dois blogs (meuolharsobreomundo e long play experience). Ficar longe deste blog aqui e do Twitter me disponibilizou tempo suficiente para ler um livro sobre rock, ouvir música diferente, manter uma rotina de leitura do Alcorão que comprei mês passado, e escrever poesia, o que não brotava de minha mente há um bom tempo. Até assisti um filme marroquino com legendas em francês no TV5!...

E defronte ao painel do Blogger me incitando a escrever algo estalou em minha mente: caramba! eu não escrevia porque estava processando informações. Para que houve um output, eu precisava de mais input e de um tempo para digerir as experiências.

Tão simples e óbvio, bem debaixo do meu nariz e não tinha percebido antes.

O mundo moderno está numa velocidade num antes vista, possibilidades de acesso a informações mil. Talvez, o mundo agora seja mais plano e menor para algumas pessoas. Porém, nossa cultura nos enfrenta com a culpa de produzir mais e mais e acabamos criando uma ilusão de que devemos acompanhar tudo e todos.

Isso me faz lembrar de uma palestra que assisti no mês passado num seminário da FGV para ex-alunos. A consultora da Catho bem falou algo com o qual me deparo com alunos e pacientes: criamos projetos e esquecemos do tempo-meta e de tudo mais que já realizamos no dia a dia.

Será que é preciso mesmo aprender 3 idiomas em 5 anos? Você tem que comprar um carro que faz de zero a 100 KM em 4 segundos? Quantas calças jeans você comprou esse ano? Viajou para quantos lugares nas últimas férias?

Muitas perguntas, muitas cobranças. E você se lembrou de você? Se lembrou do que lhe é mais precioso e importante?

O futuro começa agora, mas não adianta vivê-lo antes dele acontecer e se tornar presente. Prepare-se! Isso inclui descansar e agregar coisas diferentes na sua experiência de vida.

VIVA!


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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Multi-tarefas: multi-conquistas, multi-cansaços, multi-derrotas? ou... Sobre assoviar, chupar cana e tentar conquistar o mundo




É um fato cultural notório e bem estabelecido que devamos procurar sermos o primeiro lugar, que sejamos o melhor nisso, naquilo e em tudo que fazemos. Dias atrás tive a oportunidade de ler uma matéria de Isto É que uma aluna me mostrou.

Como estava super ocupado com mil e uma tarefas, só pude ler durante o feriado na semana passada. Tempo de descansar e eu "trabalhando".

Temos nos acostumados com o excesso de atividades e com atividades simultâneas. Não sei se você tem uma pergunta rondando suas ideias como acontece comigo: como está a qualidade dessas atividades e de sua experiência com elas?

Penso que de nada adianta "fazer" um monte de coisas e nada fazer ao final. Semana passada assisti uma palestra para ex-alunos da Fundação Getúlio Vargas e a palestrante apontou uma questão interessante no projeto de carreira dela. Ela tinha colocado como objetivo ter fluência em duas línguas em 5 anos.

Quando ouvi aquilo até gelei... Aprender línguas é muito além do idioma em si, envolve vários outros fatores de modelagem de comportamento e aspectos culturais.

Pode ser que vez ou outra façamos mais de uma atividade, mas isso é apenas uma adaptação ao momento e é restrito.

Quando penso em multitarefas, lembro do pessoal falando ao celular enquanto dirige o carro e até mesmo daqueles que desafiam a morte ao mandar SMS no trânsito.

Tenho minhas dúvidas sobre esse modismo de agilidade e destreza em atividades simultâneas. Minha sensação é de que as pessoas fazem muito e no final não fizeram nada.

Muitos acabam se sentindo culpados e nem sabem dizer porquê.


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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Você está se fazendo as perguntas certas?

Para finalizar a semana, gostaria de conversar com vocês um pouco sobre onde vocês querem chegar na vida. Parece um assunto esquisito para este horário em plena sexta-feira. Principalmente em nossa cultura brasileira de happy hour e dia internacional da cerveja e afins.





É uma tendência as pessoas perguntarem o que fazemos, digo sobre nosso trabalho, qual a nossa profissão e coisas do tipo.

Pessoalmente acho complicado responder tais perguntas e creio que outras pessoas também tenham essa dificuldade. Fiquei muito feliz quando li o post do Steven DeMaio sobre suas diversas atividades e como é difícil dar nomes aos bois em certos momentos.

Eu e DeMaio compartilhamos de uma característica em comum: temos mais de uma atividade profissional. Eu trabalho numa clínica psiquiátrica em meio horário, outro meio horário dando aulas no UNESC de diversas disciplinas, atendo no consultório e ainda reservo um tempo para escrever nos 3 blogs.

Sim, tudo isso faz parte de minha vida, assim como fotografia, ouvir minhas músicas favoritas, ler muitos livros, assistir filmes, viajar, correr todos os dias para cuidar da minha saúde, sair com os amigos e, claro!, dormir.

O dia tem 24 horas e precisamos fazer o achamos correto e gostar de nossas atividades. Se elas forem um fardo, o dia parece que não acaba nunca. E isso fica mais evidente quando falamos de carreira e trabalho.

Li alguns dias atrás um post do Andrew J. Hoffman no blog da HBR sobre a diferença entre vocação e emprego. Gostei muito da sua clareza e sinceridade: algumas perguntas precisam ser respondidas quando pensamos em nosso projeto de vida e na carreira.

Se você pensou em algo do tipo qual é a profissão que ganha mais e trabalha menos?, pensou errado.

Quais são seus sonhos?

Pense nisso!




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terça-feira, 11 de maio de 2010

O futuro do trabalho

As coisas andam mudando no mundo do trabalho e precisamos nos adaptar o quanto antes. Aqueles que perderem a onda de mudanças correm o risco de ficarem para trás, perderem oportunidades de trabalho e amargar até a exclusão social.


View more presentations from Jeff Brenman.

Esse é um tópico que discuti em diversas aulas com o pessoal das disciplinas de Sociologia e Aspectos Comportamentais. Infelizmente é uma verdade: precisamos ficar atentos e nos mexer.


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Minha réplica para a capa "Do you speak Google?" da Veja desta semana




Bom, não costumo discutir sobre artigos de revista por aqui nem escrever sobre tecnologia, mas acho que a capa de Veja desta semana merece um post.

A Veja dedicou uma longa reportagem e um artigo de análise sobre o Google Tradutor (serviço de tradução online) na edição desta semana.

Com certeza o serviço é bom. Palavra de ex-teacher/tradutor/intérprete, intercambista por duas vezes e meia, ex-preparador/suporte para intercambistas e sua famílias e falante de cinco idiomas. Inclusive já usei o tradutor no meu Google Chrome e não tenho o que reclamar apesar de algumas traduções meio toscas. A reportagem é exata: ao menos sabemos do que se trata a página ou o texto traduzido.

O que não gostei foi a ideia de substituir o aprendizado da língua pela tradução computadorizada. Creio que a questão não seja apenas falar o idioma, mas entender e se fazer entendido. Mesmo que o tradutor seja impecável, resta a conotação da mensagem. E isso meus amigos, só para quem aprende a língua e a cultura de um povo.

Aprender um idioma é uma experiência única, amplia nossos horizontes, quebras as barreiras do etnocentrismo e nos permite entender o próximo a partir de seu ponto de vista.

Essas ferramentas vão ajudar e muito nossas vidas, mas tenho o receio de criar certa involução social, no sentido de que falaremos mais a nossa própria língua em detrimento de aprender outras. Assim, teremos um mundo globalizado extremamente fundamentalista no localismo; algo como um fenômeno GLOCAL.

Para termos uma globalização real, é necessário que aprendamos com outras culturas. O momento atual é ainda de plastificação cultural com os enlatados estadunidenses e afins. Porém, a internet quando bem utilizada possibilita que falantes de dialetos e línguas quase mortas possam entrar em contato e manter a cultura viva.

As nuvens da web são o habitat mais adequado para mantermos as produções culturais de um povo a todo vapor; afinal, a web 2.0 é um lugar razoavelmente democrático.


Abra sua cabeça!
Faça a diferença!
Faça diferente!
Aprenda com a vida!
Aprenda com a gente*!

* leia-se pessoas...

PS: Atualização do tipo BREAKING NEWS!!!

Acabo de receber via twitter mensagem da @Time sobre o Google Translate para telefones Android logo depois de ter postado.

Leia reportagem aqui.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Novo projeto gráfico de PROJETOALPHA

Eh, caros amigos!...

2 anos e mais de 500 posts se passaram.
Merecíamos uma mudança de figurino urgente.

Agora, com um visual mais limpo e com informações mais objetivas, nosso blog continuará publicando sobre os assuntos relevantes nos campos da Psicologia, Marketing, Planejamento de Carreira e Cultura.

Vez ou outra também contaremos com posts sobre minha prática profissional, como psicólogo e professor.

Participe! Deixe uma mensagem ou comentário.


Mais uma vez gostaria de agradecer pelo apoio e incentivo. Afinal, são vocês que mantêm o pique para o blog ficar no ar.
Abraço a todos!


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Palestra gratuita com Vincent de Gaulejac em Floripa

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Você contrataria um funcionário sem função específica?

Matéria que comentei nas últimas aulas de Aspectos Comportamentais e Sociologia no UNESC.

google

Benedict Gomes, tanzaniano que cresceu na Índia e estudou nos Estados Unidos, tem o emprego que provavelmente todos gostariam de ter. Ele é contratado do Google para fazer o que quiser. Isso mesmo. Como um dos oito “distinguished engineers” (engenheiros especiais) da empresa no mundo, não tem função específica. Pode se dedicar a qualquer projeto que julgar interessante.

O engenheiro formado pela Universidade de Buckley, na Califórnia, esteve hoje (16/4) na conferência do Google com a imprensa, que acontece desde ontem em Buenos Aires. Em sua apresentação, explicou como as buscas na internet têm evoluído nos últimos anos. Aprimorar esse mecanismo tem sido a prioridade de Gomes desde quando começou no Google, dez anos atrás. “Eu amo buscas e acredito que exercemos melhor a nossa função quando fazemos o que gostamos, com paixão. A paixão é minha maior motivação”, disse ele.

Quando e se esse amor acabar, Gomes pode buscar outra área que o encante dentro da empresa, como o Gmail, Youtube, etc. Mas isso parece não estar nos planos do executivo. “Tenho uma equipe, diversos projetos. Não pretendo mudar de área tão cedo”, disse.

O Google é uma gigante multinacional, mas funcionários motivados são fundamentais para qualquer empresa, independente do tamanho. E você, contrataria um funcionário que pudesse fazer o que quisesse, mas com paixão?


Fonte: Papo de Empreendedor

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Gestão de Pessoas: Aspectos Comportamentais> 32 perguntas do seminário 1

Cada grupo deveria ler um texto e produzir discussão com a turma. O seminário deu super certo, twittei ele ao vivo e a discussão dos alunos viajou a internet.

Eles usaram como fonte de inspiração 3 textos (1, 2, 3) e um post aqui do blog.

Abaixo seguem as perguntas que meus brilhantes aprendizes produziram:
  1. A satisfação está diretamente ligada ao salário ou ao fato de realmente estar sendo útil e sentir que seus conhecimentos estão não só sendo bem empregados e reconhecidos, como também o fato de novos conhecimentos serem adquiridos?
  2. Até que ponto o clima organizacional pode ser determinante para que o indivíduo se sinta motivado a desempenhar o seu melhor? E desta forma ter naquele emprego a visão de um trabalho que supere suas expectativas?
  3. Os desafios enfrentados por você na empresa de alguma forma o motiva a buscar aprendizado para um melhor desempenho? Independente de incentivos de seu gestor e dessa forma adquirindo algo que ninguém lhe tira, que é o conhecimento?
  4. De que forma podemos identificar se a empresa que está realizando o recrutamento se encaixa no seu perfil?
  5. O que é preciso analisar antes de entrar em uma empresa?
  6. Sabemos que as empresas buscam em seus recrutamentos profissionais com o perfil da empresa, contudo, o profissional a ser recrutado precisa conhecer a empresa. Qual a importância disso para o profissional?
  7. Por que é preciso tomar cuidado com os boatos que rolam sobre a empresa?
  8. O que você entende por "uma empresa é recrutada por um profissional"?
  9. Como escolher uma empresa para trabalhar?
  10. Como podemos fazer para mudar a nossa situação em uma empresa em que não há empatia com nosso perfil?
  11. Pessoas são diferentes, têm necessidades diferentes, ambições diferentes. Assim sendo, como criar condições para satisfazer toda uma equipe?
  12. É possível encontrar o emprego dos sonhos? Como tornar isso possível?
  13. Qual é a definição de emprego dos sonhos?
  14. Por que vários candidatos não fazem uma avaliação criteriosa das empresas da qual estão participando de um processo seletivo?
  15. As maiores empresas são as melhores para trabalhar?
  16. Como posso descobrir quais são as políticas da empresa e as formas de trabalho?
  17. Você acredita em emprego dos sonhos? Dê uma definição como exemplo.
  18. Cite pelo menos 3 passos para se conquistar um emprego dos sonhos.
  19. Você está satisfeito com sua vida profissional?
  20. Pode o executivo extrair oportunidades através das crises? Como?
  21. Qual(is) o(s) ponto(s) primordial(is) para um executivo fazer uma avaliação criteriosa dos fatos num momento de crise?
  22. Como uma decisão tomada num momento de extremo estresse durante uma crise pode afetar o negócio?
  23. O que o administrador deve fazer para ajudar a evitar o estresse em seus colaboradores?
  24. Nos vemos diante de tanta informação veiculado nas diversas mídias (tv, jornais, revistas e internet) sobre a prevenção do estresse, mas percebemos que mais pessoas sofrem desse mal. O que está acontecendo?
  25. Quais as atitudes que você toma para prevenir o estresse?
  26. Quais os efeitos negativos que o ser humano pode sofrer caso não saiba gerenciar o seu estresse profissional?
  27. Na sua opinião, qual a melhor forma de fugir dos efeitos negativos do estresse profissional?
  28. O estresse é algo comum no seu cotidiano: você vive isso no trabalho ou já presenciou outras pessoas sofrendo de estresse?
  29. Como você reagiria sofresse de estresse no trabalho?
  30. A competitividade no mercado de trabalho contribui para o surgimento do estresse profissional. Explique como as organizações podem auxiliar seus colaboradores a minimizar o estresse?
  31. Você acredita que um problema se torna "menor" quando compartilhado? Argumente.
  32. Existe uma atividade profissional que não cause estresse?


Bom trabalho galera!


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segunda-feira, 15 de março de 2010

Mudando o foco do problema para a solução




Dia desses estava dando aula de minha disciplina Psicologia Jurídica para uma turma de Direito do UNESC e tivemos a oportunidade de conversar um pouco sobre teorias e sistemas nesse incrível campo de conhecimento que é a Psicologia - ao qual dediquei anos de estudo e vivo todos os dias, não só por profissão, mas por afinidade. Nos momentos finais da aula falei um pouco sobre Milton H. Erickson e suas contribuições para a Psicologia, sobretudo no que tange sua aplicação Clínica. Digo Clínica porque ela está além das clínicas e dos consultórios. Clínica no sentido de design de comportamentos e de ter a intenção de proporcionar melhor qualidade de vida para as pessoas.

Falei para os alunos sobre uma mudança de paradigma interessante que faz parte da ideologia ericksoniana. E para ilustrar isso contei sobre a corrida espacial e a guerra fria. Durante a corrida espacial, vários problemas precisavam ser resolvidos para que as missões pudessem acontecer com sucesso e trazer informações importantes sobre o espaço.

Um dos problemas enfrentados por soviéticos e estadunidenses era tomar anotações e fazer relatórios. Como escrever em gravidade zero? A NASA lançou mão de sua carteira recheada e manteve o hábito de contratar empresas e cientistas para discutir o problema. Ao final, acabaram por desenvolver uma caneta que escreve de cabeça para baixo e até debaixo d'água. (creio eu que já vi isso anunciado na Polishop)

E os soviéticos? Ah!... eles leverão lápis. Simples assim.

A grande diferença na vida é como nós encaramos as situações que nos são apresentadas. Todo labirinto tem saída; toda equação matemática tem resposta dentro do universo no qual foi criada.

O que precisamos é a mudança de nossos valores. Se quisermos fazer um país melhor, um mundo melhor, precisamos mudar nosso mundo interior, mudar nossas cabeças. Sabe por quê? Porque é em nossas cabeças que criamos nossa realidade, nossas vidas, nosso mundo.



Ao invés de nos perguntarmos a razão das coisas serem como são, te convido a primeiro pensar como poderia ser melhor, como poderia ser diferente. Claro que saber o que houve e como o problema surgiu é importante. Mas o mais importante é quebrar o padrão, é mudar, é conseguir ter algo bom, a solução o mais rápido possível. E assim que as coisas estiverem melhores, aí sim podemos estudar o que aconteceu. E somente no intuito de prevenir situações similares no futuro.

Lembre-se: foco na solução!


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quinta-feira, 11 de março de 2010

Escolhendo uma profissão: o que devemos levar em consideração?





Parece que todo mundo já resolveu, todos os amigos e colegas já decidiram... menos você? Despreocupe-se! Muita gente ainda está em dúvida, alguns até tentaram vestibular para vários cursos, inclusive passaram e largaram para tentar outro. Pode ficar tranqüila(o), o mundo não vai acabar se você acordou hoje sem saber que rumo seguir.

Escolher uma profissão não é moleza. Mas também não precisa ser as trevas. Jovens de todas as idades, e até aqueles que estão estudando ou já se formaram, se perguntam como devem construir uma carreira e construir uma vida profissional.

Geralmente, os adolescentes que estão cursando o ensino médio, consideram difícil fazer uma escolha ponderada a respeito do melhor caminho a seguir como profissional. Fazer esta escolha aos 16/17 anos é considerada, na maioria dos casos, como um processo bastante angustiante. Alguns acreditam ser muito cedo para fazer uma escolha tão importante. A escolha profissional é muitas vezes um momento crítico, se não de crise, na vida do adolescente e pode ser bastante conturbada.

As perguntas começam a aterrorizar os jovens: como e por que escolher um curso? Que caminho devo seguir para escolha de minha profissão? Com que área mais me identifico? Como saberei se vou escolher corretamente? Se não der certo poderei mudar? Como está o mercado para algumas profissões? Quando devo escolher? Posso mudar a escolha que fiz? No que implica essa mudança? Como posso direcionar minha escolha? Como saberei se vai dar certo? Como está o mercado para minha profissão? Quais são as possibilidades para desenvolver minha carreira profissional? Quais ocupações existem na minha área profissional? Como faço para entrar no mercado de trabalho?

Estudantes universitários também podem atravessar momentos difíceis ou de insegurança em relação ao curso que escolheram. Ao iniciar é comum questionar se existe compatibilidade entre habilidades/perfil do estudante e a profissão que escolheu cursar. Se o estudante escolheu uma profissão só porque o “teste vocacional” apontou ou porque alguém sugeriu, provavelmente esta decisão será questionada. A escolha deve ser baseada numa reflexão alicerçada sobre os vários aspectos envolvidos neste processo. Somente desta forma cada um pode “escolher” da melhor forma possível. Adultos que já terminaram seu curso e até mesmo já trabalham na área de formação, costumam ter dúvidas quanto a escolha feita e/ou até mesmo com relação ao reconhecimento de suas habilidades para progressão na carreira.

O que fazer então? Escolher uma profissão é fazer um exercício de intenso encontro consigo mesmo. Procure se informar, pense em si, converse com pessoas que o conhecem e podem lhe ajudar, procure um profissional que faça Orientação Profissional, enfim, decida depois de muito refletir e considerar várias opções.

O trabalho de Orientação Profissional propicia melhor reflexão sobre a tomada de decisão, as escolhas profissionais, quais cursos fazer vestibular e como se lançar num projeto profissional. Discutir sobre a importância do trabalho e suas possibilidades profissionais remete a uma visão crítica sobre o planejamento de um projeto de vida e sua inserção profissional. Assim, o atendimento em Orientação Profissional contribui saudavelmente para a formação do adolescente e do adulto como cidadão ativo e consciente de uma sociedade globalizada e, posteriormente, como diferencial no mercado de trabalho.

Estudos já comprovaram como a facilitação da escolha profissional reduz o nível de estresse e ansiedade do vestibulando. Logo, fazendo Orientação Profissional com um profissional qualificado, o jovem possivelmente estará mais bem preparado para o dia de prova de vestibular e mais tranqüilo frente essa, aproveitando melhor seus conhecimentos, otimizando seu rendimento e aumentando as chances de aprovação. Também, a Orientação Profissional potencialmente influencia na melhor colocação no mercado de trabalho – já que quem faz tal aconselhamento psicológico planeja estrategicamente sua carreira e investe adequadamente em seus projetos profissionais, sempre equilibrando vida pessoal e profissional.


Se você quiser fazer Orientação Profissional ou Planejamento de Carreira, é só ligar para (27) 3324-2455 ou 9245-7275 ou mandar um e-mail para fabionogueirapereira@gmail.com e marcar uma consulta.


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quarta-feira, 10 de março de 2010

Projeto sobre Currículo e Entrevista no UNESC

Santa tartaruga homem morcego!!!


Por essa eu não esperava...
Na última semana eu e o professor Fabio Flores montamos uma projeto para nossos caros alunos no campus II do UNESC.

O projeto será uma oficina de currículos e como se preparar para uma entrevista.

Nesta tarde recebi a seguinte mensagem:


Fabio,

Com apenas um dia de divulgação (cartazes e banner no site do UNESC) esgotamos todas as vagas.

Inclusive uma aluna de Colatina virá a Serra exclusivamente para este encontro.

Confira neste link a divulgação em nosso site.

http://www.unesc.br/portal/workshop.php

Atenciosamente

Prof. Fabio Flores



Começamos a divulgação segunda-feira e em pouco mais de 48 horas já estamos com lotação esgotada.

Fico feliz que nossos alunos estejam interessados em mudar o rumo de suas vidas.


Pensem grande!



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segunda-feira, 1 de março de 2010

I have a dream





Todos temos sonhos. Muitos de meus sonhos de infância se tornaram realidade. Mas eu ainda continuo sonhando. Não sei se você sonha, mas gostaria de pedir sua atenção psts seus sonhos.
Ainda é tempo de realizá-los.
Acredite!

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Seus contatos conhecem você?



O que vai fazer a diferença na hora de uma recolocação profissional são as pessoas que sabem quem você é

Atualmente, não existe uma ferramenta de ascensão na carreira mais eficaz que o Networking. Em um cenário onde o potencial dos profissionais é cada vez maior, tanto no quesito estudantil, quanto na capacidade para execução, ter um diferencial ou um facilitador pode ajudar, e muito, na escalada rumo ao topo. Por isso, entenda que é fundamental manter em dia seus contatos e cultivar suas relações pessoais, pois, um dia você precisará delas. Mas não se esqueça, o que fará realmente a diferença na hora “H”, não são as pessoas que você conhece, mas sim, aquelas que sabem quem e o que você é.

Com base nesse pensamento, comece desde já a ter a devida atenção com aqueles que te rodeiam. Não se esqueça que, assim como você, eles também podem precisar de uma ajudinha em certos momentos. E você deve estar disposto a auxiliá-los. No início da minha carreira como empreendedor, não tinha mais que alguns cartões de amigos e colegas que conheci ao longo da vida e foi justamente com eles que consegui minhas primeiras oportunidades. Por meio desses contatos que acreditaram no meu potencial e me apoiaram a transformar meu sonho em realizações, tudo começou a dar certo. Assim, cultivar uma rede de relacionamentos é fundamental quando o objetivo em questão é o sucesso profissional.

Esse fenômeno de formação de redes sociais é baseada na evolução de uma teoria criada pelo psicólogo Stanley Milgram, nos anos 60. Se trata da Teoria dos Seis Graus de Separação, que foi formulada através das seguintes perguntas feitas pelo pensador: como os seres humanos se relacionam? Pertencemos a mundos separados, agindo simultaneamente, mas de forma autônoma, a ponto de serem raros e distantes os vínculos entre duas pessoas, em qualquer lugar do planeta? Ou estamos todos unidos numa grande e entrosada rede?

Através de experimentos, Milgram comprovou que para unir duas pessoas em qualquer lugar do mundo, são necessários somente seis laços de amizade. Essa condição torna verídica a hipótese de se conseguir um emprego por simples indicação, ou seja, é necessário conhecer uma pessoa, que conhece outra, que conhece a próxima, que trabalha no local.

Entretanto, o grande problema em questão é que muitas pessoas somente se lembram da sua rede de relacionamentos quando precisam de alguma coisa. O erro esta justamente em esquecer que elas próprias podem ser contatos importantes para os outros. Então, proponha uma reflexão para si mesmo: como é a sua disponibilidade para apoiar outras pessoas quando elas precisam de ajuda, alta ou baixa? Nunca se esqueça de basear suas relações na reciprocidade, caso contrário será visto como um interesseiro.

O objetivo principal de quem cria afinidades deve ser passar para o contato credibilidade. As relações que você estabelece devem se basear em apresentar aos membros da sua rede suas metas e como você pode ser uma boa indicação para tal cargo. Demonstrando suas capacidades e seu interesse, você abrirá uma porta e ganhará a confiança e preferência desse contato, assim, no momento em que surgir uma oportunidade, você vai ser o primeiro a ser lembrado.
Se o seu foco é criar uma lista de contatos, lembre-se que sua apresentação deve funcionar como um cartão de visitas. Aproxime-se do contato com a intenção de mostrar-lhe suas qualidades, assim ele poderá te conhecer melhor e ter certeza na hora de te indicar.

Para ajudar, pense nessas questões para cada contato da sua lista: • Como posso agregar valor a essa pessoa?• Como ela pode me ajudar a conseguir uma oportunidade de trabalho?• Posso ser sincero com ela e pedir uma indicação ou uma dica? Em caso positivo, contate-a imediatamente. Dê preferência, faça uma visita a ela.

O networking é fundamental para alcançarmos objetivos por meio da rede de relacionamentos. Muito mais do que ferramentas para buscar novas frentes de trabalho, o profissional deve se preocupar com quem ele quer se relacionar e onde vai fazer isso para conseguir vislumbrar oportunidades. Para isso, antes de montar sua rede de relacionamentos, foque naquelas pessoas que realmente podem ser uma porta de entrada facilitadora. O ser humano é um ser gregário, ou seja, depende e muito dos seus semelhantes para garantir sua subsistência, desde a época das cavernas, Portanto, não tenha medo e inicie agora mesmo seu projeto de contatos, mas não se esqueça, esteja disposto a ajudar quando for solicitado.

Carlos Cruz (Atua como Coach Executivo e de Equipes, Conferencista em Desenvolvimento Humano e Diretor da UP TREINAMENTOS & CONSULTORIA - www.carloscruz.com.br)
HSM Online 22/02/2010

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