sábado, 26 de setembro de 2009

Exercício 2 - 3o. Período 02-09 (RESPOSTAS)

Rego, A.; Pinha e Cunha, M.; Souto, S. Espiritualidade nas organizações e comprometimento organizacional. RAE Eletrônica. 6(2), jul./dez. 2007, pp. 1-27.

1) Quais as três definições de espiritualidade nas organizaações citadas no artigo?
"A espiritualidade nas organizações pode ser interpretada como o reconhecimento, pela organização e pelos seus líderes, de que os empregados têm uma vida interior que alimenta, e é alimentada, pela realização de trabalho com significado num contexto de comunidade (Ashmos e Duchon, 2000; Milliman, Czaplewski e Fergusson, 2003). Esta definição é, todavia, apenas uma entre as muitas presentes na literatura (Freshman, 1999; Brown, 2003).
Giacalone e Jurkiewicz (2003a), por exemplo, sugeriram que a espiritualidade nas organizações é um quadro de valores organizacionais, evidenciados na cultura da organização, que promove a experiência de transcendência dos empregados por meio dos processos de trabalho, facilitando o seu sentido de conexão com as outras pessoas, de um modo que lhes proporciona sentimentos de plenitude e alegria. Por seu turno, Ian Mitroff, num Simpósio realizado na Academy of Management, definiu-a como “o desejo de encontrar o propósito último da vida e viver de acordo com ele” (Cavanagh, 1999, p. 189).
Para os propósitos do presente artigo, após a leitura atenta da literatura (especialmente os números especiais de revistas como o Journal of Management Inquiry e o Journal of Organizational Change Management), e tendo em vista algumas das recentes operacionalizações do construto (Ashmos e Duchon, 2000; Milliman et al., 2003; Duchon e Plowman, 2005), definimos a espiritualidade nas organizações do seguinte modo: existência de oportunidades na organização para realizar trabalho com significado, no contexto de uma comunidade, com um sentido de alegria e de respeito pela vida interior."

2) Quais as cinco dimensões da espiritualidade usadas pelos autores da pesquisa?
"A definição acima orientou o processo de operacionalização do construto, o qual abarca cinco dimensões: sentido de comunidade; alinhamento do indivíduo com os valores da organização; sentido de serviço à comunidade (trabalho com significado); alegria no trabalho; oportunidades para a vida interior."

3) Segundo o texto, no que difere a espiritualidade da religião?
"Ser alguém espiritual não significa exibir qualquer religião. E uma organização que nutre a espiritualidade não é a que induz as pessoas a adotarem determinadas crenças e práticas religiosas. Em rigor, esta indução pode ser mesmo uma “afronta” à genuína espiritualidade. Mais especificamente, a espiritualidade diz respeito ao fato de os colaboradores: (a) serem entidades com necessidades espirituais (desejo de serem únicos, de estarem em união com algo superior a si próprios, de serem úteis, de compreenderem e serem compreendidos; Strack et al., 2002); (b) desejarem experimentar um sentido de propósito e de significado no trabalho; e (c) pretenderem experimentar um sentido de conexão com a comunidade de trabalho (Ashmos e Duchon, 2000)."

4) Quais as vantagens, citadas no texto, da espiritualidade para o trabalhador?
"Em nível de análise individual, os estudos têm procurado identificar os efeitos da espiritualidade para a saúde e as respostas psicossomáticas. Diversas evidências teóricas e empíricas têm sugerido que as pessoas com forte espiritualidade apresentam, por exemplo, melhor qualidade de vida; uma elevada auto-estima; um sentido mais forte de pertença; um melhor ajustamento a eventos traumáticos; maior proteção contra doenças geradas pelo estresse; maior satisfação com a vida; menor pressão sanguínea; melhor funcionamento do sistema imunológico; e, por último, menores tendências depressivas (Musgrave, Allen e Allen, 2002; Moss, 2002; Miller e Thoresen, 2003; Puchalski, 2004; Sawatzky, Ratner e Chiu, 2005)."

5) O que é comprometimento organizacional?
"O comprometimento organizacional é o estado psicológico que caracteriza a ligação do indivíduo à organização, tendo implicações na sua decisão de nela continuar (Allen e Meyer, 1996, 2000)."

6) Cite os três componentes do comprometimento organizacional?
"A maior parte dos estudos focaliza-se em três componentes: a orientação afetiva para com a organização (ligação afetiva); o reconhecimento dos custos associados com a saída da mesma (ligação instrumental); e um sentido de obrigação moral de nela permanecer (laço normativo)."

7) Que tipos de comportamentos podemos esperar dos três diferentes tipos de laço ou comprometimento organizacional?
"Dado que o comprometimento afetivo baseia-se em um vínculo emocional com a organização, é provável que as pessoas mais afetivamente comprometidas sejam mais motivadas para contribuir com o desempenho da organização, apresentem menor turnover, menor absentismo e adotem mais comportamentos de cidadania organizacional (Organ e Paine, 2000). Diferentemente, é provável que os colaboradores com laço instrumental mais forte não sintam qualquer propensão a darem à organização mais do que aquilo a que estão obrigadas. Acresce que, se este for o laço preponderante, é possível que os indivíduos adotem mesmo atitudes e ações negativas em relação à organização (e.g., absentismo, comportamentos retaliatórios). Finalmente, é provável que as pessoas que sentem obrigações e deveres de lealdade para com a organização (laço normativo) tendam a adotar comportamentos positivos. Todavia, esses sentimentos tendem a não suscitar os mesmos entusiasmo e envolvimento que os produzidos pelo comprometimento afetivo. Conseqüentemente, os resultados organizacionais positivos tendem a ser menos notórios."

8) Que aspectos tendem a desenvolver o laço afetivo do trabalhador?
"A literatura (Allen e Meyer, 1996, 2000; Meyer, 1997) sugere que o comprometimento afetivo se desenvolve quando o colaborador se envolve e/ou reconhece o valor e/ou deriva a sua identidade da associação com a organização. Estes efeitos podem ser alcançados quando, por exemplo, o colaborador (a) sente que a organização o trata de modo justo, respeitador e apoiante; (b) tem confiança na organização e nos seus líderes; (c) obtém satisfação no trabalho; (d) considera que os valores da organização têm uma orientação humanizada; (e) sente que existe congruência entre os seus objetivos e os da organização; e (f) a organização é uma boa cidadã e assume comportamentos socialmente responsáveis."

9) E o laço instrumental?
"O comprometimento instrumental desenvolve-se quando o indivíduo (a) reconhece que, se sair da organização, perderá investimentos nela feitos e/ou (b) não tem alternativas atrativas de emprego em outras organizações. É possível, por outro lado, que se sinta sobretudo instrumental ou calculativamente ligado à organização quando se sentir insatisfeito, injustiçado, impossibilitado de desenvolver o seu potencial e realizando trabalho rotineiro e não desafiante."

10) E o normativo?
"O comprometimento normativo tende a desenvolver-se quando o colaborador internaliza as normas da organização mediante socialização; recebe benefícios que o induzem a atuar reciprocamente ou estabelece com a organização um contrato psicológico. É possível, por exemplo, que desenvolva o dever de lealdade à organização quando (a) se sente satisfeito no trabalho, justiçado e apoiado; (b) percebe que a organização fomenta valores que ele próprio possui; (c) verifica que os seus líderes são de confiança; (d) percebe que a organização adota políticas de recursos humanos que o valorizam como pessoa e não como mero instrumento ou recurso."

11) Quais as vantagens do alinhamento entre os valores pessoais e corporativos?
"É igualmente possível que a pessoa desenvolva laços de confiança e estabeleça com a organização um contrato psicológico de natureza relacional (Rousseau, 1995). Pode também suceder que, ao perceber um alinhamento entre os seus valores e a missão/valores da organização, a pessoa desenvolva uma maior identificação organizacional, procurando atuar favoravelmente em prol da organização. É também presumível que, recebendo da organização recursos espirituais e motivacionais, o colaborador desenvolva o dever de responder reciprocamente (Gouldner, 1960; Settoon, Bennett e Liden, 1996; Eisenberger et al., 2001) com maior comprometimento afetivo um sentido mais forte do dever de lealdade."

12) Quais as desvantagens de não se adotar a espiritualidade nas organizações?
"Quando o trabalho não tem significado para a vida, a criatividade não flui. O comprometimento e a motivação para o trabalho são menores. A cooperação e o espírito de equipe são penalizadas. Os níveis de estresse são mais elevados, podendo gerar acidentes de trabalho, erros decisórios e problemas de saúde física e psicológica. A identificação dos indivíduos com a organização é menor, e isso pode refletir-se no modo como se pronunciam externamente acerca da sua organização e, por conseguinte, na reputação organizacional. Os talentos abandonam mais provavelmente a empresa, que fica também com menor potencial atrativo para recrutar e selecionar bons candidatos. A lealdade organizacional é menor.
Distintamente, quando as organizações criam espaços espiritualmente ricos, os seus membros satisfazem as necessidades espirituais, experimentam um sentido de segurança psicológica e emocional, sentem-se valorizados como seres intelectual, emocional e espiritualmente válidos, experimentam sentidos de propósito, de autodeterminação, de alegria e de pertença. Em contrapartida da recepção destes “recursos” espirituais e motivacionais, desenvolvem maior ligação afetiva com a organização e sentem o dever de responder reciprocamente, de serem mais leais e mais produtivos."


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Exercício 1 - 3o. Período 02-09 (RESPOSTAS)

Stewart, T.A. (1998). O trabalhador do conhecimento. Em: T.A. Stewart. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas (pp. 35-47). Rio de Janeiro: Campus.


Crawford, R. (1994). A organização empresarial é redefinida. Em: R. Crawford. Na era do capital humano: o talento, a inteligência e o conhecimento como forças econômicas, seu impacto nas empresas e nas decisões de investimento (pp. 114-121). São Paulo: Atlas.

1) Quais as características da nova organização?
As empresas que querem tomar a ponto do mercado mudaram radicalmente sua filosofia de gestão. Elas facilitam a livre circulação de informações, utilizam a capacidade intelectual dos funcionários e se preparam para responder rapidamente a toda e qualquer demanda que apareça.


2) Quais as características do novo perfil de trabalhador pedido pelas empresas?
Para montar uma equipe condizente como o novo paradigma organizacional, faz-se necessário recrutar colaboradores que saibam pensam analiticamente, se preocupem com o desempenho da equipe e da empresa, que tenham afinidade com a cultural organizacional, uma postura de aprendizado constante, habilidades de resolução de conflitos e capacidade de planejamento.

3) O que as empresas precisam levar em conta frente ao novo cenário de negócios?
Uma vez que a economia migra fortemente do paradigma industrial para o do conhecimento, antigas atitudes e hábitos tornam-se contraproducentes. Há uma demanda por adaptação ao ambiente externo e global, reengenharia da cadeia de valor das empresas, empowerment e horizontalização da estrutura organizacional, bem como a implantação de tecnologias de gestão que abarquem conceitos sistêmicos e biopsicossociais.

4) Como fazer uma análise dos ambientes? Que técnicas podemos usar?
Existem metodologias de análise de ambientes que, apesar de certa idade, ainda são pertinentes ao cenário atual. Toda e qualquer metodologia que abarque os aspectos políticos, econômicos, culturais, legais, ambientais, tecnológicos é bem vinda. Ex.: 5 forças de Porter, SWOT, ANSOFF, BSC, etc.

5) Quais os fatores constituem a cultura organizacional?
Toda o sistema de crenças e valores que constituem o conjunto simbólico que regem o aspecto sócio-grupal da organização formam a cultura organizacional.

6) Qual as características e como mudou a organização dos tempos industrial para o pós-industrial?
Cenário Industrial
  1. Burocracia
  2. Verticalização
  3. Produtos de massa
  4. Padronização
  5. Produção empurrada
  6. Oferta <>
  7. "HARDWARE"
Cenário Pós-Industrial
  1. Cooperação e Participação
  2. Horizontalização
  3. Produtos customizados
  4. Criatividade e Inovação
  5. Tecnologia intensa
  6. Produção puxada (just in time, just in case)
  7. Oferta >>>> Demanda
  8. "SOFTWARE"

7) Quais os 4 tipos básicos de empresas no cenário contemporâneo, segundo Crawford?
"A economia emergente será baseada em quatro tipos básicos de empresas: (1) capital intensivo, empresas altamente automatizadas, que são encontradas principalmente na manufatura, infra-estrutura básica e indústrias de recursos naturais; (2) manufatura baseada em mão-de-obra intensiva, com nichos de mercado protegidos, como, por exemplo, as empresas de processamento de comida; (3) negócios com serviços rotineiros ou com conhecimento não intensivo que utilizam um alto grau de automação, e (4) serviços especializados baseados em alto nível de conhecimento, que se tornarão cada vez mais a organização dominante na economia. Estas organizações serão encontradas numa variedade de setores, incluindo serviços financeiros, de saúde, serviços profissionais (consultoria, contabilidade, direito, engenharia e arquitetura), serviços de treinamento para software, empresas de softwares, empresas de pesquisa científica e de entretenimento." (p. 118)

8) Qual o perfil das equipes de trabalho da nova corporação emergente? (Lembre-se do video da IDEO mostrado em sala)
Multi ou transdisciplinares, com alta grau de especialização, profissionais altamente atualizados e pró-ativos.

9) Quais são as mudanças que as empresas precisaram fazer para atrair e manter talentos e conhecimento?
Promover o crescimento dos colaboradores, pagar salários no mínimo ligeiramente acima da média, possuir uma carteira de benefícios atraente, políticas de QVT, planejamento de carreira coerente e transparente, horários de trabalho flexíveis, oferecer ambientes de trabalho intelectualmente estimulantes e integração entre diversos departamentos.


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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Você sabe qual é a capital da Nigéria?

Pois é, nem eu sabia...


Segue abaixo texto de Ricardo Jordão Magalhães [link fonte].

Quantas vezes você já ouviu algum brasileiro criticar americanos e europeus por ainda acreditarem que Buenos Aires é a capital do Brasil?

Se você é um desses brasileiros que criticam aqueles que não sabem qual é a capital do Brasil, responda para mim, Você sabe qual é a capital da Nigéria?!!!

Não sabe?!?!

Se você não sabe qual é a capital da Nigéria, por que alguém deveria saber qual é a capital do Brasil?!?!

A comparação lhe parece absurda?

A Nigéria é a Nigéria e o Brasil é o Brasil?!

Pense novamente.

Ninguém tem a obrigação de saber o que nós somos, o que nós fazemos, ou o quê nós temos para oferecer. É exatamente esse o SEU, o MEU, o NOSSO DEVER: FAZÊ-LAS SABER!

Existem alguns mitos.

O mito que diz que o brasileiro é criativo. Pare para pensar por um momento. Olhe ao seu redor onde quer que você esteja. Procure por algo que o Brasil tenha inventado. Nós inventamos o computador? Não. Nós inventamos a lâmpada? Não. Nós inventamos o elevador? Não. Nós inventamos o carro ou a bicicleta? Não. Nós inventamos a geladeira da sua cozinha? Não. Nós inventamos o piano? Não. Nós inventamos a televisão ou o rádio? Não. Talvez a folha de papel que está ao lado do seu computador? Não.

CRIATIVO?

O mito que diz que o brasileiro é carinhoso, quente e amável. Pare para pensar por um momento. Quantos trabalhos voluntários você fez esse ano? Quantas vezes você visitou a sua avó esse ano? O que você fez totalmente de graça por alguém esse ano?

CARINHOSO?

O mito que diz que o brasileiro é flexível. Pare para pensar por um momento. Você nasceu na cidade de São Paulo. Estudou na cidade de São Paulo. Fez faculdade em São Paulo. Casou com um(a) paulistana na igreja de São Paulo. Trabalhou na Avenida Paulista em uma grande multinacional (inflexível) famosa. Come pizza aos domingos e assina o jornal Estado de São Paulo.

FLEXÍVEL?

O mito que diz que o brasileiro é empreendedor. Pare para pensar por um momento. Existem 155 mil pizzarias. Iguais. 250 mil representantes comerciais. Iguais. 25 mil lojas de informática. Iguais. 15 mil postos de gasolina. Iguais. 5 mil lojas de CDs. Iguais. 75 mil consultorias. Iguais. 15 mil vendedores de bananas. Iguais.

EMPREENDEDOR?

O Brasil é o país da criatividade, do carinho, da flexibilidade e do empreendedorismo? A Nigéria não?!

NADA DEPRECIA MAIS UMA PESSOA DO QUE SER VISTA COMO MAIS UMA PESSOA! ACORDA!!!!

Enquanto você fica aí sentado na esperança de que os outros descubram por si só o quê você faz, como você faz, o quanto você faz, e o que você sabe, alguém que precisa justamente do que você sabe, e do que você tem, acaba de passar por você. Ninguém sabe o que tem dentro de você, mas alguém precisa daquilo que tem dentro de você. ACREDITE!

Você não faz idéia do bem que você faz para a humanidade quando você expressa a sua PAIXÃO para todos que estão a sua volta. Você não deveria ter vergonha de fazer isso e muito menos sentimentos de culpa por isso. GRITE PARA TODOS OUVIREM! Deixe todos saberem do seu amor pela vida. O seu amor pelos seus ideais.

LEVANTE-SE AGORA!!! Saía de trás desse seu computador! PARE DE SE ESCONDER atrás do seu programa de e-mail, mensagem instantânea ou do seu telefone. Vá até o seu cliente mais próximo. Visite o colega que senta ao seu lado. Dê um passeio pelo departamento mais próximo ao seu (ele também é seu cliente) e diga a eles porque você veio.

SEJA CAMINHONEIRO pelo menos uma vez na sua vida!!! Transforme o pára-choque do seu carro em um manifesto àquilo que você ama.

Enquanto você se recusa a ser CRIATIVO, a Embraer produz um modelo de avião que vai bater a Boeing nos próximos anos. Enquanto você se recusa a ser CARINHOSO, 10 milhões de brasileiros fazem trabalhos voluntários nesse momento. Enquanto você se recusa a ser FLEXÍVEL, 25 milhões de nordestinos e nortistas deixam suas famílias para trás para construir um Brasil todo para nós. Enquanto você se recusa a ser EMPREENDEDOR, a churrascaria Fogo de Chão invade a Califórnia nos EUA, e a água-ardente Ypióca invade a Europa e o Japão.

A propósito, a capital da Nigéria é Abuja. O idioma oficial do país é o inglês. 130 milhões de nigerianos são fluentes em inglês além dos seus dialetos locais. E você? Qual idioma você fala além do português?

É seu DEVER deixar os outros saberem o quanto você tem para dar. Nada menos que isso interessa!!!!

QUEBRA TUDO!!! Foi para isso que eu vim! E Você?



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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Mind Map de Deepak Chopra

Sou avesso aos autores de auto-ajuda.
Mas devo admitir que o Deepak Chopra montou uma ferramenta muito interessante para usarmos na construção de projetos de carreira e projetos de vida. Trata-se do Mind Map seguido de meditação ou auto-hipnose.

Eu já fiz o meu.

Sucesso!


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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Bing> você já usou?

O projeto comum da Yahoo e da Microsoft para enfrentar a Google está começando a mostrar sinais de que logo logo vai crescer e muito.

Segundo pesquisa realizada pela comScore, instituto especializado em audiência na internet, a máquina de busca pode chegar a uma participação de cerca de 40% do mercado.

Bem, eu adorei o search engine... Coloquei meu nome e pedi uma pesquisa e meu currículo Lattes foi o primeiro resultado da lista.


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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Exercício 3 - 3o. Período 02-09

Pereira, F.N. Uma análise sócio-histórica da educação, da construção da subjetividade e da escolha profissional. (MIMEO)

1) Explique a dialética e o processo de construção subjetivo-objetivo.
2) Qual(is) a(s) diferença(s) entre as concepções sócio-histórica e liberal de homem?
3) Dahrendorf aponta uma saída para a sobredeterminação do ambiente sobre o indivíduo. Como você entende essa saída? Dê exemplos.
4) Como Bourdieu e Passerón entendem a construção (desenvolvimento) da cultura ao longo da história da humanidade?
5) O que é educação, segundo o texto?
6) Como ocorre a construção da subjetividade, desde o nascimento, passando pela infância, pela escolarização, adolescência e a inserção no mundo adulto?
7) O que é o arbitrário cultural?
8) O que é habitus?
9) Por que não podemos deduzir o habitus individual do familiar ou do habitus da classe sócio-econômico-cultural ao qual a pessoa pertence?
10) Quais os agentes pedagógicos citados no texto?
11) Quais os quatro tipos de capital envolvidos no processo educacional e de desenvolvimento da subjetividade? Explique eles.
12) Quais as estratégias de investimento escolar das de investimento familiar à educação formal citados no texto?
13) Levando em consideração a citação de Carnoy (pp. 8 e 9), como você entende o sistema de cotas adotado no vestibular?
14) Quando e por que surgiu a "livre" escolha da profissão?
15) Qual é o impasse na inserção no mercado de trabalho apresntado no 1o. parágrafo da p. 10? Qual sua opinião sobre o assunto?
16) Como a educação contribui para aumentar as possibilidades das pessoas na vida econômica e social (empregabilidade, trabalho, renda, cultura geral, etc.)? (Leia p.12-15).


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Exercício 2 - 3o. Período 02-09

Rego, A.; Pinha e Cunha, M.; Souto, S. Espiritualidade nas organizações e comprometimento organizacional. RAE Eletrônica. 6(2), jul./dez. 2007, pp. 1-27.

1) Quais as três definiçÕes de espiritualidade nas organizaações citadas no artigo?
2) Quais as cinco dimensões da espiritualidade usadas pelos autores da pesquisa?
3) Segundo o texto, no que difere a espiritualidade da religião?
4) Quais as vantagens, citadas no texto, da espiritualidade para o trabalhador?
5) O que é comprometimento organizacional?
6) Cite os três componentes do comprometimento organizacional?
7) Que tipos de comportamentos podemos esperar dos três diferentes tipos de laço ou comprometimento organizacional?
8) Que aspectos tendem a desenvolver o laço afetivo do trabalhador?
9) E o laço instrumental?
10) E o normativo?
11) Quais as vantagens do alinhamento entre os valores pessoais e corporativos?
12) Quais as desvantagens de não se adotar a espiritualidade nas organizações?


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Exercício 1 - 3o. Período 02-09

Stewart, T.A. (1998). O trabalhador do conhecimento. Em: T.A. Stewart. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas (pp. 35-47). Rio de Janeiro: Campus.

Crawford, R. (1994). A organização empresarial é redefinida. Em: R. Crawford. Na era do capital humano: o talento, a inteligência e o conhecimento como forças econômicas, seu impacto nas empresas e nas decisões de investimento (pp. 114-121). São Paulo: Atlas.

1) Quais as características da nova organização?
2) Quais as características do novo perfil de trabalhador pedido pelas empresas?
3) O que as empresas precisam levar em conta frente ao novo cenário de negócios?
4) Como fazer uma análise dos ambientes? Que técnicas podemos usar?
5) Quais os fatores constituem a cultura organizacional?
6) Qual as características e como mudou a organização dos tempos industrial para o pós-industrial?
7) Quais os 4 tipos básicos de empresas no cenário contemporâneo, segundo Crawford?
8) Qual o perfil das equipes de trabalho da nova corporação emergente? (Lembre-se do video da IDEO mostrado em sala)
9) Quais são as mudanças que as empresas precisaram fazer para atrair e manter talentos e conhecimento?


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Vivendo para um mundo melhor

Helena Chum, paulistana de de meia idade, é, na primeira olhada, a personificação da vovó perfeita. Estatura mediana, roupas largas, sorrisos, passos lentos. Mas, essa mulher tem uma história de vida totalmente diferente.

Helena é responsável pela gestão de um importante grupo de pesquisas sobre bioenergias. Ela é "o cara"! Helena coordena uma série de pesquisas em diversas centros acadêmicos e trabalha como conselheira técnica em negociações e trocas tecnológicas entre Brasil e EUA.

Pasmem! Ela trabalha para o governo americano. Helena é altamente qualificada e decidiu por não ter filhos e se dedicar inteiramente à ciência.

Leia reportagem completa de Época Negócios aqui.

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Você sabe quais são os países com maior potencial de inovação?

Ficou curioso(a)?!?

Clique aqui e saiba quem vai fazer a diferença nos próximos anos.


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domingo, 13 de setembro de 2009

Mantega está otimista. Devemos ser otimistas também?



Diz o Mantega que logo seremos a 5a. economia do mundo. Será?

Assista ao vídeo de entrevista concedida à BBC e tire suas próprias conclusões.


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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

UNESC lança projeto de extensão sobre Planejamento de Carreira

Amanhã acontece o primeiro encontro dos grupos de Planejamento Estratégico de Carreira sob minha coordenação.

Nos encontraremos por 3 dias com intervalos de 15 dias. Cada encontro terá duração de 2 horas e, ao longo, dos encontros faremos atividades que darão dicas de como levantar recursos disponíveis para investir na carreira, descobrir caminhos a serem seguidos e estabelecer metas.

Se você é aluno UNESC, procura a secretaria das Coordenações de Cursos e faça sua inscrição.
As vagas são limitadas e se você participar de todos os três encontros terá 10 horas de atividades complementares adicionados no histórico, além, é claro, da oportunidade de pensar sobre seu futuro profissional.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Os 10+ slogans de todos os tempos

A Businessweek fez uma pesquisa no início do ano com os 100 principais profissionais de marketing e propaganda dos EUA e chegou a seguinte lista dos melhores slogans ever made.


Os 10 Melhores Slogans são:

1. "Got milk?" (1993, California Milk Processor Board)
2. "Don't leave home without it" (1975, American Express, AXP )
3. "Just do it" (1988, Nike, NKE )
4. "Where's the beef?" (1984, Wendy's)
5. "You're in good hands with Allstate" (1956, Allstate Insurance, ALL )
6. "Think different" (1998, Apple Computer, AAPL )
7. "We try harder" (1962, Avis)
8. "Tastes great, less filling" (1974, Miller Light)
9. "Melts in your mouth, not in your hands" (1954, M&M Candies)
10. "Takes a licking and keeps on ticking" (1956, Timex)



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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Como ser um gestor líder

Sócrates sempre iniciava suas conversas maiêuticas com a frase "Só sei que nada sei". Dava-se assim início ao nascimento do conhecimento.

Todo gestor que se preze deve ser um pouco filósofo, pensar junto com sua equipe e saber o que acontece no cotidiano das atividades da empresa.

Ontem recebi através de newsletter da Exame chamada para vídeos de entrevista com Bernardo Hees da ALL. Ele fala com Cristiane Correa, diretora executiva da revista.

Clique aqui e saiba como ele pensa a gestão dos negócios.


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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O missionário da meritocracia> entrevista com Marcel Telles

Acionista da AbInbev, Marcel Telles fez carreira no Garantia e hoje é um especialista honoris causa em cultura meritocrática.

O Portal Exame fez uma excelente entrevista, a qual recomendo para gestores iniciantes aprenderem dicas sobre carreira, gestão, inovação e o futuro da Ambev.

Clique aqui e veja os videos.


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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Estou no Twitter...





















Neguei até o último minuto, mas tive que ser flexível.

O Twitter realmente está ganhando o mundo...


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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Você sabe cuidar das suas finanças?

Essa é uma pergunta que todos deveríamos fazer com certa frequência: estamos cuidando bem de nosso patrimônio?

Em meio à crise financeira que se alastrou por todo o mundo, pessoas viram a necessidade de parar por um momento e pensar qual era seu projeto de vida. É claro que boa parte focou nas finanças, sobretudo devido ao baque sofrido com as perdas advindas do desemprego, quedas das ações e mudanças nos negócios.

Se você está no vermelho, não tem um orçamento familiar ou não sabe como explicar para seus filhos o que está acontecendo em casa no âmbito financeiro, clique nos links e leia as recomendações do Itaú.

Parabéns Itaú pela iniciativa em explicar ao público como fazer o uso consciente do dinheiro e construir uma vida mais sólida e tranquila financeiramente.


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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Rondando o centro de Vitória

Fiquei muito triste neste domingo ao andar pelo centro da cidade. Não foram os prédios acabados e desfigurados, as ruas sujas ou os moradores de rua que me entristeceram. Infelizmente, cada dia mais pasteurizamos o lado podre de nosso cotidiano e as consequências malditas do capitalismo desenfreado e irracional se tornam algo normal no melhor (ou pior) sentido sociológico - se tornam um bem comum na sociedade. [Caros alunos, lembram das falhas da Solidariedade de Durkheim em integrar as pessoas à sociedade?]

Fiquei triste ao ver que algumas ações que funcionavam não atraem tanto a população. Postei no ano passado sobre um projeto da Prefeitura no centro. O Projeto Visitar tem tudo para dar certo e revigorar na mente do capixaba sua história.

O domingo estava nublado e até chegou a chover uma garoinha no final da tarde. Andei pela ruas da cidade tentando visitar os pontos históricos, as igrejas. Minha decepção, muitas delas fechadas. E os monitores que deveriam guiar minha expedição urbana com cara de quem não queriam trabalhar fechando as portas. A única salvação foi a monitora Vanessa (parabéns pelo trabalho!) no Convento São Francisco.

Para quebrar um pouco o roteiro picado por causa das igrejas fechadas, dei um pulo no MAES e na exposição do Darwin.

O MAES abriga uma exposição de vídeos muito interessante. Lá você pode assistir a curtas bem legais. Eu adorei um sobre prostituição; tinha efeitos de animação que quebravam o clima pesado do tema e da estória. E, claro!, a instalação com pessoas que te expulsam da sala.

A exposição do Darwin segue a mesma lógica da anterior sobre Leonardo da Vinci. Essa expo acontece no Palácio Anchieta. Para agendar grupos é só ligar para 0300-789-0002 e informações no site Darwin Brasil.

Ei, pessoal! Todo esse turismo foi feito 0800. A entradas nas exposições e as visitações de igrejas são gratuitos.

Divirtam-se!


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sábado, 22 de agosto de 2009

Livro conta segredos de executivos

Fortune, Fortune Small Business e Business 2.0 lançam título sobre decisões acertadas e erradas de executivos consagrados.

Segredos de Sucesso dos Grandes Homens de Negócios traz um punhado de idéias interessantes sobre gestão.

Enquanto o livro não chega às prateleiras, leia algumas idéias campeãs no site de Época Negócios.

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