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terça-feira, 8 de junho de 2010

2019 (ou não)

Segundo a Microsoft, logo logo nossa vida será mais ou menos assim...







É só não travar ou cometermos alguma operação indevida...







Daqui uns 500 anos tudo vai ficar legal!


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terça-feira, 25 de maio de 2010

Tecnologia cria apartamento versátil





Para o arquiteto Gary Chang, de Hong Kong, saber aproveitar o espaço de um apartamento é de extrema importância.

É muito comum que os apartamentos modernos sejam pequenos e que as pessoas se sintam desconfortáveis neles. Assim, Gary utilizou paredes que deslizam e o dono do apartamento pode modificar seu layout para adequa-lo às necessidades do dia-a-dia.

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Você abandonaria o Facebook por problemas de privacidade?


Polêmica sobre Privacidade e Crescimento do Facebook ganhou espaço na Web essa semana.

Surgiu um movimento para ABANDONAR o Facebook o chamado #QuitFacebookDay . Revoltados com as alterações nas políticas de privacidade da rede de relacionamentos, dois usuários criaram uma página a fim de programar uma fuga em massa do site. A data seria o próximo 31 de maio.

Segundo Matthew Millan e Joseph Dee escrevem no endereço, o QuitFacebookDay foi criado porque “o Facebook oferece escolhas sobre como gerir os seus dados pessoais, mas elas não são justas. Para um usuário médio, o site transforma o controle de privacidade em uma maldição.”


Ainda sobre essa questão, vale ler outra matéria que analisa a questão de uma forma mais ampla, considerando ainda questões pessoais relacionadas ao fundador do Facebook. Começaram a ser publicados trechos de um novo livro sobre a sua vida. Com ele, voltam à tona os processos judiciais por plágio e atitudes nada camaradas de Zuckerberg e que ele tanto quer deixar para trás – e, pelo visto, ele não vai conseguir isso tão cedo já que há um filme sobre o mesmo tema em produção.

Charlie Cheever, ex-chefe de engenharia do Facebook, diz que “Mark não acredita muito em privacidade, ou pelo menos acredita em privacidade como uma pedra em seu caminho. Talvez ele esteja certo, talvez ele esteja errado”


Qual a sua opinião sobre o caso? É válida essa mobilização sobre a questão da privacidade?



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segunda-feira, 17 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

6o Seminário de Gestão Organizacional Contemporânea & 1o Congresso de Tecnologias de Gestão e Subjetividades





O Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade Federal do Espírito Santo – PPGADM - realizará nos dias 23, 24 e 25 de agosto 2010 o congresso Tecnologias de Gestão e Subjetividades. O congresso acontecerá nas dependências da Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas, Vitória, Espírito Santo. Objetiva-se com este congresso aprofundar o debate sobre o tema “Tecnologias de Gestão e Subjetividades”, bem como permitir que os diversos pesquisadores que realizam estudos que envolvem a temática do congresso possam ter um espaço para compartilhar o conhecimento e os resultados obtidos com suas pesquisas.

Para fazer sua inscrição online, clique aqui.
Se procura por mais informações, visita a página do evento.

Abaixo seguem os temas que serão debatidos no evento.


Tema 01: Imigração, Cultura do Trabalho e Organizações
Líder: João Gualberto Moreira Vasconcelos e Sérgio Robert Sant”Anna.

A imigração deixou marcas profundas na sociedade brasileira e isso não foi obra do acaso, propiciou a organização da vida produtiva, lançando as bases para o desenvolvimento de pequenas, médias e grandes empresas chefiadas por famílias de origem européia. A imigração não só influenciou a vida produtiva e a configuração do cenário empresarial e dos seus dirigentes, como também imprimiu a sua marca na formação social e cultural em diversas regiões do país. Neste sentido, este GT irá discutir os desdobramentos da imigração no campo das organizações. Como forma metodológica para compreender esta temática, entendemos que as pesquisas com viés qualitativo são as que melhor explicam este fenômeno. As contribuições de outras áreas como Antropologia, Sociologia, Psicologia contribuem para enriquecer o debate.

Tema 02: Estudos em Trabalho, Ergologia e Gestão
Líder: Mônica de Fática Bianco.

O tema Estudos em Trabalho, Ergologia e Gestão objetiva estudar a reestruturação produtiva e as mudanças organizacionais implementadas nos últimos anos. Tem-se como pressuposto a idéia do sujeito trabalhador produzir a si próprio continuamente, num processo continuo de produção de subjetividades no contexto da interação social a que estamos submetidos dia-a-dia nas diferentes realidades sócio-organizacionais. Assim, nesse tema propõe-se a estudar o Trabalho, levando em conta o contexto/ambiente em que as ‘situações de trabalho’ estão inseridas. O foco da temática é o olhar sobre o trabalho humano, individual ou em grupo, sob a perspectiva da transdisciplinaridade.

Tema 03: Práticas de Gestão na Educação
Líder: Gelson Silva Junquilho.

Visa agregar aos estudos organizacionais um olhar específico dos chamados Estudos Organizacionais sobre a área educacional, tomando-se esta última como campo complexo e privilegiado de relações de poder, controle, alienação, comando e significações culturais simbólicas, a partir do qual se realizam relações de ensino-aprendizagem, considerados essas mesmas relações como o que poderia se denominar “produtos finais” de organizações educacionais. É nessa perspectiva ampliada de se estudar gestão que se propõe refletir e analisar a gestão em educação, na perspectiva da prática social, agregando contribuições que possam desvendar contextos simbólicos complexos organizacionais, aí compreendidos unidades de ensino público gratuito, bem como políticas de gestão educacional de governos federal, estaduais e municipais.

Tema 04: Políticas e Práticas Participativas
Líder: Márcia Prezotti Palassi

Objetiva estudar as experiências de participação na (re)formulação de políticas públicas, dos atores da sociedade civil na democratização dos processos de gestão das cidades e das pessoas nas organizações. Enquadra-se na divisão de Estudos Organizacionais, pois nesta área a Administração é compreendida como um fenômeno social e laboratório de experiências humanas, justificando a adoção de teorias do campo das ciências humanas. Busca desenvolver um olhar diferenciado sobre a Administração, pautando-se numa abordagem alternativa à gerencialista hegemônica e convencional, considerando as organizações como produtoras de subjetividade, ao invés de vê-las somente como controladoras da subjetividade, perspectiva tradicional nos estudos organizacionais.

Tema 05: Estudos dos Fenômenos Organizacionais a partir de Abordagens Críticas e da Teoria Crítica
Líder: Ricardo Behr

O campo temático tem como centralidade a teoria das organizações a partir da perspectiva da teoria crítica para o entendimento dos fenômenos organizacionais. O campo prioriza os seguintes temas: poder, controle, cooperação, solidariedade, socialismo e anarquismo e a preferência para a apreensão de dados se dá nos espaços organizacionais alternativos à burocracia, tais como: autogestão, economia solidária, gestão social e nas formas substantivas de organização e vida.

Tema 06: Ergonomia, Gestão e Saúde do Trabalhador
Líder: Simone da Costa Fernandes Behr

O tema de estudo Ergonômico, Gestão e Saúde do Trabalhador fundamenta-se em compreender a partir do arcabouço teórico da Ergonomia o(s) impacto(s) da organização do trabalho ou mesmo da forma de gestão na saúde do trabalhador. Nesse contexto, o enfoque da Ergonomia está pautado no homem em sua atividade de trabalho, ou seja, o interesse de pesquisa provém da ergonomia de origem européia (corrente européia), muito embora não deixe de perpassar a corrente americana (sistema homem-máquina) uma vez que as duas correntes são complementares.

Tema 07: Estudos Pós-estruturalistas em Organizações
Líder: Eloisio Moulin de Souza

A temática Estudos Pós-estruturalistas em Organizações utiliza a Filosofia da Diferença e o Pós-estruturalismo como norteadores conceituais e epistemológicos de pesquisa nas organizações. Assim, as pesquisas realizadas deverão ser fundamentadas principalmente por autores pós-estruturalistas, dentre eles pode-se citar: Michel Foucault, Gilles Deleuze, Félix Guattari, Joan Wallach Scott e Judith Butler. Estudos que envolvem poder, gênero, políticas de inclusão, minorias em espaços organizacionais, dentre outros, analisados sob uma perspectiva pós-estruturalista, são assuntos relevantes e alinhados ao tema.

Tema 08: Consumo, Inovação e Tecnologia
Líder: Teresa Cristina Janes Carneiro

O tema Consumo, Inovação e Tecnologia estuda as dimensões tecnológica, organizacional e social do vasto campo multidisciplinar dos sistemas de informação e das tecnologias de informação e comunicação (TICs). Visa incentivar pesquisas buscando compreender o processo de difusão e adoção das novas mídias e a dinâmica das mudanças que ocorrem neste processo, entender as características, as lógicas e as formas de organização das redes sociais mediadas pelas TICs, analisar as relações entre as TICs e os processos de gestão organizacional e compreender as relações entre a tecnologia, consumo e inovações tecnológicas.

Tema 09: Estratégia e Reder Inter-Organizacionais
Líder: Hélio Zanquetto Filho

O tema Estratégia e Redes Inter-Organizacionais tem como interesses principais os assuntos relacionados à Formação e Desenvolvimento das Redes Inter-Organizacionais e Estratégia. O tema Formação e Desenvolvimento das Redes Inter Organizacionais se dedica ao estudo dos contextos organizacionais relacionados aos aglomerados industriais, comerciais e de serviços geograficamente concentrados e também às estruturas de cooperação inter-organizacional não concentradas geograficamente.

Tema 10: Imaginário Social, Mundo do Trabalho e Organizações
Líder: João Gualberto Moreira Vasconcelos e Sérgio Robert Sant”Anna.

O filósofo francês de origem grega Cornelius Castoriadis formulou uma abordagem inovadora e conceitualmente profunda das questões vinculadas ao que ele denominou de Significações Imaginárias Sociais. Essas significações ajudam a elucidar o que o quadro social-histórico de diferentes sociedades. A aplicação desses conhecimentos no campo da gestão é ainda desafiadora, sobretudo, no campo das subjetividades que envolvem as organizações e o mundo do trabalho, que podem gerar imaginários sociais observados de diferentes perspectivas, desde a política até o que envolve educação, por exemplo. A partir desses elementos conceituais, o tema irá discutir a importância dos conceitos formulados por Castoriadis para a sociedade brasileira, em especial no campo organizacional.

Tema 11: Temas Livres

Assuntos pertinentes e relacionados a “Tecnologias de Gestão e Subjetividades” não incluídos nos temas especificados.


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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Vivendo para um mundo melhor

Helena Chum, paulistana de de meia idade, é, na primeira olhada, a personificação da vovó perfeita. Estatura mediana, roupas largas, sorrisos, passos lentos. Mas, essa mulher tem uma história de vida totalmente diferente.

Helena é responsável pela gestão de um importante grupo de pesquisas sobre bioenergias. Ela é "o cara"! Helena coordena uma série de pesquisas em diversas centros acadêmicos e trabalha como conselheira técnica em negociações e trocas tecnológicas entre Brasil e EUA.

Pasmem! Ela trabalha para o governo americano. Helena é altamente qualificada e decidiu por não ter filhos e se dedicar inteiramente à ciência.

Leia reportagem completa de Época Negócios aqui.

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

O fim do Homem-Panfleto...


Clique na figura e vejam o final da saga do Homem-Panfleto e sua derrota para o Bluetooh-Man.



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terça-feira, 9 de junho de 2009

Google integra Gmail e tradutor de idiomas

Novo recurso permite traduzir em tempo real emails recebidos em diferentes idiomas.

Por Rodrigo Martin de Macedo

Usuários do serviço de emails da Google, o Gmail, já contam com um novo serviço integrado às ferramentas em teste pela empresa, Gmail Labs: tradução automática de mensagens.

O novo recurso integra a ferramenta de tradução mantida pela companhia ao popular serviço de correio eletrônico, permitindo traduzir em tempo real as mensagens recebidas em idiomas diferentes do leitor clicando em um discreto link de tradução.

Segundo o blog Webware, a tradução pode ser feita para qualquer idioma à escolha do usuário. Uma vez que a mensagem escrita no idioma desconhecido é recebida, o sistema identifica em que língua ela foi escrita e oferece um link
para sua tradução automática.

A tradução é temporária, ou seja, cada vez que o usuário visualizar a mensagem será necessário clicar no link para a tradução. O conteúdo traduzido também não é pesquisável, sendo assim a mensagem só pode ser encontrada via busca em seu idioma original.

Para ativar o recurso, o usuário deve clicar em Configurações e procurar a guia Labs. Na listagem, basta clicar em Ativar em Tradução de mensagens, e por fim clicar em Salvar alterações.

Caso o link de tradução não apareça nas mensagens em idioma estrangeiro, é necessário clicar novamente em Configurações e observar se o campo “Ativar tradução de mensagens” está marcado e se o idioma Português está selecionado como padrão.


Fonte: Geek


***


Juro que a cada dia que ouço notícias como essas sobre o Google fico espantado. O ritmo de crescimento das tecnologias computacionais é assustador para aqueles que nasceram num mundo sem PCs, Macs e celulares ou internet. [E olha que nem sou tão velho assim...]

O Google inova a cada dia buscando criar serviços que são conceito e direciona o desenvolvimento do mercado. Até um tempo atrás, tínhamos praticamente duas empresas na guerra fria do mundo virtual: Microsoft e Apple. Hoje o mundo está se tornando globalizado até na informática.

Leia a notícia diretamente do Google clicando aqui.




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quinta-feira, 4 de junho de 2009

MobileMe> ótima ferramenta da Apple


Se você tem um iPhone, iPod ou um Mac, confira a ferramenta MobileMe da Apple. Ela possibilita que você sincronize seus arquivos online. Assim, mesmo se você tem um PC no trabalho e um Mac em casa, você tem a sua disposição arquivos, fotos, músicas e tudo mais o que quiser.

A Apple oferece um free trial de 60 dias e se você gostar do serviço pode contratá-lo por um ano por US$ 99.

É uma solução interessante para os que trabalham online, se movimentam para encontrar clientes e viajam em business. Basta mudar qualquer arquivo que o MobileMe atualiza o banco de dados e quando você for usar o arquivo no outro dispositivo, ele também estará na versão nova.

Super! Isso é que é sincronização.


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terça-feira, 26 de maio de 2009

A revista VEJA abriu todo o seu acervo de 40 anos de existência na internet


Todas as edições poderão ser consultadas na íntegra em formato digital no endereço http://veja.abril.com.br/acervodigital/.
A revista liberou o acervo em comemoração ao seu aniversário de 40 anos.
A primeira edição de VEJA foi publicada em 11 de setembro de 1968.

O sistema de navegação é similar ao da revista em papel: o usuário vai folheando as páginas digitais com os cliques do mouse. O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.
Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Mais de 2 mil edições impressas foram digitalizadas por uma equipe de 30 pessoas.


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domingo, 24 de maio de 2009

Tecnologias imprimem novo estilo de vida

A web 2.0 certamente mudou nossas vidas. O nível de interatividade através da internet, veja nós aqui nos comunicando via blog como exemplo, tem criado um universo de dados imenso. Além disso, tentamos nos adaptar e as novas tecnologias vão sendo absorvidas como damos conta.

Muitos de nós já não conseguem mais viver sem celular e quando não atendemos ligação... vixi! O pessoal até se estressa conosco, não é verdade?

Novas configurações socias surgem a partir desse novo cenário e criamos um mundo completamente novo. Só que agora, as mudanças acontecem mais rápido e o ciclo delas tem se acelerado a um ponto que nem todo mundo consegue se adaptar a tempo e uma nova tecnologia é introduzida ou uma nova configuração social surge antes mesmo que tenhamos conhecimento da anterior.

Esses desdobramentos rápidos das construções sócio-culturais têm repercutido com consequências positivas e negativas em nossa sociedade. Positivos porque permitem maior acesso à informação, maior liberdade de interação e dão força às massas de forma nunca antes vista. Negativos porque nem todos conseguem acompanhar o ritmo veloz das mudanças e se não soubermos absorver essas pessoas na sociedade, criaremos um montando de excluídos da revolução silenciosa das tecnologia de informação e comunicação.

Às vezes, quanto mais nos plugamos nas tecnologias, mas nos desplugamos da realidade aqui fora e podemos ficar aliendados dos acontecimentos justamente pelo excesso de informação produzida - que nem sempre é relevante. O crescimento da quantidade de informações é tamanho atualmente que o conteúdo disponível na internet duplica a cada 18 meses!

Muitos de nós compramos celulares com acesso à internet, postamos em blogs, twitamos via SMS, colocamos no YouTube videos gravados no celular e até mesmo mandamos videos e fotos para canais de televisão, como a CNN - que já criou um programa exclusivo para o conteúdo enviado pelos expectadores, o iReport.

Agora saiu um estudo que diz que um em cada quatro, vulgo 25%, ingleses levam notebook e celular para a cama. Nossa privacidade e vida pessoal foram para o espaço... Trabalhamos 24 horas por dia, 7 dias por semana e as pessoas esperam que estejamos disponíveis o tempo todo.

Para onde vamos? Não sei... Se é bom ou ruim, também não... Mas podemos construir nosso futuro como quisermos.


Faça do mundo um lugar melhor!


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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Os 7 passos para criar um Blog que dá resultado

* Esse texto é um informecial que recebi por e-mail... Espero que seja do proveito de vocês.

Abraço a todos!




Embora dê resultados, criar e manter um Blog requer planejamento e disciplina. Assim desenvolvi os 7 passos para o planejamento e implantação de um Blog, voltado a divulgar sua empresa e produtos na Internet, e que quero agora compartilhar com você : 
  1. Defina quem é o seu público-alvo : Antes de mais nada o seu blog tem que ter um objetivo claro, e um público alvo. Obiviamente ele deve ser parte do seu público consumidor.
  2. O que se pretende do público-alvo : Você deve definir que tipo de relacionamento quer desenvolver com o seu consumidor. Se você espera uma ação imediata, como uma compra ou pedido, seu blog tem que estar focado em informações que o publico busca antes de decidir pela compra. 
  3. Como se comporta o público-alvo : Onde este público está, como ele navega na Internet, e o que ele gosta. Você deve fazer uma pesquisa na Internet para saber como o seu consumidor busca informação e o que procura.
  4. Que conteúdo produzir para o público-alvo : Somente com as respostas dos três passos anteriores é que você irá definir o foco do seu Blog e que conteúdo será produzido. Lembre-se seja específico, faça uma lista dos temas e conteúdos que você pretende publicar.
  5. Como produzir este conteúdo : Não se engane, você tem que planejar como irá produzir o conteúdo e em que volume e periodicidade. Defina se vai contratar alguém ou se você irá escrever. Mas se for você quem escreve, reserve tempo para isso semanalmente.
  6. Que plataforma utilizar : Antes de sair criando um Blog estude bem qual a plataforma que irá utilizar, como e onde vai instalar o Blog. Minha sugestão é que você instale o Blog dentro do seu próprio site.
  7. Como vou divulgar o meu Blog : Seu blog não será descoberto por mágica. Acelere as coisas. Faça uma lista das ações de divulgação que pretende implementar e quais mídias que você irá utilizar para divulgação. Novamente seja específico, liste os nomes dos sites, portais, blogs, comunidades, fóruns e redes sociais onde pretende difundir a informação que seu blog agora existe.

Com estes passos minha experiência mostra que você irá criar um Blog que produz resultados para sua empresa.

Dia 26 de Maio em São Paulo Curso de Marketing Digital e Publicidade On-Line 

www.spbrasil.com.br/cursos



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sexta-feira, 15 de maio de 2009

Bibliotecas digitais> World Digital Library e Europeana

Se você procura por cultura, gosta de museu ou quer aprender mais sobre o mundo e adquirir conhecimento, a internet é o lugar certo.

Hoje vou recomendar para você leitor o projeto da World Digital Library e a Europeana. As duas iniciativas disponibilizam acervos de museus ao redor do mundo digitalizados. A WDL é um projeto encabeçado pela maior biblioteca do mundo, a biblioteca do Congresso dos EUA. Já a Europena, é produto das bibliotecas da União Européia.

É incrível a variedade das obras em exposição online. Você pode ler poemas japoneses do século V, ver mapas de diversos países, gravuras de diferentes culturas, videos, audio, entre outros. Enfim, a diversidade é enorme e quem for acessar pela internet, creio eu, vai levar a vida toda para curtir de verdade todo o acervo.

Ambos projetos muito legais! Vale o clique...


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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Se roubarem seu celular, bloqueie o número e o aparelho> é uma questão de segurança pública...


A informação abaixo eu recebi de uma amiga por e-mail e já tinha visto uma reportagem a respeito, só não lembro quando e onde. Enfim, a informação é pertinente e acho que se tomarmos o devido cuidado, damos uma ajudinha ao governo na segurança pública.





Veja como:
Agora, com esta história do chip GSMe 3G, o interesse dos ladrões por aparelhos celulares aumentou. É só ele comprar um novo chip por um preço médio de R$30,00 em uma operadora e o instalar no aparelho roubado. Com isso, está generalizado o roubo de aparelhos celulares.

Segue então uma informação útil que os comerciantes de celulares não divulgam. Uma espécie de vingança para quando roubarem celulares. Para obter o número de série do seu telefone celular (GSM e 3G), digitem *#06#. Aparecerá no visor um código de algarismos. Este código é único!

Anotem e guardem esse número de série com cuidado!

Se roubarem seu celular, telefonem para sua operadora e informem este código. O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o 'Chip'. Provavelmente não recuperarão o aparelho, mas quem quer que o tenha roubado não poderá mais utilizá-lo.

Se todos tomarem esta precaução, imagine, o roubo de celulares se tornará inútil. Enviem isto a todos e anotem o seu número de série!

POR FAVOR, AMIGOS DIVULGUEM ESTA MENSAGEM.


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terça-feira, 28 de abril de 2009

Vitória: uma ilha de congestionamentos e poluição?

Vitória é a ilha-capital do Espírito Santo, estado um pouco esquecido do desenvolvimento até a década de 1990, quando iniciou uma crescente de modernização, sobretudo nos últimos 5 anos. Mas, nem sempre o desenvolvimento é planejado e sustentável e o que podemos observar em Vitória foi uma falta de planejamento estratégico de longo prazo que hoje implica em sérios problemas para a capital capixaba e as cidades da região metropolitana.

Um dos pontos que necessita de intervenção urgente é a reengenharia viária e uma reflexão profunda sobre os nortes de urbanização de toda a região que se extende desde Guarapari até Fundão.

Como disse anteriormente em outro post, a forma de pensar o crescimento urbano sustentável é um paradigma a ser enfrentado nas esferas política, econômica e social. Infelizmente, nossa população tem a cultura de relegar ao governo a discussão e a implementação de soluções para as questões públicas - um resquício de nossa história colonial que se arrasta até os dias atuais.

Mudanças em nossas vidas, aqui inclusas as relativas ao transporte, ao estabelecimento de zonas residenciais, produtivas e comerciais, áreas de socialização e relacionamento dos cidadãos, entre outros pontos a serem discutidos, devem ser contabilizadas em nossas discussões em casa com nossas famílias, com os amigos, nas escolas, comunidades e esferas governamentais - englobando os três poderes: executivo, legislativo e judiciário.

É preciso que também se faça valer o acordo metropolitano e que políticas públicas passem a ser pensadas num âmbito maior, encorpando as cidades satélites à capital como integrantes da teia urbana e vislumbrando níveis de análise múltiplos de forma intregada: sociedade, economia, meio ambiente, entre outros.

Me incomoda profundamente nossos governantes e representantes políticos não terem um projeto urbano explícito, com matrizes de transporte público, áreas de recreação e socialização, infra-estrutura, soluções para educação e saúde, a ser debatido pela população.

Essas discussões não nos são exculsivas, emergiram como convergência de líderes mundiais que nos alertam para a maneira como temos vivido e as mudanças que inevitavelmente serão necessárias para que nossa existência tenha menor impacto sobre a biosfera.



Algumas empresas, como a IBM, tem se juntado a governos para refletir como podemos manter o crescimento das cidades de forma sustentável e reduzir os impactos da urbanização sobre a cidade.




Em Vitória, o vai-e-vem do debate volta e meio aparece na mídia [link 1, link 2, link 3]; entretanto, a população pouco tem sido chamada para se envolver em algo que tem impacto profundo em nosso cotidiano e na arquitetura urbana na qual ele se baseia. 

A crise de crédito e a desaceleração econômica estão maiores que a marola esperada pelo nosso presidente pop star Lula. Eu, que já fui surfista, sei que não podemos errar o cálculo com o tamanho da onda, senão podemos tomar um caixote e nos machucar bastante. A boa nova é que as conjunturas macro e micro-econômicas têm nos salvado de maiores apuros.

O cenário atual fez nossos governos federal, estadual e municipal freiarem planos para os anos de 2009 e 2010 e os PAC da vida foram novamente empacotados e colocados no freezer. Mas o que quero colocar aqui na mesa para você leitor é que não se trata apenas de dinheiro pública a ser investido, e sim uma reflexão de toda a população de como devemos agir diante dos problemas urbanos.

Algumas atitudes simples podem ser tomadas no dia-a-dia. Devemos nos lembrar que tudo que consumimos será descartado no ambiente [leia post sobre o assunto] e que nós mesmos podemos mudar hábitos e salvar nosso planeta, deixando um patrimônio decente para as próximas gerações.

A região metropolitana de Vitória é um exemplo claro de espaço urbano que demanda planejamento de curto, médio e longo prazos. E uma crise econômica não pode calar nosso clamor por mudanças de atitudes dos agentes políticos diretos - nossos representantes - e de nós - cidadãos -, que construímos nossa morada, nossa querida cidade, nosso palco e tabuleiro no jogo da vida.

Ainda é tempo de fazermos algo para mudar o mundo: o meu, o seu, o nosso mundo.


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terça-feira, 24 de março de 2009

O Fim dos Objetos

Segue texto publicado em 2005 pelo meu professor de e-commerce da FGV, Andre Kischinevsky. Muito interessante... me faz pensar em algo quase como Matrix. Como o tema ainda é atual, vale tomar um tempo para o texto.

Boa leitura!


Artigo publicado no Jornal "O Globo" - seção "Opinião"

Comenta-se sobre o uso cada vez maior de dispositivos móveis e em uma firme tendência para o desenvolvimento de palmtops, celulares, livros e computadores cada vez mais leves e portáteis. No entanto, a longo prazo, essa é uma visão equivocada. Apostar na evolução linear dessa tecnologia é um erro. Em menos de vinte anos todos esses equipamentos estarão extintos. Os aparelhos não serão cada vez menores, mais rápidos, leves e coloridos. Eles deixarão de existir.

No futuro, esses dispositivos serão softwares. Serão programas de computador e não máquinas. Para adquirir um novo palmtop, e-book ou relógio vai baixar pela internet um programa. Os novos engenheiros serão programadores e os objetos virtuais dividirão o espaço com objetos físicos. Se você acredita que um e-book do futuro será uma folha de papel eletrônico, repense. Os e-books existirão, mas serão inteiramente virtuais. Serão objetos de software. Assim como os aparelhos de televisão, de som e até mesmo os produtos nas prateleiras do supermercado.

Nas próximas décadas, a interface do mundo virtual será integrada a três de nossos sentidos: visão, audição e, parcialmente, ao tato. No início, usaremos óculos especiais, transparentes, e veremos o mundo com complementos virtuais. Você poderá olhar para uma parede e ver a tela de uma TV ou para sua cabeceira e ver um despertador virtual. Aos poucos, as lentes se tornarão mais integradas ao nosso corpo. O mesmo ocorrerá com fones de ouvido e dispositivos para simular o tato. Você não precisará carregar um computador portátil como conhecemos hoje. Seus sentidos estarão permanentemente conectados à internet.

Imagine-se daqui a vinte anos na sala de embarque de um aeroporto. Seu avião atrasa e você decide fazer compras. Como todo mundo, você está usando minúsculos dispositivos que conectam seus sentidos à Rede, permitindo que você veja, ouça e sinta os objetos virtuais. Fisicamente, a loja é apenas um espaço de circulação. Mas, ao entrar, você decide que tipo de produto deseja comprar e a loja se enche de produtos virtuais. Você interage com os produtos como faria com produtos físicos. Se optar por uma loja de móveis, poderá empurrá-los, virá-los e ver suas etiquetas. Os objetos virtuais reagirão de forma parecida com os tradicionais e você terá uma experiência de compra como numa loja de hoje.

Ao terminar de fazer compras, você decide apreciar quadros. Sendo assinante do canal de arte virtual do Louvre, onde quer que você vá, há quadros do acervo do museu. A administração do aeroporto decidirá o local ideal para posicioná-los, mas são os computadores do Louvre que fornecerão os quadros virtuais para suas lentes. Cada passageiro da sala verá quadros de sua preferência e passageiros sem programação verão quadros do acervo da Infraero, com fotos da história da aviação.

Durante o vôo, o sistema de entretenimento pessoal será substituído por uma simples conexão com a internet. Cada passageiro poderá cuidar de sua programação, ler livros virtuais, ver TV, falar com a família ou usar um micro virtual. Entretanto, nem tudo se tornará virtual. Apenas alguns de nossos sentidos poderão ser estimulados assim nas próximas duas décadas. Continuaremos precisando comer comida, dormir em camas e viver em casas de verdade. Mas, vendo e ouvindo os objetos virtuais, mudaremos radicalmente nossa interação com o mundo. Você se enfeitará com jóias virtuais, poderá mudar a cor de seu cabelo sem usar uma gota de tintura e encher a casa de porta-retratos virtuais.

Um dos fatores-chave para isso tudo funcionar será a padronização dos objetos virtuais. Se você baixa da internet um novo aparelho de som virtual, todos em sua casa devem poder ouvi-lo. Seria um desastre descobrir que o som é incompatível com os visitantes! Por isso, a criação dos padrões da internet iniciada na década de 70 foi um importante passo para esse futuro em que poderemos dar festas com som alto a qualquer hora sem incomodar os vizinhos — exceto, claro, se os convidados forem barulhentos.



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