Mostrando postagens com marcador Espiritualidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espiritualidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de março de 2010

FAÇA A DIFERENÇA: Marketing de impacto é Marketing socialmente relevante

Somos invadidos diariamente por dezenas, talvez centenas, de estímulos publicitários diariamente. Poucas iniciativas realmente divulgam uma mensagem que valha a pena, uma vez que apenas apresentam produtos.

Algumas empresas pensam em ir além desse paradigma de exposição do produto e avançam no sentido de criar um relacionamento com seus clientes. Digo relacionamento num sentido mais real e dinâmico e não apenas no tradicional CRM (customer relationship management) para trocas comerciais.

Sabemos que as empresas num sistema capitalista visam o lucro e falar sobre responsabilidade social e cidadania puramente seria leviano. Mas devemos ser sensatos num ponto: precisamos cuidar de nosso mundo ou ele acaba. Os recursos são limitados, as gerações se sucedem e talvez queiramos deixar um mundo aprazível para nossos filhos e netos.

Agora, se o objetivo é ainda ganhar dinheiro, táticas de responsabilidade social também funcionam. O consumidor fica atento às empresas que fazem campanhas com viés social.

Abaixo coloquei alguns videos que chamaram muito minha atenção pela genialidade e inovação.




Depois dos bancos, as seguradoras talvez sejam as empresas com uma percepção popular de ganhar dinheiro nas nossas costas. É um dinheiro bem gasto, pago, e do qual não queremos fazer uso. Afinal, se usarmos o seguro é porque algo ruim aconteceu.

A Allstate, empresa estadunidense de seguros, lançou campanha sobre acidentes de carro nos quais adolescentes se envolvem e acabaram por atingir a sociedade com seu apelo. O vídeo acima mostra como podemos fazer algo além dos serviços prestados, ganhar em faturamento e promover um mundo melhor.






Essa peça televisiva já é das antigas, mas vale mostrar novamente. O interessante é que ela tem duplo impacto ao falar sobre a necessidade de inclusão das crianças numa sociedade que as acolha como cidadãs com direito a participar ativamente e utilizar os recursos disponíveis para usufruir do convívio social.





Na Espanha o pessoal foi além. Mostrou que além de tudo (ou apesar de tudo), pessoas com necessidades especiais podem contribuir para a sociedade. O impacto foi tanto da campanha, que acabou por mobilizar um país e até virou notícia internacional.





Aquecimento global está na moda, mas não necessariamente no cotidiano das pessoas. Práticas diferenciadas de convivência com menor impacto ambiental precisam ser discutidas de forma mais consistente com a população, as corporações e os governos. Essa campanha do vídeo acima também foi realizada no Brasil, mas não senti a adesão das pessoas (infelizmente).






A campanha da Bergenbier é controversa, porém interessante. A Romênia é o país europeu com menor número de feriados e os executivos da empresa se mostraram interessados em lançar uma campanha diferenciada, algo com um quê até de intervenção social. Sugeriram o direito dos homens de ter um dia só para eles.

Sim... se existe o dia internacional da mulher, por que não podemos ter também o nosso dia. Piadas à parte de que todos os outros dias são dos homens, a Bergenbier levou a campanha a sério, mobilizou a população e acabou por se destacar no concorrido mercado romeno. E mais, conseguiu convencer o legislativo de seu país a criar um novo feriado.





The Fun Theory mostra como campanhas podem mudar o comportamento das pessoas, inclusive para comportamentos mais saudáveis. Na minha última viagem para o Rio de Janeiro, tive a oportunidade de ter contato com uma peça no Metro, mas não estava com minha câmera para tirar uma foto e colocar aqui no post também. (se você mora no Rio e quiser tirar uma foto e mandar para eu colocar aqui, ficarei muitíssimo grato)

Pois bem, a peça impressa estava colocada no degrau das escadas e falava sobre um cursinho pré-vestibular. Tinha as informações sobre o cursinho e só... Todos aqueles degraus falando a mesma informação, e sem usar as escadas como âncora para passar uma mensagem... Que pena! O pessoal que bolou a campanha precisa ficar esperto e ficar mais atento.

A mensagem veiculada poderia ser que o cursinho X ajuda você a subir na vida, leva você para outros lugares ou coisa do tipo. Perderam o gancho e talvez até poderiam com isso fazer o povo usar mais as escadas se casassem a ideia com algo parecido como o piano do vídeo.


Enfim, propaganda pode ser algo mais.
Vender produto é fácil.

Venda uma ideia. Venda um mundo melhor!


Sphere: Related Content

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Conquistando meus sonhos de infância







Prometi no último post falar um pouco sobre Randy Pausch, falecido professor da Carnegie-Mellon que ficou conhecido mundo afora pelo vídeo de sua "aula de despedida" (que acabou se tornando realidade) e pelo livro subsequente A Lição Final.

Dei esse livro para meu pai de aniversário em 2008 e, como fazia parte de meu esquema de leituras para 2010, comecei a lê-lo na última sexta-feira. As páginas estão voando, é o mínimo que posso dizer.

Apesar do vídeo de Pausch ser bem maior que o de Jobs - sobre o qual escrevi no último post -, minhas anotações foram muito menores. Creio que pelo impacto da fala e pelo estilo do palestrante.

Acho que o fato de ser professor criou uma identificação maior com Pausch e me fez anotar menos do que poderia. É como se a mensagem acontecesse em níveis além do consciente e do racional.

Durante a "aula", Pausch mostra diversas fotos de infância - todas sorrindo. No livro, explica como foi difícil escolher os slides e as fotos para a palestra e achar o eixo certo para passar a mensagem que desejava.

Mas, para início de conversa, Pausch mostra uma lista de sonhos de infância:
  • experimentar gravidade zero
  • jogar na NFL (liga estadunidense de futebol americano)
  • escrever um artigo para a enciclopédia The World Book
  • ser o capitão Kirk de Jornada nas Estrelas
  • ganhar um monte de bichos de pelúcia em parques de diversão
  • trabalhar no departamento de criação da Disney
Bem, alguns sonhos foram realizados, outros de certa forma adaptados e jogar na NFL não passou de alguns treinos quando garoto num time de liga infanto-juvenil.

Por volta de Setembro e Outubro de 2009, pensei um pouco sobre meus sonhos de infância, e não sei se conseguiria listá-los por completo agora. Mas, alguns deles hoje estão bem vivos e no ano passado minha ficha caiu de forma surpreendente.
  • ser o capitão Kirk de Jornada nas Estrelas
  • ser o MacGyver
  • ser professor
  • escrever um livro
  • viajar para outros planetas
  • conhecer sítios arqueológicos
  • cozinhar comidas gostosas
  • ser um cientista
  • morar em outro país

Como Randy Pausch, cheguei perto de alguns sonhos e outros bem tantos assim.
No sábado, conversando com uma amiga, comentei que o mais perto que consegui de ser capitão Kirk foi ser o Spok...



MacGyver... menos ainda. Continuo praticando como montar uma bomba com cuspe, palito de picolé e dois clipes de papel.





Ser professor faz parte de minha vida. É forma que encontrei de contribuir para a mudança do mundo para um bom lugar para se viver. Acredito que seja uma maneira de fazer a diferença.

E com isso, acabei por me tornar cientista. Não aquele de laboratório ou professor Pardal. Gosto de fazer pesquisas e leio muitos artigos científicos - até mesmo alguns que não são de minha área de formação. A fome por conhecimento é incrível e prezo por instigar isso em meus alunos.

Ainda não escrevi meu livro - digo não publiquei. Até o momento tenho uma dissertação, um artigo publicado, outro no prelo e mais dois submetidos a revistas, bem como um capítulo de livro. Mantenho 3 blogs razoavelmente atualizados há quase 3 anos [blog1, blog2, blog3, twitter] e pratico minha filosofia e poesia caseira vez ou outra. Tenho planos de publicar algo que mescle fotografia[flickr1, flickr2], poesia e filosofia. Quem sabe um dia!?...

Não viajei para outros planetas, mas conheci vários lugares no Brasil e no exterior. Também não visitei sítios arqueológicos, mas gosto de museus, cidades históricas e coisas antigas. Tive o enorme prazer de passar um dia no Louvre e enquanto todo mundo foi se estapear para ver a Mona Lisa, estava eu tranquilamente curtindo o setor de História Antiga com minhas estátuas babilônicas, múmias e tábuas de argila com escrita cuneiforme.

Morei nos EUA durante meu programa de intercâmbio e pude aprender sobre um povo interessante, os mórmons. Talvez você já tenha se deparado com dois missionários na porta de sua casa.

E para finalizar, um dos meus hobbies: cozinhar. Podem perguntar para a família e os amigos.


Pausch lista alguns alguns valores que acredita serem importantes, e, como outros palestrantes de vídeos que assisti no último mês, compartilho com ele da mesma crença e me esforço para exercitá-los.
  1. Barreiras e obstáculos existem por uma razão: mostrar o quanto você quer algo
  2. Proporcione às pessoas a oportunidade de alcançar seus sonhos de infância
  3. Relacionamentos são importante: cuide deles com carinho
  4. Mantenha o entusiasmo infantil inocente de acreditar nos sonhos
  5. Ajude às pessoas
  6. Nunca desista
  7. Ache o melhor que há em cada pessoa: dê tempo para que ele(a) mostre seu potencial
  8. Prepara-se para a vida: trabalhe e pare de reclamar
  9. Aprecie o feed back recebido
  10. Mostre gratidão
  11. Diga a verdade
  12. Tenha seriedade e engajamento no que faz
  13. Peça desculpas quando fizer algo errado
  14. Quando for pedir ajuda, foque nas pessoas e não em você: sempre ofereça uma contrapartida

Parece maluquice, mas descobri que ainda jovem conquistei muitos de meus sonhos de infância. Descobri que sonhar faz bem, que sonhar nos ajuda a sermos felizes.


Acho que vou continuar sonhando... e você?


Sphere: Related Content

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O que você vai fazer da sua vida?

Em menos de 3 minutos Sagmeister dá conta de nos apresentar com clareza e simplicidade ideias que deveriam ser consideradas com muito carinho por cada um de nós neste primeiro vídeo.

Ele nos apresenta uma tese que aplica em sua própria vida: tirar um ano sabático pode fazer seu trabalho render mais tanto financeiramente como produtivamente, além, é claro!, de ser mais satisfatório. O ano sabático consiste em fechar seu escritório por um ano. Quando alguém o manda um e-mail, por exemplo, recebe uma mensagem de volta falando para retomar o contato na data X, quando o escritório reabrirá.






Sagmeister frisa durante toda sua fala o quanto foi compensador tirar um tempo para si, para descansar e curtir novas experiências. Tudo que fez foi pensar nos 40 anos de produção que esperava de si - dos 25 aos 65 - e em esticar um pouco até os 70 anos. Como assim? você deve estar pensando, trabalhar mais?!? Sagmeister pretende pegar 5 anos da aposentadoria e entremear a cada 7 anos de trabalho para ter direito a cinco sabáticos ao longo da carreira.

Uma das justificativas da qual lança mão é que prefere tirar o período sabático e rende mais no trabalho e dar um retorno para a sociedade do que ser egoísta e gastar esse tempo na aposentadoria com dois ou três netos. Uma forma inovadora de encarar o resultado desses descanso diferenciado ao qual se proporciona, com direito a diversão, cuidados com a espiritualidade e recarregar as energias e a criatividade.

A Google, por exemplo, dá aos funcionários 20% de tempo para dedicação a projetos pessoais. E você, quanto tempo tem reservado para seus projetos?

Sagmeister brilhantemente nos lembra de pensar em 3 níveis: emprego (job), carreira (career) e vocação/missão pessoal (calling). O job nos garante pagar as contas e comprar coisas; career é um senso de continuidade e responsabilidade para com a sociedade; calling é algo no nível da espiritualidade, o que nos dá sentido para a vida.

Sim, inovadora é a forma de encarar a experiência. Reservar um tempo para projetos pessoais não é nada novo. A 3M já faz isso desde a década de 1930 e dentro os frutos podemos listar o post-it e vários outros produtos que surgiram a partir de projetos pessoais de seus engenheiros.

No próximo vídeo, things I've learned, Sagmeister apresenta em 5 minutos as construções possíveis após o ano sabático e o quanto o tempo tirado foi satisfatório.





Creio que a concepção apresentada por Sagmeister somente é possível por encarar o mundo de uma forma única. Em happy design, ele apresenta 3 pontos para nossas vidas.
  1. faça algo que tenha impacto na vida das pessoas
  2. faça o que gosta
  3. faça o que o deixa feliz





SEJA FELIZ!

Sphere: Related Content

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Sucesso... o que é isso?





Diariamente somos bombardeados pela mídia com mensagens sobre como devemos ser vitoriosos, vencermos na vida, sermos o número 1 e guerreiros. Mas será que consideramos os acasos da vida, o que acontece além do nosso controle? Livros e mais livros nas prateleiras na seção de auto-ajuda dizem ter a receita para resolver nossos problemas como se fosse uma questão de ir lá, fazer e pronto. Esse é o segredo... Será isso mesmo?

Alan de Botton nos faz uma pergunta importante em sua fala no video desta palestra do TED: o que é o sucesso?

Talvez o que mais nos incomoda são as pessoas esnobes, frutos de um fenômeno global. Muitos pegam uma pequena parte de si e a engrandecem como se elas fossem em si aquela característica e nada mais.

Um tipo de esnobismo comum atualmente é o referente ao trabalho. Antigamente perguntávamos de qual família a pessoa era; hoje perguntamos onde trabalha e pedimos seu cartão de visita. Isso remete ao segredo dos guerreiros do mundo meritocrático: o que podemos conquistar ao longo da vida? Qualquer coisa! Basta querer! Esse é um ponto veiculado continuamente na mídia: podemos ser quem quisermos, fazer o que quisermos, conquistar tudo que sonhamos.

Mas, afinal, o que é essa tal meritocracia? Um mundo meritocrático, no qual todos recebem o que merecem por mérito de seus esforços é um sonho. Infelizmente, nem sempre é assim. Infortúnios acontecem e fatores randomicos e aleatórios emergem a todo momento. A sensação que essa onda de auto-ajuda neoliberal dá é de que se aplicarmos nossas energias, nossa dedicação e nossos talentos, com certeza chegaremos ao topo.

Peraí!.... Mas só existe UM primeiro lugar. Então tomamos nossas falhas e insucesso pessoalmente e nos culpamos. Claro que devemos nos preparar e ficar espertos para as oportunidades que aparecem. Porém, devemos lembrar que isso não garante as consequências de nossas ações.

Aqui entra Edgar Morin com a Ecologia da Ação. Escolher é inevitável e escolhemos continuamente mesmo se tentarmos negar tal fato. Contudo, as consequências de nossas escolhas (ações) são apenas hipóteses. Nossas escolhas são apostas, e, como toda álea, cabe ao desenrolar progressivo da existência revelar as cartas.

Numa sociedade capitalista/materialista ordenamos nossos mundinhos em hierarquias sociais baseadas em nossas posses. A mídia cria verdadeiros heróis humanos - visto a falta de mitos metafísicos e a queda das ideologias e apologias religiosas. Nós adoramos e veneramos a nós mesmos, os seres humanos. As conquistas materiais - claro que algumas ajudam um tanto em nosso conforto - se tornam recompensas ao nosso esforço: você pode, você merece... Tentamos nos dar amor; um amor perdido, um amor que nunca existiu.

Sim, um amor total e artificial.
Deveríamos reconhecer a verdade: não podemos ter tudo. Podemos sim agradecer o que temos e sonhar com a felicidade. Mas a felicidade não é necessariamente posses.

Quais são seus valores?
Quais são suas prioridades?

Pra quem chegou agora, sugiro ler os posts DeMaio e Tom Coelho.
Continue acompanhando nossa série especial de posts sobre Projeto de Vida, Felicidade e uma nova perspectiva.


FELICIDADES!


Sphere: Related Content

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Mind Map de Deepak Chopra

Sou avesso aos autores de auto-ajuda.
Mas devo admitir que o Deepak Chopra montou uma ferramenta muito interessante para usarmos na construção de projetos de carreira e projetos de vida. Trata-se do Mind Map seguido de meditação ou auto-hipnose.

Eu já fiz o meu.

Sucesso!


Sphere: Related Content

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Vem pra glória!


Quer saber mais?
Vai pra Glória...



Sphere: Related Content

quarta-feira, 24 de junho de 2009

ÚLTIMA CHAMADA: Small Talk> Living with the Saints: my Mormon host family & I

SMALL TALK 
Bate papo em inglês 

Nesses encontros, amantes e simpatizantes da Lingua Inglesa terão oportunidade de se reunir para praticar o inglês sem ter medo de errar.

Num ambiente agradável e descontraído, cada encontro será sobre um determinado tema e liderado por um participante-convidado. Todos os participantes podem fazer comentários ou perguntas, o participante-convidado vai apenas nortear a conversa. 

Os encontros destinam-se a todos que quiserem conversar em inglês, até mesmo a nativos da lingua inglesa com saudade de casa.

Início: 27/06/2009

Duração: 1 encontro

Dias / Horários: Sábado, de 13:30 às 15:30h.

Valor: R$ 15,00 por encontro (Vagas limitadas, inscrição antecipada necessária) 

Programa:
27jun – LIVING WITH THE SAINTS: MY MORMON HOST FAMILY & I 
Muitos de nós já viram na rua ou foram abordados por dois missionários engravatados. Você sabe quem eles são? Eu vou lhes contar um pouco sobre essa cultura e minha experiência em Salt Lake City, Utah. 
Many of us have already seen or been approached by those suit-fashioned missionaries who walk in pairs in the street. Do you know who they are? I’ll tell you a little about this culture and my experience living in Salt Lake City, Utah. 

Os temas dos próximos encontros serão sugeridos pelo próprio grupo.

Por: FÁBIO NOGUEIRA: Psicólogo, professor universitário, pesquisador, consultor organizacional e intercambista por duas vezes e meia.

Sphere: Related Content

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Small Talk> Living with the Saints: my Mormon host family & I

SMALL TALK 
Bate papo em inglês 

Nesses encontros, amantes e simpatizantes da Lingua Inglesa terão oportunidade de se reunir para praticar o inglês sem ter medo de errar.

Num ambiente agradável e descontraído, cada encontro será sobre um determinado tema e liderado por um participante-convidado. Todos os participantes podem fazer comentários ou perguntas, o participante-convidado vai apenas nortear a conversa. 

Os encontros destinam-se a todos que quiserem conversar em inglês, até mesmo a nativos da lingua inglesa com saudade de casa.

Início: 27/06/2009

Duração: 1 encontro

Dias / Horários: Sábado, de 13:30 às 15:30h.

Valor: R$ 15,00 por encontro (Vagas limitadas, inscrição antecipada necessária) 

Programa:
27jun – LIVING WITH THE SAINTS: MY MORMON HOST FAMILY & I 
Muitos de nós já viram na rua ou foram abordados por dois missionários engravatados. Você sabe quem eles são? Eu vou lhes contar um pouco sobre essa cultura e minha experiência em Salt Lake City, Utah. 
Many of us have already seen or been approached by those suit-fashioned missionaries who walk in pairs in the street. Do you know who they are? I’ll tell you a little about this culture and my experience living in Salt Lake City, Utah. 

Os temas dos próximos encontros serão sugeridos pelo próprio grupo.

Por: FÁBIO NOGUEIRA: Psicólogo, professor universitário, pesquisador, consultor organizacional e intercambista por duas vezes e meia.

Sphere: Related Content

domingo, 24 de maio de 2009

Exercício> RESPOSTAS 3o. Período de Administração UNESC [texto 7]

Rego, A.; Pinha e Cunha, M.; Souto, S. Espiritualidade nas organizações e comprometimento organizacional. RAE Eletrônica. 6(2), jul./dez. 2007, pp. 1-27.

1) Quais as três definições de espiritualidade nas organizaações citadas no artigo?
"A espiritualidade nas organizações pode ser interpretada como o reconhecimento, pela organização e pelos seus líderes, de que os empregados têm uma vida interior que alimenta, e é alimentada, pela realização de trabalho com significado num contexto de comunidade (Ashmos e Duchon, 2000; Milliman, Czaplewski e Fergusson, 2003). Esta definição é, todavia, apenas uma entre as muitas presentes na literatura (Freshman, 1999; Brown, 2003).
Giacalone e Jurkiewicz (2003a), por exemplo, sugeriram que a espiritualidade nas organizações é um quadro de valores organizacionais, evidenciados na cultura da organização, que promove a experiência de transcendência dos empregados por meio dos processos de trabalho, facilitando o seu sentido de conexão com as outras pessoas, de um modo que lhes proporciona sentimentos de plenitude e alegria. Por seu turno, Ian Mitroff, num Simpósio realizado na Academy of Management, definiu-a como “o desejo de encontrar o propósito último da vida e viver de acordo com ele” (Cavanagh, 1999, p. 189).
Para os propósitos do presente artigo, após a leitura atenta da literatura (especialmente os números especiais de revistas como o Journal of Management Inquiry e o Journal of Organizational Change Management), e tendo em vista algumas das recentes operacionalizações do construto (Ashmos e Duchon, 2000; Milliman et al., 2003; Duchon e Plowman, 2005), definimos a espiritualidade nas organizações do seguinte modo: existência de oportunidades na organização para realizar trabalho com significado, no contexto de uma comunidade, com um sentido de alegria e de respeito pela vida interior."

2) Quais as cinco dimensões da espiritualidade usadas pelos autores da pesquisa?
"A definição acima orientou o processo de operacionalização do construto, o qual abarca cinco dimensões: sentido de comunidade; alinhamento do indivíduo com os valores da organização; sentido de serviço à comunidade (trabalho com significado); alegria no trabalho; oportunidades para a vida interior."

3) Segundo o texto, no que difere a espiritualidade da religião?
"Ser alguém espiritual não significa exibir qualquer religião. E uma organização que nutre a espiritualidade não é a que induz as pessoas a adotarem determinadas crenças e práticas religiosas. Em rigor, esta indução pode ser mesmo uma “afronta” à genuína espiritualidade. Mais especificamente, a espiritualidade diz respeito ao fato de os colaboradores: (a) serem entidades com necessidades espirituais (desejo de serem únicos, de estarem em união com algo superior a si próprios, de serem úteis, de compreenderem e serem compreendidos; Strack et al., 2002); (b) desejarem experimentar um sentido de propósito e de significado no trabalho; e (c) pretenderem experimentar um sentido de conexão com a comunidade de trabalho (Ashmos e Duchon, 2000)."

4) Quais as vantagens, citadas no texto, da espiritualidade para o trabalhador?
"Em nível de análise individual, os estudos têm procurado identificar os efeitos da espiritualidade para a saúde e as respostas psicossomáticas. Diversas evidências teóricas e empíricas têm sugerido que as pessoas com forte espiritualidade apresentam, por exemplo, melhor qualidade de vida; uma elevada auto-estima; um sentido mais forte de pertença; um melhor ajustamento a eventos traumáticos; maior proteção contra doenças geradas pelo estresse; maior satisfação com a vida; menor pressão sanguínea; melhor funcionamento do sistema imunológico; e, por último, menores tendências depressivas (Musgrave, Allen e Allen, 2002; Moss, 2002; Miller e Thoresen, 2003; Puchalski, 2004; Sawatzky, Ratner e Chiu, 2005)."

5) O que é comprometimento organizacional?
"O comprometimento organizacional é o estado psicológico que caracteriza a ligação do indivíduo à organização, tendo implicações na sua decisão de nela continuar (Allen e Meyer, 1996, 2000)."

6) Cite os três componentes do comprometimento organizacional?
"A maior parte dos estudos focaliza-se em três componentes: a orientação afetiva para com a organização (ligação afetiva); o reconhecimento dos custos associados com a saída da mesma (ligação instrumental); e um sentido de obrigação moral de nela permanecer (laço normativo)."

7) Que tipos de comportamentos podemos esperar dos três diferentes tipos de laço ou comprometimento organizacional?
"Dado que o comprometimento afetivo baseia-se em um vínculo emocional com a organização, é provável que as pessoas mais afetivamente comprometidas sejam mais motivadas para contribuir com o desempenho da organização, apresentem menor turnover, menor absentismo e adotem mais comportamentos de cidadania organizacional (Organ e Paine, 2000). Diferentemente, é provável que os colaboradores com laço instrumental mais forte não sintam qualquer propensão a darem à organização mais do que aquilo a que estão obrigadas. Acresce que, se este for o laço preponderante, é possível que os indivíduos adotem mesmo atitudes e ações negativas em relação à organização (e.g., absentismo, comportamentos retaliatórios). Finalmente, é provável que as pessoas que sentem obrigações e deveres de lealdade para com a organização (laço normativo) tendam a adotar comportamentos positivos. Todavia, esses sentimentos tendem a não suscitar os mesmos entusiasmo e envolvimento que os produzidos pelo comprometimento afetivo. Conseqüentemente, os resultados organizacionais positivos tendem a ser menos notórios."

8) Que aspectos tendem a desenvolver o laço afetivo do trabalhador?
"A literatura (Allen e Meyer, 1996, 2000; Meyer, 1997) sugere que o comprometimento afetivo se desenvolve quando o colaborador se envolve e/ou reconhece o valor e/ou deriva a sua identidade da associação com a organização. Estes efeitos podem ser alcançados quando, por exemplo, o colaborador (a) sente que a organização o trata de modo justo, respeitador e apoiante; (b) tem confiança na organização e nos seus líderes; (c) obtém satisfação no trabalho; (d) considera que os valores da organização têm uma orientação humanizada; (e) sente que existe congruência entre os seus objetivos e os da organização; e (f) a organização é uma boa cidadã e assume comportamentos socialmente responsáveis."

9) E o laço instrumental?
"O comprometimento instrumental desenvolve-se quando o indivíduo (a) reconhece que, se sair da organização, perderá investimentos nela feitos e/ou (b) não tem alternativas atrativas de emprego em outras organizações. É possível, por outro lado, que se sinta sobretudo instrumental ou calculativamente ligado à organização quando se sentir insatisfeito, injustiçado, impossibilitado de desenvolver o seu potencial e realizando trabalho rotineiro e não desafiante."

10) E o normativo?
"O comprometimento normativo tende a desenvolver-se quando o colaborador internaliza as normas da organização mediante socialização; recebe benefícios que o induzem a atuar reciprocamente ou estabelece com a organização um contrato psicológico. É possível, por exemplo, que desenvolva o dever de lealdade à organização quando (a) se sente satisfeito no trabalho, justiçado e apoiado; (b) percebe que a organização fomenta valores que ele próprio possui; (c) verifica que os seus líderes são de confiança; (d) percebe que a organização adota políticas de recursos humanos que o valorizam como pessoa e não como mero instrumento ou recurso."

11) Quais as vantagens do alinhamento entre os valores pessoais e corporativos?
"É igualmente possível que a pessoa desenvolva laços de confiança e estabeleça com a organização um contrato psicológico de natureza relacional (Rousseau, 1995). Pode também suceder que, ao perceber um alinhamento entre os seus valores e a missão/valores da organização, a pessoa desenvolva uma maior identificação organizacional, procurando atuar favoravelmente em prol da organização. É também presumível que, recebendo da organização recursos espirituais e motivacionais, o colaborador desenvolva o dever de responder reciprocamente (Gouldner, 1960; Settoon, Bennett e Liden, 1996; Eisenberger et al., 2001) com maior comprometimento afetivo um sentido mais forte do dever de lealdade."

12) Quais as desvantagens de não se adotar a espiritualidade nas organizações?
"Quando o trabalho não tem significado para a vida, a criatividade não flui. O comprometimento e a motivação para o trabalho são menores. A cooperação e o espírito de equipe são penalizadas. Os níveis de estresse são mais elevados, podendo gerar acidentes de trabalho, erros decisórios e problemas de saúde física e psicológica. A identificação dos indivíduos com a organização é menor, e isso pode refletir-se no modo como se pronunciam externamente acerca da sua organização e, por conseguinte, na reputação organizacional. Os talentos abandonam mais provavelmente a empresa, que fica também com menor potencial atrativo para recrutar e selecionar bons candidatos. A lealdade organizacional é menor.
Distintamente, quando as organizações criam espaços espiritualmente ricos, os seus membros satisfazem as necessidades espirituais, experimentam um sentido de segurança psicológica e emocional, sentem-se valorizados como seres intelectual, emocional e espiritualmente válidos, experimentam sentidos de propósito, de autodeterminação, de alegria e de pertença. Em contrapartida da recepção destes “recursos” espirituais e motivacionais, desenvolvem maior ligação afetiva com a organização e sentem o dever de responder reciprocamente, de serem mais leais e mais produtivos."


Sphere: Related Content

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Exercício> 5o. Período de Administração UNESC [texto 2]> RESPOSTAS

Rego, A.; Pinha e Cunha, M.; Souto, S. Espiritualidade nas organizações e comprometimento organizacional. RAE Eletrônica6(2), jul./dez. 2007, pp. 1-27.

1) Quais as três definições de espiritualidade nas organizaações citadas no artigo?
"A espiritualidade nas organizações pode ser interpretada como o reconhecimento, pela organização e pelos seus líderes, de que os empregados têm uma vida interior que alimenta, e é alimentada, pela realização de trabalho com significado num contexto de comunidade (Ashmos e Duchon, 2000; Milliman, Czaplewski e Fergusson, 2003). Esta definição é, todavia, apenas uma entre as muitas presentes na literatura (Freshman, 1999; Brown, 2003).
Giacalone e Jurkiewicz (2003a), por exemplo, sugeriram que a espiritualidade nas organizações é um quadro de valores organizacionais, evidenciados na cultura da organização, que promove a experiência de transcendência dos empregados por meio dos processos de trabalho, facilitando o seu sentido de conexão com as outras pessoas, de um modo que lhes proporciona sentimentos de plenitude e alegria. Por seu turno, Ian Mitroff, num Simpósio realizado na Academy of Management, definiu-a como “o desejo de encontrar o propósito último da vida e viver de acordo com ele” (Cavanagh, 1999, p. 189).
Para os propósitos do presente artigo, após a leitura atenta da literatura (especialmente os números especiais de revistas como o Journal of Management Inquiry e o Journal of Organizational Change Management), e tendo em vista algumas das recentes operacionalizações do construto (Ashmos e Duchon, 2000; Milliman et al., 2003; Duchon e Plowman, 2005), definimos a espiritualidade nas organizações do seguinte modo: existência de oportunidades na organização para realizar trabalho com significado, no contexto de uma comunidade, com um sentido de alegria e de respeito pela vida interior."

2) Quais as cinco dimensões da espiritualidade usadas pelos autores da pesquisa?
"A definição acima orientou o processo de operacionalização do construto, o qual abarca cinco dimensões: sentido de comunidade; alinhamento do indivíduo com os valores da organização; sentido de serviço à comunidade (trabalho com significado); alegria no trabalho; oportunidades para a vida interior."

3) Segundo o texto, no que difere a espiritualidade da religião?
"Ser alguém espiritual não significa exibir qualquer religião. E uma organização que nutre a espiritualidade não é a que induz as pessoas a adotarem determinadas crenças e práticas religiosas. Em rigor, esta indução pode ser mesmo uma “afronta” à genuína espiritualidade. Mais especificamente, a espiritualidade diz respeito ao fato de os colaboradores: (a) serem entidades com necessidades espirituais (desejo de serem únicos, de estarem em união com algo superior a si próprios, de serem úteis, de compreenderem e serem compreendidos; Strack et al., 2002); (b) desejarem experimentar um sentido de propósito e de significado no trabalho; e (c) pretenderem experimentar um sentido de conexão com a comunidade de trabalho (Ashmos e Duchon, 2000)."

4) Quais as vantagens, citadas no texto, da espiritualidade para o trabalhador?
"Em nível de análise individual, os estudos têm procurado identificar os efeitos da espiritualidade para a saúde e as respostas psicossomáticas. Diversas evidências teóricas e empíricas têm sugerido que as pessoas com forte espiritualidade apresentam, por exemplo, melhor qualidade de vida; uma elevada auto-estima; um sentido mais forte de pertença; um melhor ajustamento a eventos traumáticos; maior proteção contra doenças geradas pelo estresse; maior satisfação com a vida; menor pressão sanguínea; melhor funcionamento do sistema imunológico; e, por último, menores tendências depressivas (Musgrave, Allen e Allen, 2002; Moss, 2002; Miller e Thoresen, 2003; Puchalski, 2004; Sawatzky, Ratner e Chiu, 2005)."

5) O que é comprometimento organizacional?
"O comprometimento organizacional é o estado psicológico que caracteriza a ligação do indivíduo à organização, tendo implicações na sua decisão de nela continuar (Allen e Meyer, 1996, 2000)."

6) Cite os três componentes do comprometimento organizacional?
"A maior parte dos estudos focaliza-se em três componentes: a orientação afetiva para com a organização (ligação afetiva); o reconhecimento dos custos associados com a saída da mesma (ligação instrumental); e um sentido de obrigação moral de nela permanecer (laço normativo)."

7) Que tipos de comportamentos podemos esperar dos três diferentes tipos de laço ou comprometimento organizacional?
"Dado que o comprometimento afetivo baseia-se em um vínculo emocional com a organização, é provável que as pessoas mais afetivamente comprometidas sejam mais motivadas para contribuir com o desempenho da organização, apresentem menor turnover, menor absentismo e adotem mais comportamentos de cidadania organizacional (Organ e Paine, 2000). Diferentemente, é provável que os colaboradores com laço instrumental mais forte não sintam qualquer propensão a darem à organização mais do que aquilo a que estão obrigadas. Acresce que, se este for o laço preponderante, é possível que os indivíduos adotem mesmo atitudes e ações negativas em relação à organização (e.g., absentismo, comportamentos retaliatórios). Finalmente, é provável que as pessoas que sentem obrigações e deveres de lealdade para com a organização (laço normativo) tendam a adotar comportamentos positivos. Todavia, esses sentimentos tendem a não suscitar os mesmos entusiasmo e envolvimento que os produzidos pelo comprometimento afetivo. Conseqüentemente, os resultados organizacionais positivos tendem a ser menos notórios."

8) Que aspectos tendem a desenvolver o laço afetivo do trabalhador?
"A literatura (Allen e Meyer, 1996, 2000; Meyer, 1997) sugere que o comprometimento afetivo se desenvolve quando o colaborador se envolve e/ou reconhece o valor e/ou deriva a sua identidade da associação com a organização. Estes efeitos podem ser alcançados quando, por exemplo, o colaborador (a) sente que a organização o trata de modo justo, respeitador e apoiante; (b) tem confiança na organização e nos seus líderes; (c) obtém satisfação no trabalho; (d) considera que os valores da organização têm uma orientação humanizada; (e) sente que existe congruência entre os seus objetivos e os da organização; e (f) a organização é uma boa cidadã e assume comportamentos socialmente responsáveis."

9) E o laço instrumental?
"O comprometimento instrumental desenvolve-se quando o indivíduo (a) reconhece que, se sair da organização, perderá investimentos nela feitos e/ou (b) não tem alternativas atrativas de emprego em outras organizações. É possível, por outro lado, que se sinta sobretudo instrumental ou calculativamente ligado à organização quando se sentir insatisfeito, injustiçado, impossibilitado de desenvolver o seu potencial e realizando trabalho rotineiro e não desafiante."

10) E o normativo?
"O comprometimento normativo tende a desenvolver-se quando o colaborador internaliza as normas da organização mediante socialização; recebe benefícios que o induzem a atuar reciprocamente ou estabelece com a organização um contrato psicológico. É possível, por exemplo, que desenvolva o dever de lealdade à organização quando (a) se sente satisfeito no trabalho, justiçado e apoiado; (b) percebe que a organização fomenta valores que ele próprio possui; (c) verifica que os seus líderes são de confiança; (d) percebe que a organização adota políticas de recursos humanos que o valorizam como pessoa e não como mero instrumento ou recurso."

11) Quais as vantagens do alinhamento entre os valores pessoais e corporativos?
"É igualmente possível que a pessoa desenvolva laços de confiança e estabeleça com a organização um contrato psicológico de natureza relacional (Rousseau, 1995). Pode também suceder que, ao perceber um alinhamento entre os seus valores e a missão/valores da organização, a pessoa desenvolva uma maior identificação organizacional, procurando atuar favoravelmente em prol da organização. É também presumível que, recebendo da organização recursos espirituais e motivacionais, o colaborador desenvolva o dever de responder reciprocamente (Gouldner, 1960; Settoon, Bennett e Liden, 1996; Eisenberger et al., 2001) com maior comprometimento afetivo um sentido mais forte do dever de lealdade."

12) Quais as desvantagens de não se adotar a espiritualidade nas organizações?
"Quando o trabalho não tem significado para a vida, a criatividade não flui. O comprometimento e a motivação para o trabalho são menores. A cooperação e o espírito de equipe são penalizadas. Os níveis de estresse são mais elevados, podendo gerar acidentes de trabalho, erros decisórios e problemas de saúde física e psicológica. A identificação dos indivíduos com a organização é menor, e isso pode refletir-se no modo como se pronunciam externamente acerca da sua organização e, por conseguinte, na reputação organizacional. Os talentos abandonam mais provavelmente a empresa, que fica também com menor potencial atrativo para recrutar e selecionar bons candidatos. A lealdade organizacional é menor.
Distintamente, quando as organizações criam espaços espiritualmente ricos, os seus membros satisfazem as necessidades espirituais, experimentam um sentido de segurança psicológica e emocional, sentem-se valorizados como seres intelectual, emocional e espiritualmente válidos, experimentam sentidos de propósito, de autodeterminação, de alegria e de pertença. Em contrapartida da recepção destes “recursos” espirituais e motivacionais, desenvolvem maior ligação afetiva com a organização e sentem o dever de responder reciprocamente, de serem mais leais e mais produtivos."


Sphere: Related Content
Creative Commons License