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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

20 de janeiro de 2009: ufa!...

Dia 20 de janeiro de 2009 é o fim da era de trapalhadas de George W. Bush como presidente dos EUA e a revista Newsweek está fazendo um concurso todo especial.

Até o derradeiro dia 20, você pode fazer o download de um template com as figuras de Bush e de seu vice Cheney e montar o novo uniforme de trabalho deles.


Depois de fazer a montagem e salvar em JPEG ou TIF, é só mandar uma mensagem para NwkBushCheneyJob@gmail.com com seu endereço de e-mail e telefone de contato.

Corra!
Ainda dá tempo de você participar!


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domingo, 6 de julho de 2008

Quantos amigos você (realmente) tem?

Primeiro alguns conceitos a título de explanação
A amizade é um fenômeno social contextualizado cultural e historicamente e possui algumas características que lhe são peculliares: a amizade é diádica, pessoal, informal e mútua; sustenta-se em emoção positiva, consideração, voluntariedade, apego e ausência de sexualidade exacerbada; os amigos tendem a se esforçar para providenciar apoio quando necessário, afirmam reciprocamente suas identidades e as expectativas de confiança e de apoio; bem como, auxiliam a pessoa na manutenção de uma auto-imagem valorizada e de competência, expressam e reconhecem os atributos mais importantes do amigo, estimulam a auto-elaboração positiva, são confiáveis e confiantes,; e, cooperam e dão apoio no que se refere às necessidades cotidianas.

As pessoas tendem a ter amizades com aqueles que lhes são similares em idade, gênero, grupo étnico, atributos físicos e preferências por atividades profissionais e recreacionais. Os amigos são, geralmente, aqueles com os quais compartilhamos certas similaridades, inclusive idade, gênero, etnia, religião, nível sócio-econômico-cultural e atividades. Essa similaridade é maior entre amigos mútuos do que entre amigos unilaterais (quando um dos indivíduos não considera o par como amigo reciprocamente) ou não amigos.



Ok, Fábio... E onde você quer chegar com esse papo?
Pois bem. Na semana passada estava eu surfando pelo site da Newsweek, quando me deparei com a coluna THE TECHNOLOGIST de Steven Levy. O assunto era algo que já me chamava a atenção há algum tempo: quantos amigos temos em nossas listas em sites de redes de relacionamentos?

Então eu lhe lanço as seguintes perguntas: quem está na sua lista de amigos do Orkut, por exemplo?; ou, as pessoas desta lista participam de sua vida efetivamente ou vocês compartilham alguma característica em comum?

Levy destaca que esses "amigos" não são aqueles que lhe levam canja de galinha quando você está doente. A nova conceituação de amigo abarca aquele camarada que senta atrás de você na sala de aula, alguém procurando um novo cliente ou uma pessoa com a qual você nunca vai conversar. Hum... e você chama isso de amigo!? Pois eu me faço a mesma pergunta.

A introdução de tecnologia de comunicação em massa que ocorreu ao final da década de 1990 culmina hoje em mudanças substanciais na arquitetura dos relacionamentos interpessoais. O palco necessário para que ocorram as interações que posteriormente configuram freqüência e investimentos mínimos para que constituam um relacionamento migrou do plano concreto para o virtual, criando uma gama quase infinita de novas formas de nos relacionarmos.

O amigo “virtual” talvez carregue em si características do tipo “talvez não temos tanto em comum” ou “não nos importamos um com o outro”, porém o que parece ser mais notório é o nó que mantém vivo esses sites de relacionamento. As pessoas se sentem ligadas umas às outras de alguma forma. Num mundo tão individualista e pulverizado, esse é uma forma de amarrar os cacos de nossa(s) identidade(s) e um eu cabível.

Os amigos e as comunidades das quais participamos dizem quem somos e quem gostaríamos de ser. A ciência dos relacionamentos interpessoais já mostrou que, quando um relacionamento é iniciado em um dado contexto, ele provavelmente está imerso numa rede na qual vários outros relacionamentos se entrecruzam. Assim, damos forma à nossa imagem pessoal perante a sociedade.

A nova geração está quebrando muitos paradigmas, inclusive este: quem são seus amigos(?).

Quem avisa amigo é...
Ter uma longa lista de amigos pode até ser bem legal.
Poder contar com eles quando você mais precisar é muito melhor.

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quinta-feira, 26 de junho de 2008

O que será do mundo sem as abelhas?

A diminuição considerável do número de abelhas desde a década de 1990 preocupa os cientistas e os agricultores. Quem irá polinizar as plantações?

Essas e outras questões foram levantadas na reportagem Stung by bees no número desta semana de Newsweek.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Abaixo o preconceito

O mundo islâmico está repensando sobre a herança do profeta Maomé.

Esse é o tema da reportagem Hadith and the new face of Islam. Vale a pena ler!

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

A quantas andam nossos hermanos?

Nosso país cresce a passos não tão largos quanto gostaríamos, mas a melhoria é sensível para a maioria da população, mesmo que as medidas tomadas tenham um impacto duvidoso na vida da classe média.

Os nossos hermanos não pode dizer que a Argentina vai muito bem. E um temor começa a rondar o mundo dos negócios a respeito do país de Maradona.

Só mesmo la mano de Dios para mudar o futuro dos hermanitos?

Leiam a reportagem da Newsweek dessa semana clicando aqui.

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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Novas perspectivas: globalização e política

Lendo a reportagem da revista Época sobre a China e novas configurações políticas na tarde de hoje, me lembrei que nesse ano no qual os jogos olímpicos e a turnê da tocha que roda o mundo viraram manchete também é um ano que pode significar muito mais do que imaginamos. Mais uma vez uma jovem superpotência (antigo império e jovem em seu poder capitalista) sediará os jogos que representam a união dos povos. Alguém aí se lembra de algo parecida ter acontecido anteriormente? Pois é... Eu me lembrei de uma coincidência que espero ser mera semelhança.

Em 1936, a Alemanha sob comando do Führer nazista também teve a oportunidade de se mostrar ao mundo. Calma, não quero colocar os chineses na mesma gaveta que o execrável nacional socialismo alemão. Na verdade, quero separar o joio do trigo no que tange repercussões vindouras na política internacional e refletir o que pode nos aguardar dentro em breve.

A Alemanha foi um país nascido do esforço de alguns bem intencionados pensadores que resolveram unir reinos antes separados. Para tanto, costuraram politicamente uma república, cortaram terras com um sistema logístico de dar inveja e investiram pesado em educação. Outros países asiáticos também fizeram semelhante investida no período pós II Guerra e atualmente colhem frutos maduros de tais ações, como os casos de Japão, Coréia do Sul e da tardia China. Bem... dizem que antes tarde do que nunca!

Depois de passarem pela Revolução Cultural lidera por Mao Tsé-tung que varreu do mapa intelectuais, fábricas e escolas, a população chinesa viu seus líderes se esforçarem para escrever nas páginas da História algo que fosse próprio desse imenso e diversificado país. Hoje, 32 anos após a morte do mentor de uma reviravolta fundamentalista dentro do maior país comunista, a China se apresenta como uma nação dividida entre dois mundos. Seu crescimento exponencial nas três últimas décadas levou a uma parte da população tecnologias e qualidade de vida sem igual. Parte dos chineses saíram de um estilo de vida medieval para o das grandes metrópoles em um curtíssimo espaço de tempo. A mudança nos padrões de vida chega a alarmantes 10.000 % segundo reportagem desta semana publicada em Época e anteriormente em Newsweek. Diante disso, milhões de chineses experienciam ao longo de sua vida avanços que supostamente levariam algumas gerações para serem absorvidas de forma saudável por um povo.

O que será do mundo diante deste novo cenário geopolítico?
Geralmente (palavra que aprendi logo que comecei a trabalhar na World Study), quando uma nova potência surge, a que antes estava no poder sente-se ferida e parte para o ataque. O interessante é que atualmente a crise do subprime atingiu o flanco dos EUA e ainda não temos certeza das conseqüências disto somado à queda do dólar frente várias moedas e à alta do petróleo. Previsões afirmam que o dólar deve fechar o ano em torno de R$ 1,20 e o barril de petróleo será negociado na virada de 2009 para 2010 em US$ 200. Os EUA já não estão tão fortes como alguns anos atrás e a China ainda não sabe o que fazer diante da situação de abertura dos mercados e controle ditatorial severo da circulação de informações e da governança de sua imensa população.

Os governantes chineses parecem estar atentos à necessidade de se integrar à conjuntura mundial ao invés de ir contra a maré. Por um lado, cria institutos de ensino de mandarim e cultura chinesa mundo afora; por outro, inclui no currículo escolar aulas de inglês para alunos de todos os níveis. No ano passado, o governo chinês lançou um documentário dividido em 12 episódios sobre A ascensão das Grandes Nações, no qual deixava claro que o imperialismo não é a saída correta mas sim a conquista a longo prazo a partir do fluxo dos mercados.

Os jogos olímpicos deste ano serão importantíssimos porque nos mostrarão como a potência asiática irá lidar com milhares de atletas em seu território, possíveis boicotes diplomáticos na cerimônia de abertura dos jogos e protestos sobre a questão tibetana. A forma como o Partido Comunista chinês vai gerenciar seus problemas domésticos nos a partir de agosto até o final desta década revelará qual o posicionamento desse gigante frente a um inevitável conflito. Até quando o controle será possível e como fazer uma transição pacífica? Eis a million dollars question.

Cavalos não são zebras...
Nos anos 1980 e 1990, se você listasse maravilhas do mundo moderno, milionários, empresas de sucesso e artistas com vendagem extraordinária, a maioria dos apontados ou seriam americanos ou morariam nos EUA. Hoje o cenário é bem diferente. Países emergentes possuem empresas que se destacam mundialmente (Inbev, Tata, ArcelorMittal, Petrobras, entre tantas outras), acolhem milionários que ganham com a economia globalizada e inovam em suas áreas de atuação. O domínio norte-americano, só comparável no mundo ocidental ao império romano, manteve nos últimos 20 anos incontestável e inabalável dianteira. Contudo, essa soberania global é dia-a-dia contestada. Apesar da unipolaridade política e militar com o fim da guerra fria, outros aspectos – tais como industrial, financeiro, social e cultural – revelam diferentes tipos de capitais mudando de mãos.

Analistas americanos já começaram a falar numa era “pós-EUA”. O país que na última década perdeu posições em várias listas de top 10 (você pode escolher a categoria!) já não fascina a população média de suas antigas áreas de influência. O aumento do poder político das nações, economias aquecidas em países em desenvolvimento, melhoria no poder de compra e acesso a serviços e produtos a grupos de média e baixa renda fizeram com que as pessoas voltassem mais sua atenção para questões regionais bem como para as globais. A globalização, também, produziu um movimento contrário aos produtos massificados que distribuiu num primeiro momento. Tais produtos foram absorvidos e adaptados ao gosto local. Em contrapartida, movimentos de reafirmação cultural reforçaram aspectos da identidade cultural local, num esforço de manter coesa a identidade dessas pessoas.

E eu com isso!?
Bem, o mundo já não é mais o mesmo lugar de antes. O mercado de trabalho local cedeu espaço a um que abrange qualquer profissional que tenha a qualificação necessária e que cobre menos pela mesma atividade. O dinheiro que financia a produção troca de mãos na medida da velocidade dos processadores de nossos computadores, ou seja, acelera exponencialmente de tempos em tempos.

Se nosso país não investir em políticas educacionais pertinentes, logo teremos parte de nossa população defasada na disputa por trabalho num mundo globalizado. Entretanto, nosso governo ainda parece viver da colonial exportação de commodities ao invés de investir no desenvolvimento de capital intelectual e exportação de tecnologia e serviços com alto valor agregado.

E o que eu posso fazer a respeito disso, Fábio? Se você quiser realmente estar por cima enquanto o barco navega pelo mundo, procure se preparar através de qualificação pertinente a sua área de atuação e estar disposto a se atualizar constantemente. AH!... Não é necessário aprender mandarim desesperadoramente por agora. Aprenda a falar bem sua língua pátria, o bom e velho português; se quiser, invista numa segunda língua, o que pode variar de acordo com sua área de atuação. Espere mais um pouco; talvez, daqui uns 10 anos valha a pena estudar mandarim. Caso você já domine duas línguas e trabalhe diretamente com o mercado chinês, aí sim pode estudar mandarim a vontade. Mas lembre-se, experiência no currículo vale mais do que cursos.

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domingo, 30 de março de 2008

Faça a diferença, seja um cidadão do mundo

O mercado de trabalho está a cada dia mais e mais competitivo e todo diferencial que possamos adicionar ao nosso currículo conta a nosso favor. Além disso, o processo de globalização no qual nos encontramos torna as distâncias menores, o tempo parece correr mais veloz do que o relógio e a necessidade de compreender o outro a partir de pontos de vista flexíveis e assertivos se faz primordial para que vivamos em paz e harmonia.

Ligados nessa tendência e incentivados pela valorização do Real frente ao Dólar, muitos jovens estão procurando agências de intercâmbio para estudar fora do país. Segundo o portal de notícias G1, a procura por programs de High School aumentou 30% neste ano. Se você ainda não se ligou no quanto uma experiência como essa pode mudar sua vida, procure ficar atento às mudanças que ocorrem no mercado de trabalho e na educação em todo o mundo. No ano passado, a revista Newsweek dedicou vários números especiais sobre globalização, mercado de trabalho e educação.

Percebendo a necessidade de formação qualificada dos jovens o governo brasileiro já dá sinais de que investir em intercâmbio é vital para nosso país. Alguns passos - por hora modestos - estão sendo dados visando aumentar o fluxo de estudantes que se dirigem a outros países para agregar conhecimento diferenciado e retornar ao país. Algumas universidades brasileiras isoladamente iniciaram convênios com instituições extrangeiras no sentido de viabilizar um fluxo de alunos entre as universidades e maior troca de conhecimento. O governo também atua há anos com o mesmo objetivo atráves de bolsas para doutorado sanduíche concedidas pelo CAPES e pelo CNPq, além de estudar um projeto para ser implantado em 2009 com os cursos de graduação. Contudo, o número de estudantes que saem do país em tais condições é pequeno em comparação à necessidade de intercâmbio de nosso país e à demanda por profissionais sintonizados com o novo cenário mundial.

Eu fiz intercâmbio duas vezes e hoje trabalho na preparação de jovens para que aproveitem essa oportunidade ao máximo. Fique ligado! Aprender uma nova língua, uma nova cultura, fazer amigos e aprender mais sobre você mesmo(a), uma viagem a outro país e ao encontro do auto-conhecimento; intercâmbio é muito mais do que isso. Faça a diferença, seja um cidadão do mundo. Faça intercâmbio.

Quer saber mais sobre programas de intercâmbio?
Visite o site da World Study.

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