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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

6 coisas que devemos saber


    1. Você não pode prever o futuro, mas você pde chegar perto disso.

    2. Você nunca será perfeito(a), mas você deve tentar chegar perto disso.

    3. Você vai falhar muitas e muitas vezes. Se você não está falhando, isso é um sinal de que você precisa fazer coisas mais interessantes.

    4. A única maneira de aprender qualquer coisa de verdade é fazer e repetir a mesma coisa até seu cérebro ficar de de saco cheio e chateado contigo para esquecer o aprendido.

    5. Todos temos algo a dizer, todos somos interessantes. Cabe a você ter humildade para reconhecer isso e aprender com o máximo de pessoas possível.

    6. Você está sempre errado(a) e o quanto antes entender isso melhor. Log que você sber disso, você estará livre para mudar e se adaptar. A estagnação mata.



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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Inspiração, criatividade e dedicação

Como prometi para vocês, vou escrever nas próximas semanas um pouco sobre o que tenho pensado sobre a vida e do material que me levou a refletir sobre coisas simples na sua devida complexidade.

Por indicação de Ricardo Magalhães do BIZREVOLUTION através do Twitter, entrei em contato com as palestras do TED - um projeto desenvolvido desde a década de 1980 com palestrantes que se destacam no seu campo profissional e compartilham um pouco sobre sua experiência.

Com frequência videos são postados na página do TED, com direito a legendas em variadas línguas – o que contribui para a divulgação das ideias e corresponde ao mote do projeto (Ideas worth spreading).

Hoje, vou conversar com vocês sobre duas palestras sobre criatividade que de certa forma me tocam no sentido de entender a necessidade de me instigar e motivar a continuar buscando meus sonhos e como nossa vida nos acrescenta elementos para construirmos algo original.

Elizabeth Gilbert escreve para revistas (Spin e GQ) há tempos e depois de tirar um sabático e rodar o mundo escreveu o best seller Eat, Pray, Love. Gilbert fala em sua palestra da fascinação por escrever e da dedicação e coragem de colocar ideias no papel.




Um dos pontos mais importantes de sua fala de pouco mais de 19 minutos é a pergunta que todos (nos) fazem: Você não tem medo de...?, e acrescente o que quiser: "não se superar em algo que fez de extraordinário", "nunca mais fazer algo à altura daquilo que você já fez no passado", "de escrever algo sobre o qual ninguém se interesse".

Sim, diz Gilbert. E concordo plenamente com ela. Sim. Todos temos medos. Por que temos medo de falhar, de errar? Talvez o porquê não seja tão importante. O que me importa realmente é o que fazemos, uma vez que reconhecemos e assumimos nossos medos.

Podemos ficar ansiosos diante da produção criativa. Inspiração que já fora considerada uma musa, um espírito que baixa na pessoa, atualmente é considerada parte da composição genética da pessoa. Nascemos com ela ou sofreremos de burrice e mesmice por toda a vida. Será mesmo assim?

Elizabeth Gilbert nos convida a não termos medo, de nos dedicarmos ao trabalho criativo, de nos engajarmos naquilo que acreditamos e nos parabenizar por aquilo que demos conta de produzir. Afinal, vocês está ali disposto e se dedicando ao que acredita. Imagine Van Gogh se parasse de pintar porque ninguém queria comprar seus quadros... o quanto perderíamos com isso.

Gostaria também de compartilhar a palestra de Amy Tan. Ela é escritora com Gilbert e percurcionista e back singer de uma banda que arrecada fundos para projetos de alfabetização. Amy Tan é nascida nos EUA de pais imigrantes da China e tem uma história de vida peculiar. Sua mãe queria que fosse médica ou pianista profissional. Para desgosto de todos, Amy seguiu outros rumos.




O ponto central da palestra é o nada e como dele surge algo. Amy Tan aponta 3 perguntas fundamentais:
  1. Por que as coisas acontecem?
  2. Como elas acontecem?
  3. Como faço elas acontecerem?
Em alguns momentos (talvez na maioria das vezes), não sabemos o que está acontecendo, mas sabemos que algo acontece. As coisas acontecem simultaneamente no universo, sem nosso consentimento, sem termos consciência dos eventos.

Amy Tan relata alguns eventos de sua vida que a fizeram refletir sobre a cadeia de acontecimentos e também gostaria de colocar alguns aqui para vocês. Pergunta filosófica básica: o peixe tem consciência da água?

No início do mês participei do I Congresso Brasileiro de Pesquisa do Relacionamento Interpessoal e soube de uma pesquisa com alunos africanos que estudam na Universidade Federal do Espírito Santo. Segunda a pesquisadora, os alunos não têm noção do que é ser negro, porque nos países de origem não há discrepância quanto ao tom da pele, e no Brasil descobriram-se negros. De forma semelhante já me questionei sobre muitos de meus hábitos ao entrar em contato com culturas diferentes. Temos consciência da água? Descobrimos a água quando saímos dela.

Outra pergunta filosófica para finalizar: por que estamos aqui?

Chamemos acidente, incidente ou seja lá o que for. Existem crenças mil sobre nossa existência, mas esse não é o ponto que quero ressaltar agora. Gostaria de frisar uma correlação com o peixe da filosofada logo acima. Saia da água!

Aconteçam as coisas por sorte ou por uma questão aleatória, devo concordar que não há respostas completas, nem verdades absolutas. O conhecimento humano é metafórico: tenta falar da realidade, mas a perde; tenta abarcar a realidade e acaba aglutinando um monte de coisas no mesmo cesto. E por um efeito gestáltico de completação, nos enganamos acreditando que apreendemos por completo o que nos acontece, quando apenas fisgamos pedacinhos de nosso contato com o mundo.

Você pode estar se perguntando o que quero dizer com tudo isso...

VIVA!
Faça o que fizer, faça o que acredita ser o certo.
Uma possível verdade é que colheremos o que plantamos.
Então plante.

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Momento de fazer planejamentos

Enfim chegamos ao final de mais um ano e, apesar de pedregulhos pelo caminho, entre mortos e feridos, sobrevivemos, vivemos e compartilhamos alegrias mil.

Nestas semanas de festas, celebraremos nossas vitórias e conquistas. Porém, devemos também reservar um tempinho para pensar nossa trajetória e montar planos para 2010 (ou até para um período maior - quem sabe até... 2015, 2020?).

Bem, faça uma lista de seus valores. Coloque eles em ordem de prioridade.
Os valores são nossas referências pessoais, nossa bússola, placas no caminho para nos orientar o que devemos fazer, para onde devemos ir.

Agora, faça uma lista de suas prioridades. A que você tem se dedicado ultimamente. Coloque em ordem de importância.
E aí? As listas bateram?

Se houverem diferenças, pense se você está num momento de crise ou de transição. Seja sincero consigo mesmo. Ou você vive ou sobrevive: crises e transições não podem durar toda a vida ou longos períodos.

Ou será que as diferenças estão aí nessas listas porque você diz que esses são seus valores ou prioridades porque alguém te disse que tem que ser assim?

Pense com carinho sobre o assunto. Estamos falando da sua vida. Existe algo mais importante para nós do que a nossa vida?

Nos próximos dias, até por volta do final do mês de janeiro, teremos aqui em ALPHA posts sobre assuntos relevantes para um planejamento de vida (e por que não, profissional). Teremos ajuda de pessoas influentes na sociedade e que contarão para nós um pouco de sua vida e como aproveitaram o que colheram pelo caminho de forma positiva e estratégica.

Aguardo vocês nos próximos dias, para lerem aqui estes posts e assistirem aos videos.

BOAS FESTAS E ÓTIMO 2010!!!

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Mind Map de Deepak Chopra

Sou avesso aos autores de auto-ajuda.
Mas devo admitir que o Deepak Chopra montou uma ferramenta muito interessante para usarmos na construção de projetos de carreira e projetos de vida. Trata-se do Mind Map seguido de meditação ou auto-hipnose.

Eu já fiz o meu.

Sucesso!


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terça-feira, 28 de abril de 2009

Vitória: uma ilha de congestionamentos e poluição?

Vitória é a ilha-capital do Espírito Santo, estado um pouco esquecido do desenvolvimento até a década de 1990, quando iniciou uma crescente de modernização, sobretudo nos últimos 5 anos. Mas, nem sempre o desenvolvimento é planejado e sustentável e o que podemos observar em Vitória foi uma falta de planejamento estratégico de longo prazo que hoje implica em sérios problemas para a capital capixaba e as cidades da região metropolitana.

Um dos pontos que necessita de intervenção urgente é a reengenharia viária e uma reflexão profunda sobre os nortes de urbanização de toda a região que se extende desde Guarapari até Fundão.

Como disse anteriormente em outro post, a forma de pensar o crescimento urbano sustentável é um paradigma a ser enfrentado nas esferas política, econômica e social. Infelizmente, nossa população tem a cultura de relegar ao governo a discussão e a implementação de soluções para as questões públicas - um resquício de nossa história colonial que se arrasta até os dias atuais.

Mudanças em nossas vidas, aqui inclusas as relativas ao transporte, ao estabelecimento de zonas residenciais, produtivas e comerciais, áreas de socialização e relacionamento dos cidadãos, entre outros pontos a serem discutidos, devem ser contabilizadas em nossas discussões em casa com nossas famílias, com os amigos, nas escolas, comunidades e esferas governamentais - englobando os três poderes: executivo, legislativo e judiciário.

É preciso que também se faça valer o acordo metropolitano e que políticas públicas passem a ser pensadas num âmbito maior, encorpando as cidades satélites à capital como integrantes da teia urbana e vislumbrando níveis de análise múltiplos de forma intregada: sociedade, economia, meio ambiente, entre outros.

Me incomoda profundamente nossos governantes e representantes políticos não terem um projeto urbano explícito, com matrizes de transporte público, áreas de recreação e socialização, infra-estrutura, soluções para educação e saúde, a ser debatido pela população.

Essas discussões não nos são exculsivas, emergiram como convergência de líderes mundiais que nos alertam para a maneira como temos vivido e as mudanças que inevitavelmente serão necessárias para que nossa existência tenha menor impacto sobre a biosfera.



Algumas empresas, como a IBM, tem se juntado a governos para refletir como podemos manter o crescimento das cidades de forma sustentável e reduzir os impactos da urbanização sobre a cidade.




Em Vitória, o vai-e-vem do debate volta e meio aparece na mídia [link 1, link 2, link 3]; entretanto, a população pouco tem sido chamada para se envolver em algo que tem impacto profundo em nosso cotidiano e na arquitetura urbana na qual ele se baseia. 

A crise de crédito e a desaceleração econômica estão maiores que a marola esperada pelo nosso presidente pop star Lula. Eu, que já fui surfista, sei que não podemos errar o cálculo com o tamanho da onda, senão podemos tomar um caixote e nos machucar bastante. A boa nova é que as conjunturas macro e micro-econômicas têm nos salvado de maiores apuros.

O cenário atual fez nossos governos federal, estadual e municipal freiarem planos para os anos de 2009 e 2010 e os PAC da vida foram novamente empacotados e colocados no freezer. Mas o que quero colocar aqui na mesa para você leitor é que não se trata apenas de dinheiro pública a ser investido, e sim uma reflexão de toda a população de como devemos agir diante dos problemas urbanos.

Algumas atitudes simples podem ser tomadas no dia-a-dia. Devemos nos lembrar que tudo que consumimos será descartado no ambiente [leia post sobre o assunto] e que nós mesmos podemos mudar hábitos e salvar nosso planeta, deixando um patrimônio decente para as próximas gerações.

A região metropolitana de Vitória é um exemplo claro de espaço urbano que demanda planejamento de curto, médio e longo prazos. E uma crise econômica não pode calar nosso clamor por mudanças de atitudes dos agentes políticos diretos - nossos representantes - e de nós - cidadãos -, que construímos nossa morada, nossa querida cidade, nosso palco e tabuleiro no jogo da vida.

Ainda é tempo de fazermos algo para mudar o mundo: o meu, o seu, o nosso mundo.


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sábado, 21 de março de 2009

Você conhece bem suas crianças?



Dias atrás estava eu revirando caixas durante mudança na casa de meus pais e descobri numa caixa empoeirada papéis da época em que eu cursava a pré-escola. Muitas lembranças e muitos risos... Até que um papel mimeografado (vocês se lembram disso?) com grampo enferrujado passa por minhas mãos.

O título deste post é o título do papel. Pergunta pertinente; afinal, as novas arquiteturas da família brasileira tornaram o papel dos pais algo crescentemente coadjunvante na vida de uma pessoa. O excesso de trabalho, escola, cursos de línguas, esportes. Cada quarto com televisão, video game, computador e todos portando celular. Feudos dentro de uma mesma casa no cotidiano.

O tal papel com letras arocheadas dizia Seja qual for o tempo que pais e filhos passem juntos, há sempre coisas novas ou cruciais que eles desconhecem uns sobre os outros (sic). Para descobrir até que ponto você conhece realmente suas crianças, responda as 30 perguntas.

Sei que parece algo meio auto-ajuda, questionário duvidoso de revista e que não há qualquer validação para as perguntas. Isso é o que me diz o meu lado cientista, professor de metodologia.

Porém, um outro lado meu, o psicólogo, me chama a atenção para o deterioramento dos relacionamentos familiares, o aumento da violência doméstica, dos abusos sexuais dentro de casa e a explosão do uso banalizado de drogas.


Eis as perguntas (com alguma modificações e atualizações) que podem lhe ajudar a refletir sobre a qualidade do seu relacionamento com seus filhos:
  1. Quem é o melhor amigo de seu filho?
  2. Você conhece a família do melhor amigo do seu filho?
  3. Que cor ele gostaria para seu quarto?
  4. Quem é o maior herói para ele?
  5. O que o embaraça mais?
  6. Qual é o seu maior receio?
  7. Nas aulas de educação física, seu filho prefere jogar, fazer exercícios ou correr?
  8. Qual é o seu gênero preferido de música?
  9. Qual a pessoa, sem ser da família, que mais influencia(ou) a vida de seu filho?
  10. Quais os assuntos preferidos e os de que não gosta na escola?
  11. De que proeza se orgulha mais seu filho?
  12. Qual a principal queixa dele sobre sua família?
  13. Qual o seu programa de televisão favorito?
  14. Qual o video game favorito de seu filho?
  15. O que faz se filho realmente ficar zangado?
  16. Que esporte ele gosta mais?
  17. Se seu filho pudesse comprar qualquer coisa, o que ele pediria?
  18. Qual o último presente que você deu para ele?
  19. Seu filho está satisfeito com o relacionamento com colegas de escola e amigos?
  20. Que profissão ele diz querer ter quando crescer?
  21. Qual foi o maior desapontamento de sua vida?
  22. Seu filho se sente muito alto ou muito baixo, ou muito magro ou muito gordo?
  23. O que seu filho mais gosta em você?
  24. O que ele detesta em você?
  25. Para onde seu filho gostaria de ir nas férias: praia, montanhas, campo, fazenda, sítio, etc?
  26. Do que seu filho menos gosta de fazer: arrumar quarto, organizar brinquedos, pegar água para si próprio, fazer compras para casa, ajudar na cozinha, etc?
  27. Qual livro, literário, não didático, seu filho leio mais recentemente?
  28. Qual foi o último livro que você deu para seu filho?
  29. Qual foi o último livro que você leu para seu filho?
  30. Qual a festa de família preferida de seu filho?
  31. Qual o feriado que ele mais gosta?
  32. Qual comida mais gosta?
  33. Qual comida menos gosta?
  34. O que não come de jeito nenhum?
  35. Qual seu apelido na escola?
  36. Qual seu apelido entre os amigos fora da escola?
  37. Quando prefere fazer os deveres de casa: pela manhã, à tarde após o almoço, após o lanche da tarde, antes do jantar, após o jantar? Ele faz os deveres de casa?
  38. Seu filho gosta de bichos de estimação? Qual gostaria de ter?
  39. Qual a coisa de seu filho que ele mais estima?
  40. Qual sua roupa favorita?
Se você conseguiu acertar 10 perguntas
Eu sugiro que você repense sua atuação como pai/mãe. Sua atuação é provavelmente muito ausente, se comunica pouco com a criança. Priorize seus relacionamentos familiares e crie estratégias de interação mais saudáveis.

Se você conseguiu acertar entre 11 e 20 perguntas
Você sabe um pouco sobre seu filho, mas pode melhorar. Aproveite os momentos que você já passa com ele e faça um esforço para conhecer mais sua prole. Crie atividades que possam fazer juntos.

Se você conseguiu acertar entre 21 e 30 perguntas
Parabéns! Você está quase lá. Já tem uma boa noção da vida do seu filho. Use isso a seu favor e desenvolva uma atmosfera que permita o aumento da convivência sadia entre vocês.

Se você conseguiu acertar mais de 31 perguntas
Você pode estar numa zona de conforto perigosa. As crianças mudam constantemente. Às vezes, achamos que conhecemos muito bem nossos filhos, porém suas preferências podem mudar e nossa recaída em relação à atenção e ao bom convívio pode comprometer o relacionamento no futuro. Mantenha o que funciona e fique atento para acompanhar de perto sua criança.


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009




Livros e mais livros de auto-ajuda são vendidos país afora com títulos super criativos, textos rasos e exemplos de vida inimagináveis. Um desses personagens fantásticos é Joseph Klimber.

Usado com humor, o exemplo de Klimber é similar ao que nos é bombardeado diariamente: você pode ser um vencedor. Frases de impacto, simbologias e mensagens subliminares recheiam peças publicitárias impressas, televisivas, em spots de rádio, nas capas das revistas. Todos querendo vender-nos o sonho de ser o número 1 - coisa que só a Brahma é e por força maior quando foi batizada.

Todos queremos ser número 1. O segundo lugar não vale, é pouco, é coisa de fracassados. Conquiste seu espaço, batalhe, crie seu mapa mental, use o segredo (que todo mundo já conhece). Enfim, somos atordoados com a insígnia do mais alto lugar no pódio - coisa que só vejo nos esportes e nos escritórios em andares mais altos dos executivos de empresas multinacionais.

Pra quê você quer ser o número 1. Só existe um número 1. E lá, você vai ficar sozinho. Sei que podem me dizer, poxa, Fábio, mas aí o pessoal fica te redeando, bajulando e tal. Eu sei... e quando você deixar de ser o número 1, todo esse "pessoal" vai embora com o próximo número 1.

Vejo tantos por aí se esforçando, se esfolando e quebrando seus corpos, quebrando-se espiritualmente, psiquicamente, por ideal que lhes é externo. A massa urra para que todos corram atrás do sonho de ocupar aquele lugar de destaque.

Maldito dia em que Adam Smith escreveu que o melhor para o mercado é que todos os players fizessem o melhor para cada um de si. Agindo egoísticamente, o mercado sairia ganhando. Graças ao dia em que Nash provou que as coisas não são bem assim. Todos precisamos ganhar.

Eu sou mais nós! E você?...

É verdade que devemos persistir, vencer os obstáculos, dar o melhor de nós. Devemos também respeitar nossos limites, respeitar as pessoas, respeitar a natureza. É nisso que eu acredito. Esse é meu princípio número   1.

Sejamos sábios, sejamos coerentes, tenhamos bom senso e lembremos que o mundo é onde mora todos nós.

Nós somos o mundo. Sejamos aquilo que for melhor para todos nós.


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terça-feira, 3 de junho de 2008

A vida pode ser repleta de poesia




Escrever faz bem à saúde. Comprovei na pele por diversas vezes os resultados de transformar meus sentimentos em verso e prosa.


Segue o link de dois poemas meus que escrevi em 1998 quando me mudei para BH e foram publicados em um site de coletânias de poetas brasileiros.



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