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terça-feira, 29 de julho de 2008

Com o aumento nos custos de viagens de negócios, tecnologias já existentes começam a ser utilizadas em maior escala


O preço do petróleo está disparado e os combustíveis acompanham seu padrão de aumento, mudando a cara dos negócios em várias corporações pelo mundo. Executivos que antes viajavam com muita freqüência para visitar clientes, prospectar novos negócios e discutir estratégias em reuniões estão dando cada vez mais preferência para o uso de tecnologias tais como internet, celular e video conferências.

Salas de conferência equipadas com luzes adequadas, equipamento de video e audio, isolamento acústico, entre outras parafernálias, vão se tornando acessório necessário e cotidiano em grandes empresas. O custo com a aparelhagem, que caiu por volta de 25% segundo o jornal New York Times, é muitas vezes mais em conta do que deslocar executivos para outras cidades e países.

Além disso, o uso de tal tecnologia substitui o combustível usado nos aviões, sendo uma alternativa ecologicamente interessante.


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domingo, 13 de julho de 2008

Pirraça faz a InBev aumentar em 5.3% oferta pela Anheuser-Busch

Depois daquela chorada, a InBev ofereceu um aumento de 5.3% na oferta pela Anheuser-Busch, comprando as ações por US$ 70. O NY Times noticiou na sexta-feira que a negociação antes hostil se converteu em amigável. Acho que até eu abriria um sorriso com uma oferta dessas.

A especulação é do negócio ser concretizado nesta segunda-feira.

Uma pergunta ronda minha cabeça: como ficarão os compatriotas do tio Sam quando ouvirem essa notícia, depois de mobilizarem a mídia, os políticos e a internet contra a compra de um patrimônio cultural por um alien. Espero que isso não dê ressaca.

Let’s wait and see...

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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Segundo Round: será que a Inbev vai conseguir cansar a Bud?

Mal se iniciou a batalha e a Inbev tomou uma pelas costas que provavelmente não esperava. Eu previa que a Anheuser-Busch iria "jogar baixo" e apelar para o patriotismo americano. E foi justamente aí que a Bud arrumou a sua arma mais forte. Apesar da empresa belgo-brasileira oferecer um prêmio de 30% sobre o valor das ações em sua tentativa hostil de tomada da brewery americana, a resposta está carregada no mesmo nível.

A Bud investe em seu contra-ataque com todo o arsenal possível: a maior distribuidora de Buds nos EUA pertence à família da esposa do Senador McCain (candidato republicano à presidência americana); a Inbev possui uma marca de cervejas (Bucanero) que é vendida em Cuba, o que fere a política de blindagem anti-Castro e embargo imposta por Washington; sugeriram entrar com uma ação na U.S. Securities and Exchange Commission para se defender da possibilidade de retirada da diretoria se a compra ocorrer; além de rolar um rumor entre os americanos de boicotar a Bud caso ela se torne uma marca Inbev, entre outras ações de retaliação.

A percepção que tenho é que tio Sam ficou incomodado com a possibilidade de ter seu quintal invadido por um Mr. Nobody (sem ofensas Brito!) e querer roubar uma jóia de família. A Bud faz parte do imaginário americano e é verdadeiramente um símbolo nacional. O choramingo é tamanho que até a eleição presidencial norte-americana está se envolvendo no processo de aquisição.

Sabemos que acionistas da Bud ficariam felizes com o negócio, pois poderiam embolsar uma boa grana ou simplesmente aguardar e esperar pelos frutos da agressiva gestão brasileira da Inbev. O playboy Busch IV vai se agarrar à tradição americana e babar os esforços de Brito.

Qual o final da estória?
Eu não me atrevo a opinar sob risco de morder minha própria língua. Me reservo a acompanhar a batalha através do NY Times para ter uma perspectiva de como os gringos estão lidando com a situação. Vocês conhecem aquela máxima "quem não chora, não mama"? Pois é exatamente isso que Busch IV usa como estratégia.

Sempre que me lembro desse assunto eu me pergunto...
Brito, você também vai chorar?

Conhecido pelos corredores da Inbev por ser linha dura, Brito precisa aprender que devemos usar da emoção quando a razão está embreagada.

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