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segunda-feira, 29 de março de 2010

OQQFAZ?

O Programa "oq q faz?" é uma produção independente da Claudio Gonçalves Comunicação Ltda., que será exibida aos domingos na TV Gazeta, a partir de 14 de março, às 18:30 horas. "oq q faz?" terá 30 minutos de duração, com dois intervalos comerciais.

O Programa vai apresentar matérias sobre profissões e seus respectivos cursos, sendo o público-alvo os pré-vestibulandos na faixa de 15 a 18 anos.

A cada semana, nossa apresentadora vai entrevistar alunos nas Escolas do Ensino Médio para saber quais as suas principais dúvidas sobre profissões e cursos. Depois, vai até as Instituições de Ensino Superior e empresas correlatas para buscar as respostas.

O Programa também conta com vários quadros divertidos, planejados para estimular a criatividade dos estudantes e despertar o interesse sobre as mais diversas profissões.

"Oq q faz?" vai ao ar simultaneamente na TV Gazeta e na Internet, por meio de seu site www.oqqfaz.com.br.

No site, o público poderá sugerir pautas e fazer perguntas para os entrevistados, além de participar de diversas promoções culturais.

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

PRIMEIRA UNIVERSIDADE BILÍNGUE DO BRASIL COMEÇA A FUNCIONAR NO 2º SEMESTRE

UNILA, em Foz do Iguaçu, terá 50% das vagas para alunos e docentes latino-americanos

Foi criada no dia 13/01/2010 a primeira universidade brasileira bilíngue, com aulas em português e espanhol e 50% das vagas reservada a alunos e professores de países latino-americanos. Trata-se da UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana),instituída por meio de lei sancionada ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As aulas deverão começar no segundo semestre deste ano com mil alunos. Dentro de cinco anos, segundo o Ministério da Educação, serão 10 mil. A sede ficará em Foz do Iguaçu (PR) na tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. A ideia é que os cursos sejam de interesse comum aos países da região. Por exemplo: direito internacional comparado; engenharia civil com ênfase em infraestrutura; políticas linguísticas latino-americanas e relações internacionais e integração regional. O ministro Fernando Hadad afirmou que a instituição poderá trabalhar em temas como uma moeda única para os países do Mercosul e a integração das matrizes energéticas.


ENEM
A seleção dos alunos brasileiros será feira pelo ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). Para o segundo semestre deste ano, os alunos poderão se inscrever com a nota do exame final de 2009 ou então, possivelmente, com a nota obtida no teste que pode acontecer neste semestre, possibilidade que ainda está sendo discutida no INEP (instituto ligado ao MEC). Para os estudantes estrangeiros, haverá uma outra prova em espanhol. A UNILA ficará em um terreno de Foz cedido pela estatal Itaipu Binacional. A sede será um prédio projetado por Oscar Niemeyer, mas, enquanto ele não fica pronto, serão utilizadas instalações já existentes. Haverá ao todo 500 docentes, 250 brasileiros e 250 professores visitantes vindo de outros países da região. A instituição será mantida pelo governo brasileiro. Tramita no Congresso ainda outra proposta do governo de universidade federal inserida na mesma linha de política externa: a UNILAB (Universidade Federal de Integração LusoAfro-Brasileira), que receberá alunos de outros países de língua portuguesa, principalmente africanos. Ela funcionará em Redenção (CE). (ANGELA PINHO).


Fonte: ABOP

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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cotas... pra que? pra quem?


Você vai fazer Vestibular esse ano? Meus pêsames... Você terá de enfrentar todos os candidatos e o governo federal para conseguir uma vaga no ensino superior público. O governo tem estudado junto às instituições federais de ensino superior a possibilidade de extender o sistema de cotas já vigente.

Com isso, cada Universidade Federal ou CEFET (para os cursos de superiores) terão de adotar um sistema de reserva de vagas para a população de etnias com origem africana, indígena e de escolas públicas. Essa reserva funcionaria da seguinte forma: as instituições separam as vagas de acordo com o percentual da população total que se enquadra nas parcelas da população acima.

Complicado? Descomplico - pelo menos na parte teórica... Se um estado tem 10% da população com origem indígena, por exemplo, 10% das vagas devem ser destinadas para esta população em específico.

O discurso por traz de algumas ONGs que mais parecem partidos políticos e estão fazendo uma grande força de lobby sobre o governo é que o país deve reparar à população desfavorecida através do acesso ao ensino superior. Como se ter um diploma de ensino superior fosse uma saída para a pobreza, um estímulo para o mercado de trabalho, criação de novos líderes e trabalhadores de ponta para tirar nosso país da miséria.

Uma pena tentar reproduzir em nosso querido país fórmulas já deterioradas e defasadas de outras nações. Nossa história de imigração e escravidão é única e não podemos nos basear em movimentos sociais alheios para reformular nossa própria sociedade.

É uma vergonha e um retrocesso criarmos cotas étnicas e para alunos de escolas públicas. Nós, um país de mestiços, com uma história de imigração plural, migração entre todas as regiões, fazermos algo de tal como aqueles que muito estudaram e não poderão ocupar sua merecida cadeira no ensino superior público.

Sim... peço que você pare e respire fundo. Sei que o governo deveria realmente investir na educação pública de base (leia-se ensino infantil, fundamental e médio) e viabilizar uma matriz ocupacional para que possamos crescer de forma sustentável.

Hoje temos um abismo entre o ensino médio e o superior: o ensino técnico. Nosso parque produtivo demanda por profissionais técnicos com formação adequada e que se atualizem constantemente. E muitos de nossos jovens pulam essa etapa, indo direto para o ensino superior. Quando penso nisso, me vem aquele sonho de alcançar status, de querer ser "doutor".

O mundo mudou muito nos últimos anos, e diploma universitário não garante emprego a ninguém, nem uma formação decente para ingressar no mercado de trabalho com diferencial. Por que será que nós, brasileiros, insistimos no sonho furado de fazer um curso superior, quando a necessidade de nosso país atualmente é por técnicos?

E vimos por aí, um tanto de gente ocupando cargos técnicos em empresas - todos com curso superior. Um absurdo da distorção de nosso sistema educacional e das políticas públicas populistas.

Se para alcançar um lugar ao sol e vencer no mundo do trabalho existisse a necessidade de ter curso superior, nem nosso presidente estaria onde está. Afinal, ele tem apenas um curso de torneiro mecânico e é um brilhante articulador político.

Por que nossos jovens continuam querendo entrar em universidades públicas sucateadas ou pagar caro por cursos particulares de péssima qualidade? Ainda por cima, sem garantias de que isso se reverterá em melhoria na sua qualidade de vida, seja financeiramente, seja culturalmente, seja como for.

É incrível em um país como o Brasil se pensar em retroceder e discutirmos questões raciais. Raça é um conceito falido. Não existe. Entendo que o preconceito é explícito em alguns casos, velado em outros, mas devemos reconhecer que somos mestiços, misturados de todas as cores, todos amores e todas culturas. Talvez, e eu tenho minhas dúvidas, uma pequeníssima parte da população de elite econômica e uma pequeníssima parte de população na outra ponta da situação sejam composta por indivíduos com pouca ou nenhuma mestiçagem.

Se nós pensarmos apenas nos descendentes de portugueses teremos de reconhecer que eles são mestiços. O problema é que essas ONGs que teoricamente defendem os direitos dos "marginalizados", desconhecem a próprio história de nosso país, de Portugal e da África.

Quer saber um pouco mais? Dê um pulo no múseu da língua portuguesa na Estação da Luz em São Paulo. Lá você vai aprender que Portugal foi invadida por mouros (povos do norte da África), mulçumanos, árabes, romanos, bárbaros escandinavos, entre outros. Os escravos que vieram para cá também possuem uma história anterior de miscigenação prévia lá no continente africano. Enfim, poderíamos ficar aqui discutindo quase que infinitamente sobre os movimentos migratórios nos continentes e as miscigenações para defender a tese de que somos misturados e pronto.

E quem disse que só os escravos africanos sofreram em terras brasileiras!?... e os imigrantes europeus que passaram fome e foram alocados no meio do nada, num mato sem cachorro e largados pelo governo no século XIX e início do XX.

Então me vem à cabeça outra pergunta... Pra que esses "defensores dos fracos e oprimidos" querem fazer políticas de afirmação étnica à maneira americana? Será isso um jeitinho brasileiro de crescer politicamente e ganhar mais farinha para o próprio pirão?

Se a vontade for sincera de mudar o país, vamos todos às ruas bradar com faixas e placas nas mãos por ensino de qualidade, por infraestrutura melhor para a população das periferias e aglomerados populacionais, por um sistema de saúde que funcione e seja único e universal, fazer os impostos que pagamos valer a pena.

Querer implantar cotas é ser cego aos alunos que terminam o ensino médio e são analfabetos funcionais, aos alunos que vão à escola balançando em carroceiria de caminhão, que passam fome, que não possuem carteiras ou lousa (sala de aula??? isso é luxo em algumas regiões!).

Quando seremos um país sério, sem politicagens populistas, sem espertos querendo furar a fila, sem ignorantes que defendem ideais que mal conhecem.

O Brasil não é perfeito, mas também não precisamos estragá-lo. Incentivar o sistema de cotas é criar segragação, racismo e conflitos sociais. É retroceder em todos os ganhos dos últimos anos. É querer dizer que alguém tem mais direito que outros, ferir nossa Constituição, cuspir para cima na própria cabeça.

Uma pena... já não sei se posso cantar aquela puxada de torcida que ficou famosa em Copas passadas... Eu sou brasileiro, mas se as cotas continuarem, não sei se serei brasileiro com tanto orgulho mais, não sei se o amor sobreviverá.

Às vezes acho que quem tem olhos azuis é nosso presidente... Lula nega sua própria saga de vitórias pessoais com suas atitudes. Agora que ele é o cara e o sucesso lhe subiu à cabeça, nosso Brasil vai voltar à época de colônia e quem for contrário ao governo, será castigado em praça pública com chibatadas.

Mas nem assim queria que meus olhos fossem azuis como os de Lula. Prefiro ser mestiço. Afinal, eu sou brasileiro.


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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

A abertura das inscrições para os vestibulares leva muitos jovens a pensarem sobre sua futura profissão

Para os alunos do Ensino Fundamental e para alguns do Ensino Médio, ao começar um novo período letivo fica aquela saudade das férias. No entanto, para outros, especialmente os que cursam o terceiro ano, é o início de um período difícil. A jornada rumo ao futuro profissional começa a ficar mais concreta. Acabaram as férias e já se iniciaram as inscrições para os vestibulares.

Geralmente, os adolescentes que estão cursando o ensino médio, consideram difícil fazer uma escolha ponderada a respeito do melhor caminho a seguir como profissional. Fazer esta escolha aos 16/17 anos é considerada, na maioria dos casos, como um processo bastante angustiante. Alguns acreditam ser muito cedo para fazer uma escolha tão importante. A escolha profissional é muitas vezes um momento crítico, se não de crise, na vida do adolescente e pode ser bastante conturbada.

As perguntas começam a aterrorizar os jovens:
Como e por que escolher um curso?
Que caminho devo seguir para escolha de minha profissão?
Com que área mais me identifico?
Como saberei se vou escolher corretamente?
Se não der certo poderei mudar?
No que implica essa mudança?
Como está o mercado para algumas profissões?
Quando devo escolher?
Como posso direcionar minha escolha?
Como saberei se vai dar certo?
Quais são as possibilidades para desenvolver minha carreira profissional?
Quais ocupações existem na minha área profissional?
Como faço para entrar no mercado de trabalho?


Parece que todo mundo já resolveu, todos os amigos e colegas já decidiram... menos você? Despreocupe-se! Muita gente ainda está em dúvida, alguns até tentaram vestibular para vários cursos, inclusive passaram e largaram para tentar outro. Pode ficar tranqüila(o), o mundo não vai acabar se você acordou hoje sem saber que rumo seguir.

Estudantes universitários também podem atravessar momentos difíceis ou de insegurança em relação ao curso que escolheram. Ao iniciar é comum questionar se existe compatibilidade entre habilidades/perfil do estudante e a profissão que escolheu cursar. Se o estudante escolheu uma profissão só porque o “teste vocacional” apontou ou porque alguém sugeriu, provavelmente esta decisão será questionada. A escolha deve ser baseada numa reflexão alicerçada sobre os vários aspectos envolvidos neste processo. Somente desta forma cada um pode “escolher” da melhor forma possível. Adultos que já terminaram seu curso e até mesmo já trabalham na área de formação, costumam ter dúvidas quanto a escolha feita e/ou até mesmo com relação ao reconhecimento de suas habilidades para progressão na carreira.

O que fazer então?
Escolher uma profissão é fazer um exercício de intenso encontro consigo mesmo. Procure se informar, pense em si, converse com pessoas que o conhecem e podem lhe ajudar, procure um profissional que faça Orientação Vocacional/Profissional (OV/OP), enfim, decida depois de muito refletir e considerar várias opções de cursos e profissões.

Se precisar da ajuda de um profissional, conte comigo. Clique aqui e saiba como entrar em contato comigo.

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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Extra! Extra! Universidades públicas fazem manisfesto contra projeto de lei sobre cotas

Quem lê o título deste post pode até ficar revoltado... Mas é assim que a notícia foi divulgada em alguns sites.

Coordenadores de vestibular de 28 universidades federais e estaduais, além dos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) entregaram hoje manifesto contra o projeto de lei
73/1999.As instituições acreditam que cada uma delas deve ter autonomia para decidir como lidar com as cotas de acordo com aspectos regionais. Atualmente, mais de 50 instituições públicas adotam algum tipo de sistema de cotas.

E você, o que acha disso?
Indo para o trabalho hoje cedo vi um outdoor com propaganda de uma faculdade particular com algo do tipo: "O mundo não vai ter cotas para você". Bem, devemos concordar que isso é uma verdade. Porém, a discussão sobre meritocracia e acesso ao ensino vai ficar para outro post num futuro sem data pré-estabelecida.


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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Você já pensou em seguir uma carreira diferente?


Você já pensou em fazer vestibular para cursos que não estão na moda? Achar uma justificativa para fazer um curso tradicional ou da moda é fácil. Mas, como fazer quando você se sente atraído por uma carreira diferente?

O mercado muda ano a ano: novas profissões surgem devido à demanda por profissionais qualificados para novas funções que surgem para melhor atender às necessidades da sociedade; outras profissões perdem o sentido de existir, visto a não necessidade de formação profissional específica na área e por não existir demanda para tal profissional (datilógrafos, por exemplo; hoje todos devem saber usar o computador).

Algumas novas profissões não são conhecidas por todos; porém, não são nada exóticas. O jornal A Gazeta fez uma reportagem veiculado no domingo (08 de junho) e noticiado pela ABOP sobre Dança, Cinema, Teatro, Música, Ecologia, Decoração, entre outros. Nela, eu dou dicas de como pensar sua carreira diante das novas possibilidades que o mercado de trabalho oferece.

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sábado, 24 de maio de 2008

Reportagens sobre escolha profissional, mercado de trabalho e relações de trabalho no Brasil

O site Universia publicou uma série de reportagens sobre as mudanças na educação superior no país e a quantas anda o mercado de trabalho.

Vale a pena ler!

http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=15843

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sábado, 5 de abril de 2008

Essa idéia é por um mundo melhor

A ArcelorMittal doou nesta sexta-feira (04/04) um prédio para a ONG Universidade para Todos na Serra [clique aqui para saber mais: 1 2]. Saber de tal iniciativa me despertou aquela sensação boa de que há sim esperança.
***

É óbvio que são poucos que podem contribuir dessa forma. Mas, devo lembrar-nos (me incluo na lista) que mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor requer ações simples, incisivas e constantes. Você já pensou em como pode contribuir para esse movimento? Pois faça-o agora!
Investir em educação é primordial para alavancar um país e aproveitar o recurso natural mais importante que dispomos: nós mesmos. Um povo que aprender a pensar e a processar as informações que recebe é certamente um povo que vive em condições de ser autor de sua história com dignidade e promoção de qualidade de vida a toda a população.
Aprender a aprender e aprender a pensar nos leva além. Conhecer nossa História e saber de onde viemos nos possibilita escolher para onde vamos. O conhecimento enriquece nossas ferramentas para analisar problemas e construir soluções plausíveis. Educação é a arma mais eficiente da qual um povo dispõe para mudar a direção de sua história.

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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Você vai fazer Vestibular esse ano?

Se você for fazer Vestibular esse ano, fique atento para o ENEM.
Seu resultado no ENEM pode lhe ajudar a galgar posições na classificação.
As incrições começam em maio.

http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL385323-5604,00-INSCRICOES+PARA+O+ENEM+COMECAM+NO+DIA+DE+MAIO.html

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