quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
20 de janeiro de 2009: ufa!...
domingo, 6 de julho de 2008
Quantos amigos você (realmente) tem?
A amizade é um fenômeno social contextualizado cultural e historicamente e possui algumas características que lhe são peculliares: a amizade é diádica, pessoal, informal e mútua; sustenta-se em emoção positiva, consideração, voluntariedade, apego e ausência de sexualidade exacerbada; os amigos tendem a se esforçar para providenciar apoio quando necessário, afirmam reciprocamente suas identidades e as expectativas de confiança e de apoio; bem como, auxiliam a pessoa na manutenção de uma auto-imagem valorizada e de competência, expressam e reconhecem os atributos mais importantes do amigo, estimulam a auto-elaboração positiva, são confiáveis e confiantes,; e, cooperam e dão apoio no que se refere às necessidades cotidianas.
As pessoas tendem a ter amizades com aqueles que lhes são similares em idade, gênero, grupo étnico, atributos físicos e preferências por atividades profissionais e recreacionais. Os amigos são, geralmente, aqueles com os quais compartilhamos certas similaridades, inclusive idade, gênero, etnia, religião, nível sócio-econômico-cultural e atividades. Essa similaridade é maior entre amigos mútuos do que entre amigos unilaterais (quando um dos indivíduos não considera o par como amigo reciprocamente) ou não amigos.
Ok, Fábio... E onde você quer chegar com esse papo?
Pois bem. Na semana passada estava eu surfando pelo site da Newsweek, quando me deparei com a coluna THE TECHNOLOGIST de Steven Levy. O assunto era algo que já me chamava a atenção há algum tempo: quantos amigos temos em nossas listas em sites de redes de relacionamentos?
Então eu lhe lanço as seguintes perguntas: quem está na sua lista de amigos do Orkut, por exemplo?; ou, as pessoas desta lista participam de sua vida efetivamente ou vocês compartilham alguma característica em comum?
Levy destaca que esses "amigos" não são aqueles que lhe levam canja de galinha quando você está doente. A nova conceituação de amigo abarca aquele camarada que senta atrás de você na sala de aula, alguém procurando um novo cliente ou uma pessoa com a qual você nunca vai conversar. Hum... e você chama isso de amigo!? Pois eu me faço a mesma pergunta.
A introdução de tecnologia de comunicação em massa que ocorreu ao final da década de 1990 culmina hoje em mudanças substanciais na arquitetura dos relacionamentos interpessoais. O palco necessário para que ocorram as interações que posteriormente configuram freqüência e investimentos mínimos para que constituam um relacionamento migrou do plano concreto para o virtual, criando uma gama quase infinita de novas formas de nos relacionarmos.
O amigo “virtual” talvez carregue em si características do tipo “talvez não temos tanto em comum” ou “não nos importamos um com o outro”, porém o que parece ser mais notório é o nó que mantém vivo esses sites de relacionamento. As pessoas se sentem ligadas umas às outras de alguma forma. Num mundo tão individualista e pulverizado, esse é uma forma de amarrar os cacos de nossa(s) identidade(s) e um eu cabível.
Os amigos e as comunidades das quais participamos dizem quem somos e quem gostaríamos de ser. A ciência dos relacionamentos interpessoais já mostrou que, quando um relacionamento é iniciado em um dado contexto, ele provavelmente está imerso numa rede na qual vários outros relacionamentos se entrecruzam. Assim, damos forma à nossa imagem pessoal perante a sociedade.
A nova geração está quebrando muitos paradigmas, inclusive este: quem são seus amigos(?).
Quem avisa amigo é...
Ter uma longa lista de amigos pode até ser bem legal.
Poder contar com eles quando você mais precisar é muito melhor.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
O que será do mundo sem as abelhas?
A diminuição considerável do número de abelhas desde a década de 1990 preocupa os cientistas e os agricultores. Quem irá polinizar as plantações?
Essas e outras questões foram levantadas na reportagem Stung by bees no número desta semana de Newsweek.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Abaixo o preconceito
O mundo islâmico está repensando sobre a herança do profeta Maomé.
Esse é o tema da reportagem Hadith and the new face of Islam. Vale a pena ler!
segunda-feira, 23 de junho de 2008
A quantas andam nossos hermanos?
Os nossos hermanos não pode dizer que a Argentina vai muito bem. E um temor começa a rondar o mundo dos negócios a respeito do país de Maradona.
Só mesmo la mano de Dios para mudar o futuro dos hermanitos?
Leiam a reportagem da Newsweek dessa semana clicando aqui.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Novas perspectivas: globalização e política
Em 1936, a Alemanha sob comando do Führer nazista também teve a oportunidade de se mostrar ao mundo. Calma, não quero colocar os chineses na mesma gaveta que o execrável nacional socialismo alemão. Na verdade, quero separar o joio do trigo no que tange repercussões vindouras na política internacional e refletir o que pode nos aguardar dentro em breve.A Alemanha foi um país nascido do esforço de alguns bem intencionados pensadores que resolveram unir reinos antes separados. Para tanto, costuraram politicamente uma república, cortaram terras com um sistema logístico de dar inveja e investiram pesado em educação. Outros países asiáticos também fizeram semelhante investida no período pós II Guerra e atualmente colhem frutos maduros de tais ações, como os casos de Japão, Coréia do Sul e da tardia China. Bem... dizem que antes tarde do que nunca!
O que será do mundo diante deste novo cenário geopolítico?
Geralmente (palavra que aprendi logo que comecei a trabalhar na World Study), quando uma nova potência surge, a que antes estava no poder sente-se ferida e parte para o ataque. O interessante é que atualmente a crise do subprime atingiu o flanco dos EUA e ainda não temos certeza das conseqüências disto somado à queda do dólar frente várias moedas e à alta do petróleo. Previsões afirmam que o dólar deve fechar o ano em torno de R$ 1,20 e o barril de petróleo será negociado na virada de 2009 para 2010 em US$ 200. Os EUA já não estão tão fortes como alguns anos atrás e a China ainda não sabe o que fazer diante da situação de abertura dos mercados e controle ditatorial severo da circulação de informações e da governança de sua imensa população.

Cavalos não são zebras...
Nos anos 1980 e 1990, se você listasse maravilhas do mundo moderno, milionários, empresas de sucesso e artistas com vendagem extraordinária, a maioria dos apontados ou seriam americanos ou morariam nos EUA. Hoje o cenário é bem diferente. Países emergentes possuem empresas que se destacam mundialmente (Inbev, Tata, ArcelorMittal, Petrobras, entre tantas outras), acolhem milionários que ganham com a economia globalizada e inovam em suas áreas de atuação. O domínio norte-americano, só comparável no mundo ocidental ao império romano, manteve nos últimos 20 anos incontestável e inabalável dianteira. Contudo, essa soberania global é dia-a-dia contestada. Apesar da unipolaridade política e militar com o fim da guerra fria, outros aspectos – tais como industrial, financeiro, social e cultural – revelam diferentes tipos de capitais mudando de mãos.
Analistas americanos já começaram a falar numa era “pós-EUA”. O país que na última década perdeu posições em várias listas de top 10 (você pode escolher a categoria!) já não fascina a população média de suas antigas áreas de influência. O aumento do poder político das nações, economias aquecidas em países em desenvolvimento, melhoria no poder de compra e acesso a serviços e produtos a grupos de média e baixa renda fizeram com que as pessoas voltassem mais sua atenção para questões regionais bem como para as globais. A globalização, também, produziu um movimento contrário aos produtos massificados que distribuiu num primeiro momento. Tais produtos foram absorvidos e adaptados ao gosto local. Em contrapartida, movimentos de reafirmação cultural reforçaram aspectos da identidade cultural local, num esforço de manter coesa a identidade dessas pessoas.
E eu com isso!?
Bem, o mundo já não é mais o mesmo lugar de antes. O mercado de trabalho local cedeu espaço a um que abrange qualquer profissional que tenha a qualificação necessária e que cobre menos pela mesma atividade. O dinheiro que financia a produção troca de mãos na medida da velocidade dos processadores de nossos computadores, ou seja, acelera exponencialmente de tempos em tempos.
Se nosso país não investir em políticas educacionais pertinentes, logo teremos parte de nossa população defasada na disputa por trabalho num mundo globalizado. Entretanto, nosso governo ainda parece viver da colonial exportação de commodities ao invés de investir no desenvolvimento de capital intelectual e exportação de tecnologia e serviços com alto valor agregado.
domingo, 30 de março de 2008
Faça a diferença, seja um cidadão do mundo
O mercado de trabalho está a cada dia mais e mais competitivo e todo diferencial que possamos adicionar ao nosso currículo conta a nosso favor. Além disso, o processo de globalização no qual nos encontramos torna as distâncias menores, o tempo parece correr mais veloz do que o relógio e a necessidade de compreender o outro a partir de pontos de vista flexíveis e assertivos se faz primordial para que vivamos em paz e harmonia.
Quer saber mais sobre programas de intercâmbio?
