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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Amizade e escolha profissional: um estudo com alunos de escolas particulares e públicas

É com prazer amigos e leitores que compartilho com vocês artigo que escrevi com Prof. Agnaldo Garcia (UFES) e publicado na Revista PPP.

Segue resumo e link de PDF para baixar.

Abs a todos!


Amizade e Escolha Profissional: um Estudo com Alunos de Escolas Particulares e Públicas

Este artigo apresenta uma pesquisa realizada com 36 estudantes de Ensino Médio de três escolas particulares e três escolas públicas com o objetivo de investigar a participação dos amigos na escolha profissional dos estudantes e as implicações da escolha nos relacionamentos familiares e de amizade. Os pais e os professores foram percebidos como uma influência mais direta ou vertical, enquanto os amigos participaram de modo mais horizontal, por meio de conversas e troca de informações. Os adultos tenderam a influenciar os objetivos, ou seja, a carreira ou curso escolhido e os amigos a cooperar entre si, trocando informações e críticas.

Palavras-chave: escolha profissional; amizade; adolescência; relacionamento interpessoal.

Clique aqui para baixar PDF do artigo.

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segunda-feira, 18 de maio de 2009

II Congresso Latino-americano de OP e IX Simpósio Brasileiro de OP



"Orientação Profissional e de Carreira: novos paradigmas, trajetórias e desafios" 

Atibaia/ São Paulo / Brasil

1,2 e 3 de outubro de 2009 
 

Local: Hotel Fazenda Hípica

Estrada Guaxinduva, 1145- CEP 12940-970/Atibaia/São Paulo 

Realização: ABOP –www.abopbrasil.org.br 

Site oficial do evento: www.abopbrasil.com.br



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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Curso de formação de Orientação Profissional e de Carreira

Inicia em abril de 2009, a SEXTA TURMA do CURSO DE FORMAÇÃO DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E DE CARREIRA do INSTITUTO DO SER em FLORIANÓPOLIS

O curso inicia no dia 25/26 de abril em Florianópolis e já capacitou 22 turmas em várias cidades do Brasil, existindo desde 1996.  O objetivo é formar profissionais com uma visão crítica e abrangente da realidade do mundo ocupacional e com condições de atuarem no planejamento de projetos individuais ou institucionais de orientação profissional e de carreira, em empresas, escolas, clínicas ou outras instituições.  Oferece formação teórica, técnica e prática em Orientação Profissional e de Carreira, destinada a profissionais engajados no processo de escolha de jovens e adultos, psicólogos e pedagogos, ou alunos que estejam cursando o último ano nestas áreas.

A realização é do INSTITUTO DO SER – Consultoria em Desenvolvimento Humano e Orientação Profissional - SP, com a presença da Fundadora do INSTSER, professora Dra. Marilu Diez Lisboa –www.instserop.com.br

Parceria do EVOCCA - Espaço Vivencial Orientação de Carreira Criatividade e Arte, sob a coordenação da professora Dulce Helena Penna Soares.

Apoio da Associação Brasileira de Orientadores Profissionais (ABOP) www.abopbrasil.org.br

PERÍODO DE REALIZAÇÃO
De Abril de 2009 até Junho de 2010, com um total de 160 horas/aula presenciais mais 120 hs de estudo dirigido e monografia.

CRONOGRAMA
Serão 8 encontros de 20 h/aula cada, que acontecem um final de semana a cada dois meses.
  
INFORMAÇÕES

 
O curso tem custo de 16 parcelas mensais de R$ 280,00 para profissionais, R$ 230,00 para estudantes e profissionais com até um ano de formados.



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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Pesquisa sobre papéis sociais e carreira profissional

Caros leitores,

A psicóloga Maria Célia Lassance está realizando uma pesquisa sobre os papéis sociais que as pessoas desempenham e a relação entre estes papéis e o desenvolvimento da carreira profissional.

A pesquisadora precisa, no momento, de preferência, de pessoas com o seguinte perfil: participantes com escolaridade de Ensino Médio completo, empregados, assalariados, homens ou mulheres, entre 20 e 65 anos.

O link para a pesquisa é: www.ufrgs.br/pesquisasaliencia.


Agradeçemos sua colaboração para o progresso da ciência!


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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

AUTOCONHECIMENTO E INFORMAÇÃO PROFISSIONAL: Implicações para o processo de planejar a carreira de jovens universitários

Defesa de Dissertação de Mestrado
AUTOCONHECIMENTO E INFORMAÇÃO PROFISSIONAL: Implicações para o processo de planejar a carreira de jovens universitários
Nadia Rocha Veriguine

Data: 18/12/08
Local: Sala 331 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da UFSC
Horário: 9:30 h

Banca Avaliadora:
Prof. Dra. Dulce Helena Penna Soares (Orientadora/UFSC)
Prof. Dra. Suzana da Rosa Tolfo (Co-orientadora/ UFSC)
Prof. Dr. Marco Teixeira (UFRS)
Prof. Dra. Maria Chalfim Coutinho (UFSC)


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sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Sucesso e fracasso são temporários, o que permanece é a competência

Não se assuste com a afirmação acima, ela é a mais pura verdade. Todos queremos ter sucesso e lutamos para não fracassar. Não existe nada de errado nisso, mas achar que a vida pessoal ou profissional vai sempre caminhar linearmente, é besteira. Hoje, a turbulência do mercado de trabalho só nos deixa uma certeza: a de que nada é definitivo. Ou você ainda pensa que obedecer o chefe é o caminho da felicidade? O ser humano que procurava criar novas possibilidades, se antes era relegado a segundo plano, no ano 2000 emerge como uma mina de ouro para as empresas. 

O sucesso é a soma de competência e talento com ação. Imaginar ser um Bill Gates é maravilhoso, melhor é colocar o sonho em prática. Você pode fracassar uma vez, pode cair duas, porém, focando sempre seu objetivo e conquistas (mesmo que venham em gotas), conseguirá alcançar o pódio. Para ter sucesso é preciso ser um empreendedor. Aqui vão algumas dicas para que você possa se tornar uma pessoa desse time: 

1- Sucesso não é feito durante o expediente. Ele é construído a noite, quando você faz um curso, lê, estuda. Vencer na carreira será conseqüência deste "esforço". Planejar e realizar os projetos é fundamental para seu sucesso. E depende de estudo, pesquisa. Hoje fazer pós graduação já não é mais um diferencial, e sim uma "obrigação" de qualquer profissional que está no mercado. Para ser muito bom tem que fazer mais. Cada vez mais o sucesso está ligado ao processo de aprendizado, e da educação. Portanto, nunca pare. 

2- Aceite ser o pior aluno da classe. Fazer um curso sobre o qual não entende muito não é um problema e sim uma solução. Pense, no final do curso você estará dominando um assunto sobre o qual, até então, era um peixe fora d'água . Um profissional de recursos humanos, fazendo um curso de planejamento financeiro, com certeza se sentirá inferiorizado, assim como alguém da área de finanças se sentirá perdido num curso sobre relações humanas. Não importa, o que conta é que passados seis meses, um ano, ele agregará muito valor ao seu potencial. Quebre a cabeça nos trabalhos, não tenha vergonha em perguntar. É desta forma que se aprende. Melhorar o potencial é "somar" cada vez mais capacidades, e isto só pode acontecer adquirido, absorvendo novidades. 

3- Aceite ser um tolo. Hoje, nas escolas, existem dois tipos de alunos, o tolo e o esperto. Quando você faz uma pós, um curso de especialização, ou seja o que for, mesmo que seus colegas queiram assinar o trabalho que você fez sozinho, aceite, e faça mais do que o professor pediu. Surpreenda-o. Aceite pesquisar sozinho, deixe os espertos assinarem, agregue conhecimento. Se a sua empresa está implantando um programa de qualidade total, e as reuniões tem de ser fora do expediente, seja tolo, fique na reunião, não faça como os espertos, não vá para casa. Cada vez mais dar algo além do combinado, fará a diferença. 

4- Trabalhe com CampeõesOs campeões, vão ensinar você a ser um campeão. Os medianos vão te ajudar a "quebrar galhos", "apagar incêndios". O campeão vai exigir que você seja sempre melhor, ele vai te motivar. Fazer você buscar sempre mais ser o melhor. Um importante consultor de marketing sempre fala da importância do cavalo, ou seja, não adianta você ser um bom jóquei se está montando um cavalo pangaré. Não adianta ser só competente. A empresa, o local de trabalho também têm que " ter competência", são elas que irão investir no seu potencial. Seu talento só será desenvolvido ao trabalhar com os campeões, por isso, não perca tempo com os "mais ou menos".

5 - Tenha metas claras 
A história da humanidade é uma coleção infinita de vidas desperdiçadas. Amores que não criam relacionamentos gratificantes. Talentos que não se transformam em carreiras de sucesso. Os seus objetivos vão ajudar a manter o foco e evitar o desperdício de tempo, energia e dinheiro. 

6 - Eleve as suas expectativas 
Os campeões sempre querem escalar a próxima montanha. Acomodação é sinal de pré-falência, pessoas com sonhos grandes olham para o futuro e criam energia para crescerem. Os perdedores dizem: "isso não é para nós". Os vencedores procuram uma forma de realizar o seu objetivo. Comemore cada vitória, mas no dia seguinte parta para uma nova viagem. 

7 - Tenha um orientador 
Viver é ter de decidir no meio da neblina, com a consciência de que o resultado das nossas decisões vai ser conhecido somente quando pouco restar a ser feito. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e bem sucedido para lhe orientar nos momentos de indecisão. 

8 - Pague o preço do seu sonho 
Sonhar é o primeiro passo, porém, depois do sonho vem o trabalho. Ninguém consegue nada de graça na vida. O pódium é daqueles que aprendem a lutar por suas metas. É muito melhor investir no sacrifício da realização do que administrar a eterna dor da frustração. 

9 - Amplie os seus relacionamentos profissionais 
Os amigos são a melhor referência em um momento de crise e a melhor fonte de oportunidades no momento de expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos. Invista em seu networking. 

10 - Aprenda a trabalhar em velocidade 
O ritmo do mundo só vai acelerar. Você já observou como as pessoas sobem e descem a um ritmo frenético? Quem aprender a produzir sob pressão vai levar uma vantagem infinita. 

11 - Seja organizado e planeje bem antes de iniciar a mudança 
Os arquitetos gostam muito de conhecer bem as pessoas, discutir muito o projeto antes de iniciar a obra. Fazer tudo de supetão leva a um desgaste desnecessário. A melhor ação é sempre a análise consistente do novo projeto de vida. 

12 - Celebre as vitórias 
Compartilhe seu sucesso com pessoas queridas. Mesmo as pequenas conquistas devem ser celebrada com alegria. Grite, chore, encha-se de energia para os próximos desafios. 

13 - Realize 
Estabeleça um objetivo e parta para a ação. Ficar imaginado como seria bom ver seu sonho realizado, não vai torná-lo realidade. Planejar e cumprir o passo-a-passo é que permitirá o sucesso da empreitada 

14 - Relacione-se 
Relacionar-se com as pessoas é uma das qualidades mais exigidas de um profissional, pois é convivendo que aprendemos a compreender e ajudar. Duas características que todos os líderes devem ter de sobra. 

15 - Delegue 
Confiar no parceiro com o qual trabalha é a grande virtude de um líder, só assim os dois poderão crescer dentro da empresa. Se você não treinar alguém para o seu cargo, permanecerá onde está para sempre, pois ninguém saberá fazer melhor do que você. Para subir é necessário delegar. 

16 - Seja utópico e lute pela sua utopia 
Já pensou a vida sem o avião? Se Santos Dumond não acreditasse em sua utopia, é provável que esse instrumento tão comum ainda não fizesse parte de nosso cotidiano. Portanto, acredite na sua utopia e mãos à obra.


Roberto Shinyashik


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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A era do trabalho 2.0

11/09/2008 - 07:37 - Você S/A - Artigo

A era do trabalho 2.0 Carreiras como farmacoeconomista, gerente de diversidade e arquiteto da informação mostram como o mercado e o próprio mundo mudaram na última década Por Luciane Crippa

Mais do que mostrar como o mercado de trabalho evoluiu, as profissões que surgiram nos últimos dez anos revelam a transformação do próprio mundo. Temas como internet, alimentos transgênicos e ações sociais e ambientais passaram a fazer parte do cotidiano das pessoas. A preocupação com a satisfação e o conforto do cliente também mudou a área de marketing e vendas. Conheça dez profissões que até bem pouco tempo eram desconhecidas.

Desenvolvedor de sementes
O trabalho do agrônomo Rogério Andrade, de 40 anos, de Uberlândia (MG), é introduzir novas características genéticas em grãos de soja, milho e algodão, de acordo com os programas de melhoramento de DNA da Monsanto, produtora de sementes e defensivos agrícolas. Desde 2005, ele é o líder do programa de pesquisas da companhia americana no Brasil. As experiências com sementes geneticamente modificadas já existiam há dez anos, mas não criavam empregos na iniciativa privada. Ainda hoje, há oportunidades para agrônomos e biólogos nesse mercado, pois o número de pessoas qualificadas permanece pequeno. “Na Monsanto, os profissionais de biotecnologia têm espaço para crescer e até atingir posições na diretoria e postos internacionais”, garante Rogério Andrade.

Arquiteto da informação
A área de tecnologia da informação é, sem dúvida, a que mais gerou novas profissões nos últimos anos. O cargo de arquiteto da informação é uma dessas funções. Hoje, esse profissional aplica conceitos como usabilidade e navegabilidade para desenvolver o site das empresas. “Meu trabalho é desenhar toda a estrutura do site e entregar o projeto pronto para a equipe de programadores e designers”, explica Willie Taminato, de 28 anos, consultor de arquitetura da informação da Mídia Digital, que faz ferramentas de internet para o HSBC e o Magazine Luiza, entre outros. Willie também faz trabalhos de Search Engine Optimization (SEO), técnica que permite dar maior destaque a resultados positivos durante pesquisas em ferramentas de busca, como Google e Yahoo!.

FARMACOECONOMISTA
A demanda por profissionais que saibam avaliar a viabilidade econômica de novos medicamentos deve aumentar mundialmente. Segundo Mario Saggia, gerente de farmacoeconomia da Roche, não há, no Brasil, mais do que dez especialistas na área. “Quem quiser ingressar no setor precisa ser capaz de avaliar um novo medicamento em todos os aspectos — epidemiológico, clínico, econômico, de sistema de saúde”, diz. Ainda não há um curso de formação nessa área, mas é possível aprender sozinho. “Há muita literatura, principalmente internacional, sobre o tema”, afirma Mario. Profissionais formados em administração, economia, farmácia e medicina, com senso crítico apurado, têm o perfil mais adequado para essa função, que deve ganhar importância nos próximos anos.

MARKETING OLFATIVO
Na área de marketing, uma especialização recente é o marketing olfativo. Ele surgiu nos últimos anos porque as empresas perceberam que a linguagem visual está saturada e não desperta mais a atenção do consumidor. A idéia, então, é investir em outros sentidos, como a audição e o olfato. Elaine Oliveira, de 29 anos, é supervisora comercial da Biomist, empresa de São Paulo que atua na área desde 2000. Ela desenvolve, por exemplo, cheiro de dinheiro para bancos ou essências para lojas de roupa. “O objetivo é traduzir a marca em uma fragrância”, diz Elaine. Quem trabalha com marketing olfativo se formou em comunicação e tem especialização na área. Os salários são compatíveis com os de profissionais do marketing tradicional. “O aroma é uma poderosa ferramenta de comunicação”, garante Elaine Oliveira.

Consultor de agricultura sustentável
Desde 2005, a Bayer Cropscience, divisão agrícola da multinacional alemã, oferece consultoria de agricultura sustentável. “Os clientes passaram a sofrer pressões da legislação e da sociedade, e a Bayer entendeu que precisava oferecer informações sobre como não poluir o meio ambiente”, comenta o agrônomo Luiz Dinnouti, de 45 anos, responsável pela área.

Cientista do exercício
Em 2005, a Universidade de São Paulo passou a oferecer o curso de graduação de ciências da atividade física. A diferença de formação em relação à educação física é a ênfase na prevenção e no acompanhamento de doenças, principalmente para pessoas acima de 60 anos. “O profissional sai preparado para criar programas de treinamento para quem tem problemas crônicos e para idosos que querem se prevenir”, diz Luis Mochizuki, de 38 anos, coordenador do curso na USP e responsável pelo programa de prevenção contra queda, oferecido pela instituição à população idosa. Quem se forma encontra trabalho em clínicas, hospitais e seguradoras.

Webmarketing
Mapear a reputação de empresas em ferramentas de internet, como Orkut, Twitter e mais blogs e fotologs, é o trabalho de Tereza Cândida, de 27 anos, formada em jornalismo. Ela trabalha na Dialeto, uma agência de publicidade que auxilia clientes como Natura, Schincariol e Volkswagen a reconhecer negócios nas chamadas mídias do consumidor. Tereza vasculha a web em busca de oportunidades de marketing e também com o objetivo de detectar possíveis danos à imagem corporativa. Também faz parte de sua função realizar estudos sobre o comportamento do consumidor na internet.

Articuladora de parcerias
O investimento das empresas em ações de cidadania empresarial se consolidou como um novo mercado de trabalho na última década. A jornalista Cinthia Sento Sé, de 31 anos, há dois anos e meio passou a trabalhar no Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), como articuladora de parcerias entre companhias e ONGs. Cinthia também faz contatos com políticos, envolvendo o setor público nos projetos.

Gerente de diversidade
Economista com pós-graduação em comércio internacional e marketing, Fabiana Galetol, de 39 anos, tinha 15 anos de carreira na IBM quando foi convidada, em 2005, para assumir a então recém-criada gerência de diversidade. O objetivo da área é aumentar a integração entre funcionários de diferentes sexos, idades, culturas, raças e sexualidade. “Se houver alguma barreira, há o risco de perdermos um talento”, diz Fabiana. Para muitas empresas, a diversidade é um componente fundamental da inovação: se todos pensarem igual, a criatividade é inibida. “Ao dar valor à diversidade, construímos um ambiente de respeito”, diz Fabiana. Em sua área, há outras seis pessoas. “Os especialistas no tema devem ser capazes de ouvir, respeitar e gostar de lidar com desafios.”

CORRETORA ONLINE
Formada em marketing, Marcella Rinaldi Areal, de 25 anos, ocupa o cargo de corretora de imóveis online da construtora Tecnisa há quatro anos. Quando começou, sua área tinha quatro pessoas. Hoje, são mais de 30. Seu trabalho consiste em se comunicar com clientes, fazer propostas e até fechar vendas pela internet. “Fui contratada por ter perfil de vendas e conhecimento de tecnologia.” A fluência em inglês também contou pontos, já que ela atende muitos estrangeiros. A maioria dos clientes quer ver o imóvel antes de assinar o contrato, mas, segundo Marcella, há quem faça tudo pela web. “Este ano, já vendi 20 imóveis”, diz. Alguns são de alto luxo, o que rende a Marcella boas comissões.

fonte:http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0123/aberto/materia/mt_300901.shtml


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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Quer trabalhar na FORD?

A Ford abriu as inscrições para o programa de trainee.

Os pré-requisitos são:
▪ Superior concluído entre dezembro de 2006 e dezembro de 2008 em um dos seguintes cursos: Administração, Comércio Exterior, Desenho Industrial, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia (Produção, Mecânica, Produção Mecânica, Elétrica, Controle e Automação, Mecatrônica, Mecânica Automotiva), Psicologia, Marketing, Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas.
▪ Inglês
▪ Disponibilidade para realocação no Brasil ou no exterior

Como você faz para se inscrever?!?
Basta clicar aqui e preencher os dados. Logo o pessoal do processo de recrutamento e seleção vai entrar em contato com você.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Programa de trainee: uma questão de "currículo"

Breve discussão sobre a utilização dos programas de trainee por parte de algumas empresas como uma importante estratégia de formação de seus quadros executivos. O alvo principal dos selecionadores são os jovens provenientes de faculdades consideradas de primeira linha, devido ao suposto ensino de melhor qualidade, não obstante o distanciamento da "realidade do mercado" apresentado por estas faculdades. No entanto, nossas pesquisas apontam para uma forte valorização da origem socioeconômica do candidato por parte das empresas. Uma vez selecionados, os jovens trainees são formados numa perspectiva "generalista", pretensamente mais avançada por propiciar uma visão do todo. Porém, tal atitude parece representar muito mais uma tentativa de melhor racionalizar o trabalho e auferir maiores lucros, do que a formação integral do homem, a politecnia.

Para ler o texto completo de Mariléia Maria da Silva, professora da UFSC, clique aqui.


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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Chamada para submissão de trabalhos da RBOP

CHAMADA PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS- Até 01/10/08

A Diretoria, o Conselho Editorial e a Equipe Técnica da Revista Brasileira de Orientação Profissional (RBOP) agradecem a todos os colaboradores (autores, assessores e conselheiros) pelo apoio incondicional aos trabalhos que possibilitam ao periódico um papel de destaque no cenário científico da Psicologia e de áreas afins no contexto brasilerio e ibero-americano.

Nessa oportunidade lembramos que recebemos trabalhos para submissão em qualquer época do ano. Porém em determinadas datas, como neste caso, fazemos chamadas a fim de que possamos ter um número bastante expressivo de manuscritos que prossigam, concomintantemente, no processo editorial.
Lembramos que todos os número da revista, na sua nova versão - período de 2003 a 2007 estão disponíveis no site
http://pepsic.bvs-psi.org.br/rbop. Brevemente o fascículo 9 (1), 2008 estará disponível no PEPSIC.
Solicitamos que divulgue essa mensagem aos seus alunos, orientandos e grupos de pesquisa!
Aguardamos seu manuscrito, e/ou de seu grupo de trabalho e pesquisa, para submissão até o dia 01/10/08, como forma de contribuir com o avanço da produção científica neste domínio.
Desejamos bom trabalho a todos!
_________________________________________
Lucy Leal Melo-Silva
Editora da Revista Brasileira de Orientação Profissional


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domingo, 10 de agosto de 2008

As escolhas fazem parte da vida

Muitas pessoas não percebem que as escolhas estão presentes em diversas situações de vida. Escolhemos desde o momento que acordamos até a hora de dormir. Escolher faz parte da vida! Apesar das diversas determinações, existe a possibilidade de intervenção sobre as condições sociais, condições materiais e na superação dos obstáculos apresentados pela realidade. Nesse ato de superação está incluída a escolha profissional, que mostra efetivamente o lugar da escolha de cada um. Ainda que sejam poucas as opções profissionais que a pessoa considera, independente das condições para o exercício da escolha, o indivíduo sempre opta de alguma maneira.

A OV/OP tem como objetivo o desenvolvimento de uma identidade profissional – parte de uma identidade adulta também em desenvolvimento. O trabalho realizado pelo psicólogo abrange duas perspectivas a serem analisadas: a realidade subjetiva e a realidade objetiva. A primeira é composta por características psicossociais e sociodinâmicas; a segunda, por fatores sociais, econômicos e políticos.

A OV/OP apresenta uma nova proposta de trabalho com o jovem que enfrenta dificuldades em se lançar num projeto profissional. Trata-se de transformar esta situação vivida pelo jovem numa questão em torno da qual orientador e orientando trabalhem juntos, na busca de soluções. Cabe ao orientador dialogar com o orientando, ampliando sua capacidade de percepção e análise dos diversos elementos presentes na situação em que vive, de tal modo que, ao final do processo possa tomar sua decisão de maneira refletida. Mais do que ajudar o orientando a escolher uma profissão, a orientação profissional está a favor da construção de carreiras.

O trabalho de OV/OP propicia melhor reflexão sobre a tomada de decisão, as escolhas profissionais, quais cursos fazer vestibular e como se lançar num projeto profissional. Discutir sobre a importância do trabalho e suas possibilidades profissionais remete a uma visão crítica sobre o planejamento de um projeto de vida e sua inserção profissional. Assim, o atendimento em OV/OP contribui saudavelmente para a formação do adolescente e do adulto como cidadão ativo e consciente de uma sociedade globalizada e, posteriormente, como diferencial no mercado de trabalho. Também, a OV/OP potencialmente influencia nos resultados da produtividade econômica, cultural e científica, já que a população atendida por esse serviço psicológico possivelmente desfruta de melhor colocação no mercado de trabalho e se encontra mais satisfeita com sua escolha profissional.

Estudos já comprovaram como a facilitação da escolha profissional reduz o nível de estresse e ansiedade do vestibulando. Logo, fazendo uma OV/OP com um profissional qualificado, o jovem possivelmente estará mais bem preparado para o dia de prova de vestibular e mais tranqüilo frente essa, aproveitando melhor seus conhecimentos, otimizando seu rendimento e aumentando as chances de aprovação.

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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

A abertura das inscrições para os vestibulares leva muitos jovens a pensarem sobre sua futura profissão

Para os alunos do Ensino Fundamental e para alguns do Ensino Médio, ao começar um novo período letivo fica aquela saudade das férias. No entanto, para outros, especialmente os que cursam o terceiro ano, é o início de um período difícil. A jornada rumo ao futuro profissional começa a ficar mais concreta. Acabaram as férias e já se iniciaram as inscrições para os vestibulares.

Geralmente, os adolescentes que estão cursando o ensino médio, consideram difícil fazer uma escolha ponderada a respeito do melhor caminho a seguir como profissional. Fazer esta escolha aos 16/17 anos é considerada, na maioria dos casos, como um processo bastante angustiante. Alguns acreditam ser muito cedo para fazer uma escolha tão importante. A escolha profissional é muitas vezes um momento crítico, se não de crise, na vida do adolescente e pode ser bastante conturbada.

As perguntas começam a aterrorizar os jovens:
Como e por que escolher um curso?
Que caminho devo seguir para escolha de minha profissão?
Com que área mais me identifico?
Como saberei se vou escolher corretamente?
Se não der certo poderei mudar?
No que implica essa mudança?
Como está o mercado para algumas profissões?
Quando devo escolher?
Como posso direcionar minha escolha?
Como saberei se vai dar certo?
Quais são as possibilidades para desenvolver minha carreira profissional?
Quais ocupações existem na minha área profissional?
Como faço para entrar no mercado de trabalho?


Parece que todo mundo já resolveu, todos os amigos e colegas já decidiram... menos você? Despreocupe-se! Muita gente ainda está em dúvida, alguns até tentaram vestibular para vários cursos, inclusive passaram e largaram para tentar outro. Pode ficar tranqüila(o), o mundo não vai acabar se você acordou hoje sem saber que rumo seguir.

Estudantes universitários também podem atravessar momentos difíceis ou de insegurança em relação ao curso que escolheram. Ao iniciar é comum questionar se existe compatibilidade entre habilidades/perfil do estudante e a profissão que escolheu cursar. Se o estudante escolheu uma profissão só porque o “teste vocacional” apontou ou porque alguém sugeriu, provavelmente esta decisão será questionada. A escolha deve ser baseada numa reflexão alicerçada sobre os vários aspectos envolvidos neste processo. Somente desta forma cada um pode “escolher” da melhor forma possível. Adultos que já terminaram seu curso e até mesmo já trabalham na área de formação, costumam ter dúvidas quanto a escolha feita e/ou até mesmo com relação ao reconhecimento de suas habilidades para progressão na carreira.

O que fazer então?
Escolher uma profissão é fazer um exercício de intenso encontro consigo mesmo. Procure se informar, pense em si, converse com pessoas que o conhecem e podem lhe ajudar, procure um profissional que faça Orientação Vocacional/Profissional (OV/OP), enfim, decida depois de muito refletir e considerar várias opções de cursos e profissões.

Se precisar da ajuda de um profissional, conte comigo. Clique aqui e saiba como entrar em contato comigo.

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sábado, 19 de julho de 2008

O que você vai ser quando crescer?

Hoje assistimos aos jovens ingressando no curso superior e/ou técnico escolhido sem o mínimo conhecimento de seu currículo, das habilidades e da formação necessárias para o bom desenvolvimento da profissão correspondente. Muitos jovens se perguntam sobre o mundo trabalho e seu futuro profissional, mas para um número significativo deles persistem dúvidas sobre qual caminho seguir.

Esse momento é influenciado (consciente ou inconscientemente) por aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais. Uma boa escolha é feita a partir da reflexão do maior número de fatores determinantes – da realidade objetiva e da realidade subjetiva, e sua dialética – e se projetar num projeto de vida. Os indivíduos adquirem habilidades, mudam interesses, ou seja, transformam suas características pessoais ao longo da vida. Portanto, mesmo com as modificações decorrentes das variáveis econômicas, políticas, tecnológicas, sociais e culturais, os indivíduos têm a capacidade e a possibilidade de mudar suas condições de obter uma ocupação profissional. A escolha profissional é atravessada por aspectos sociais, políticos, culturais e econômicos; contudo, a reflexão do maior número desses fatores permite boas escolhas e bons projetos pessoais e profissionais.

Quando o indivíduo faz sua escolha profissional está pensando em mais fatores do que na remuneração. É muito mais que uma simples escolha da atividade que exercerá. Toda ocupação é, além de um meio de ganhar a vida, um status ou rol social, uma cultura, um cotidiano, e, portanto, propriamente um verdadeiro e completo estilo de vida.

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terça-feira, 15 de julho de 2008

Roteiro para pesquisa de Informação Profissional

O objetivo dessa pesquisa é levantar informações sobre o cotidiano das profissões e formação necessária para exercê-la. Através do conhecimento sobre possíveis profissões a seguir, a escolha profissional torna-se mais fácil.

Combine com seus amigos de fazerem essa pesquisa juntos e discuta com eles as informações que conseguirem levantar. As apresentações sobre cada profissão devem ser de 10 minutos. Ao final das apresentações monte uma tabela com três ou mais profissões e as vantagens e desvantagens delas para você. Isso facilita pensar sobre a escolha.

Informações básicas da pesquisa:
1. Onde se faz a formação para tal profissão? Quanto tempo é necessário para tal formação? Existe algum tipo de especialização?
2. Como é o cotidiano do profissional? Onde trabalha? Que atividades exerce? Quais suas funções? Trabalha em uma só empresa ou pode trabalhar em várias?
3. Quais as características pessoais esperadas desse profissional? Essa profissão exige alguma aptidão, característica intelectual ou de personalidade específica?
4. Como é o mercado de trabalho desse profissional? Existe possibilidades de trabalho na sua região? Tem diferenças para homens e mulheres? Quais as perspectivas para o futuro?
5. Qual é a média salarial? É reconhecido e tem algum prestígio social?

Algumas dicas para a pesquisa:
• Procure dois ou mais profissionais que atuam na área.
• Visite locais onde os profissionais trabalham e estudaram.
• Pesquise em sites de Internet. Sugestões:
1. LIOP - Laboratório de Informação e Orientação Profissional da Universidade Federal de Santa Catarina
2. Procure no Google as páginas das universidades e faculdades. Nelas você encontrará informações sobre os cursos.
3. Existem versões online dos guias vendidos na bancas de jornal.

Bom trabalho!

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sábado, 12 de julho de 2008

A participação dos amigos nas escolhas profissionais de adolescentes

A relação entre as amizades e a escolha profissional é um campo pouco explorado em orientação profissional. Esta dissertação apresenta uma pesquisa realizada com 36 estudantes de Ensino Médio de três escolas particulares e três escolas públicas acerca de sua percepção sobre suas amizades, seu relacionamento com os pais e suas escolhas profissionais. O objetivo era investigar a participação dos amigos na escolha profissional dos estudantes e as implicações da escolha nos relacionamentos tanto com a família como com os amigos.

O papel dos relacionamentos interpessoais no processo de escolha profissional dos adolescentes é um tema complexo e multifacetado. Familiares (especialmente os pais) e professores foram percebidos como uma influência mais direta (ou vertical) nas decisões, enquanto os amigos participaram de modo mais horizontal (por meio de conversas e troca de informações). Os adultos tenderam a influenciar os objetivos (carreira ou curso escolhido) e os amigos a cooperar mais entre si, trocando informações e críticas.

Observamos, nesta pesquisa, relatos sobre os pares tornando-se mais importantes como fontes de apoio social e intimidade, e como apoio para comportamentos exploratórios fora da esfera familiar com o passar do tempo. Os dados revelaram, também, que quando a família exerce forte influência sobre os adolescentes, o poder de influência dos amigos diminui. Observou-se uma complexidade maior que a esperada, não sendo possível indicar somente a influência como o único processo a ser investigado na escolha profissional do adolescente, mas também a cooperação e mesmo o apoio social, principalmente ao investigar as relações entre amizades e escolha profissional.

Clique aqui para ter acesso ao texto completo em PDF da minha dissertação a partir do site da FAPES.

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